De Paraisópolis al mundo: el vestido de la Miss Universo y el poder de la comunidad destacándose la indumentaria como manifestación sociocultural

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DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.1984-5057.v15i1e213076

Palabras clave:

Moda, Miss Universo, Costurando Sonhos, Paraisópolis

Resumen

Este artículo aborda la indumentaria de la brasileña Julia Gama, vicecampeona de la 69.ª edición del concurso Miss Universo, quien llevaba puesto una creación de la diseñadora Michelly X, mujer transgénero. El vestido fue producido por la iniciativa Costurando Sonhos, que ofrece capacitaciones a mujeres víctimas de agresión doméstica, en Paraisópolis, São Paulo. El carácter efímero de la moda culmina en un sistema de significados pasajeros, en el que el individuo se comunica con la sociedad y manifiesta su identidad mediante la ropa y los productos. Es posible aplicar la comprensión del trickle-up, según señala McCraken, como necesaria para entender el contexto cultural y social en el que se producen los fenómenos de imitación y diferenciación, ya que la ropa tiene una fuerte función comunicacional, basada en la cultura en la que se establece.

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Publicado

2023-07-26

Cómo citar

CARACIOLA, Carolina Boari. De Paraisópolis al mundo: el vestido de la Miss Universo y el poder de la comunidad destacándose la indumentaria como manifestación sociocultural. Signos do Consumo, [S. l.], v. 15, n. 1, p. e213076, 2023. DOI: 10.11606/issn.1984-5057.v15i1e213076. Disponível em: https://revistas.usp.br/signosdoconsumo/article/view/213076. Acesso em: 7 feb. 2026.