Limites da experiência estética
as cores e cinema narrativo
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2316-7114.sig.2019.150259Palavras-chave:
Experiência, Cinema, Cores, Atenção, ExcessoResumo
Oos estudos narratológicos das obras audiovisuais frequentemente concentram suas análises em abstrações teóricas. Às vezes, a busca pela explicação hermenêutica, como reclama Hans Gumbrecht, se assemelha a um exagero semântico no qual a base material (imagens e sons) é reduzida a mero vetor de conhecimento abstrato, a história. Dentre os temas negligenciados surge a cor, elemento costumeiramente estranho às análises acadêmicas. Este artigo propõe a cor como estrategicamente alocada com intenção de gerir algum grau de experiência estética nos espectadores. Sua presença, entretanto, surtirá diferentemente aos espectadores a depender de seu grau de atenção e conhecimento.
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