Telas e janelas, molduras das imagens
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2316-7114.sig.2001.65532Palavras-chave:
Cinema, Linguagem, Imagem, Molduras, Interior/exterior.Resumo
Partindo da idéia de escuridão como moldura fantasmática a envolver os devaneios e a imaginação do espectador, propomos refletir sobre as imagens geradas pelo cinema a partir da dupla articulação que engendram: enquanto telas, lembram espelhos que devolvem ao espectador imagens de si mesmo (ainda que não sejam puro reflexo), remetendo ao interior; enquanto janelas, evocam espaços de passagem e de abertura para o espectador que as contempla como um outro, remetendo ao exterior. Para além dessa dual idade aparentemente simplista, é no jogo entre dentro e fora - e na complexa relação intercambiante que estes dois termos estabelecem – que gostaríamos de situar nossa reflexão.
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