Campo de migrações: Fabiano, Manuel, Ranulfo e os anônimos do sertão
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2316-7114.sig.2006.65632Palavras-chave:
Cinema brasileiro, Cinema Novo, Cinema contemporâneo, Sertão.Resumo
Esse artigo compara filmes brasileiros recentes - "Baile perfumado" (1996) e "Cinema, aspirinas e urubus" (2005)- com clássicos de Cinema Novo, como "Vidas secas", ''Os fuzis" e "Deus e o diabo na terra do sol". Seu objeto é o deslocamento ocorrido nos anos 1990 na representação da experiência migratória do sertão. A análise destaca a maneira como os filmes concebem seus personagens principais e dão sentido às suas experiências, tanto em conexão com a representação de tipos sociais para os quais a migração é uma necessidade social.(Cinema Novo),.quanto a representação de indivíduos que enfrentam encontros inesperados e vivem a migração como uma experiência singular; revestida de um caráter transnacional (produções das últimas décadas).
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