Na margem da história

fotografia analógica, artistas e as imagens erradas

Autores

  • Ludimilla Carvalho Wanderlei Universidade Federal de Pernambuco image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2316-7114.sig.2019.148839

Palavras-chave:

historiografia, fotografia analógica, imagens erradas

Resumo

Este artigo analisa trabalhos fotográficos de Paolo Gioli e Dirceu Maués que utilizam o suporte analógico, discutindo a natureza elástica do tempo e sua duração. Buscamos pensar o caráter experimental ensejado pelo uso de câmeras artesanais e investigar os atravessamentos entre cinema, fotografia e pintura. Estes exemplos de imagens, somados aos trabalhos de artistas contrários ao modelo da imagem pura e direta consagrada pela “forma fotografia”, ajudam a escrever na contemporaneidade uma historiografia particular do medium fotográfico, caracterizada por uma estética dos ruídos, do imprevisto, do caos.

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Biografia do Autor

  • Ludimilla Carvalho Wanderlei, Universidade Federal de Pernambuco

    Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco (PPGCOM/UFPE) com pesquisa no campo da fotografia. Mestre pelo mesmo programa e graduada em Radialismo e TV pela mesma instituição. Bolsista da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado Pernambucano (Facepe). Produtora de audiovisual, roteirista e cineclubista.

Referências

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Publicado

2019-07-01

Como Citar

Wanderlei, L. C. (2019). Na margem da história: fotografia analógica, artistas e as imagens erradas. Significação: Revista De Cultura Audiovisual, 46(52). https://doi.org/10.11606/issn.2316-7114.sig.2019.148839