Mudanças na expectativa de vida da Argentina 2019-2022
DOI:
https://doi.org/10.1590/S0104-1290202520240322ptPalavras-chave:
Mortalidade, Expectativa de vida, COVID-19, ArgentinaResumo
Objetivo: Este artigo descreve as mudanças na taxa geral de mortalidade da Argentina de 2019 a 2022, com base em estatísticas vitais e nos resultados finais do Censo Demográfico de 2022. Método: Foi aplicado o método de decomposição da expectativa de vida ao nascer (EVN) por sexo, idade e causas de morte. Resultados: A COVID-19 causou entre 14-19% do total de óbitos. A EVN diminuiu mais acentuadamente em 2021. Em 2022, recuperou-se, mas ainda não atingiu o nível pré-pandemia. Os homens perderam mais EVN (-2,8 anos em 2021) do que as mulheres (-2,3 anos), embora em 2022 estiveram mais próximos do nível de 2019 (-0,5 e -1 ano, respectivamente). A COVID-19 foi a principal causa do declínio da EVN, mas seu efeito indireto aumentou em 2022. Óbitos por tumores e causas externas impactaram positivamente na mudança da EVN. As doenças respiratórias, cardiovasculares e outras tiveram um impacto negativo a partir de 2021. Este ano, houve um aumento temporário na mortalidade materna devido à COVID-19. Conclusão: A mortalidade por COVID-19 diminuiu em 2022, mas seus efeitos indiretos exigem monitoramento cuidadoso.
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