Um calafrio anda pelo meu corpo
Mário Peixoto na Inglaterra
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2316-7114.sig.2019.152046Palavras-chave:
Mário Peixoto, diário, foto, queerResumo
Antes da realizar Limite (1931), seu único filme, Mário Peixoto vai para a Inglaterra (192-/1927), onde escreve um diário até hoje inédito em formato de livro. Pretendi apresentar esse material pouco conhecido junto com fotos dessa viagem. O diário revela não só um artista em formação, mas ao escrever em inglês e longe de sua família, traduz uma sensibilidade marcada por uma constante encenação de si, por uma melancolia existencial e a sensação de não pertencimento. Uma questão que me chamou atenção é como a leitura desse diário pode ser repensada por uma experiência queer ainda muito silenciada no debate sobre o Modernismo no Brasil.
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