Traduções do feminino em Persuasion, de Jane Austen
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2317-9511.v36i0p5-22Schlagwörter:
Estudos Descritivos da Tradução, Literatura de autoria feminina, Crítica Literária FeministaAbstract
Estudos recentes indicam que o conceito de tradução tem sido repensado no sentido de se atribuir ao ato tradutório uma dimensão artística e subjetiva. Com isso, a questão da obrigação de fidelidade ao texto original, que, por muito tempo, foi central nas discussões sobre a boa qualidade das traduções, é colocada em suspeição. Os Estudos da Tradução manifestam um interesse crescente sobre o papel cultural do texto traduzido e da figura do tradutor na sociedade. A associação dos Estudos da Tradução com a Crítica Literária Feminista busca detectar e comparar como os tradutores lidam com as ocorrências presentes no texto-fonte e a sua recriação no texto traduzido. Com base nos aspectos teóricos apontados, a presente pesquisa propõe uma análise descritiva e comparativa entre a obra Persuasion (1818), da escritora inglesa Jane Austen, e duas traduções para o português brasileiro, produzidas por Celina Portocarrero (L&PM, 2017) e Roberto Leal Ferreira (Martin Claret, 2012), observando a importância da interferência do tradutor e de suas concepções socioculturais no processo de produção de sentido dos textos traduzidos.
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