Adolescentes com Paralisia Cerebral e suas Redes Vivas: por uma análise relacional do cuidado

Autores

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0104-12902025230291pt

Palavras-chave:

Paralisia cerebral, Adolescentes, Redes Vivas, Análise Relacional, Deficiência

Resumo

O artigo tem como objetivo analisar as Redes Vivas de três adolescentes com paralisia cerebral. A metodologia se constrói por meio de relatos de vida articulados pelo entendimento técnico do usuário-guia. Os três adolescentes-guias geraram quatorze entrevistas, analisadas e interpretadas pela perspectiva da análise relacional. Os resultados indicam pelas lentes dos adolescentes e suas famílias quais fatores incrementam redes e as enfraquecem, relacionados a cada um dos três relatos de vida, tomados como situações emblemáticas. As situações de pobreza, afrouxamento de redes familiares, distância geográfica e suportes criativos atuam nesse contexto indicando quais são as redes e conexões importantes para o cuidado. Criticamos o termo “paralisia cerebral” como um enunciado que retifica imagens de perda e falta.

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Biografia do Autor

  • Auxiliadora Silva de Assis, undação Oswaldo Cruz

     Instituto Nacional da Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira – IFF/ Fundação Oswaldo Cruz -FIOCRUZ. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

  • Martha Cristina Nunes Moreira, Fundação Oswaldo Cruz

     Instituto Nacional da Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira – IFF/ Fundação Oswaldo Cruz -FIOCRUZ. Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Referências

Publicado

2025-06-02

Edição

Seção

Artigos de pesquisa original

Como Citar

Assis, A. S. de, & Moreira, M. C. N. (2025). Adolescentes com Paralisia Cerebral e suas Redes Vivas: por uma análise relacional do cuidado. Saúde E Sociedade, 34(1), e230291pt. https://doi.org/10.1590/S0104-12902025230291pt