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			<journal-id journal-id-type="publisher-id">tradterm</journal-id>
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				<journal-title>TradTerm</journal-title>
				<abbrev-journal-title abbrev-type="publisher">tradterm</abbrev-journal-title>
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			<issn pub-type="ppub">0104-639X</issn>
			<issn pub-type="epub">2317-9511</issn>
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				<publisher-name>CITRAT-USP</publisher-name>
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			<article-id pub-id-type="doi">10.11606/issn.2317-9511.v32i0p32-51</article-id>
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				<subj-group subj-group-type="heading">
					<subject>Artigos</subject>
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			<title-group>
				<article-title>Tradução e adaptação transcultural de instrumentos de avaliação em Fonoaudiologia para o português brasileiro: uma análise das diretrizes</article-title>
				<trans-title-group xml:lang="en">
					<trans-title>Translation and cross-cultural adaptation of Speech-Language Pathology assessment instruments to Brazilian Portuguese: guidelines analysis</trans-title>
				</trans-title-group>
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				<contrib contrib-type="author">
					<name>
						<surname>Silva</surname>
						<given-names>Nayara Ribeiro da</given-names>
					</name>
					<xref ref-type="aff" rid="aff1"><sup>*</sup></xref>
				</contrib>
				<contrib contrib-type="author">
					<name>
						<surname>Felipini</surname>
						<given-names>Leila Maria Gumushian</given-names>
					</name>
					<xref ref-type="aff" rid="aff2"><sup>**</sup></xref>
				</contrib>
			</contrib-group>
			<aff id="aff1">
				<label>*</label>
				<institution content-type="original">Bacharel em Tradução pela Universidade do Sagrado Coração e mestranda em Fonoaudiologia pela Faculdade de Odontologia de Bauru - Universidade de São Paulo. E-mail: nayararibeiro28@hotmail.com.</institution>
				<institution content-type="normalized">Universidade de São Paulo</institution>
				<institution content-type="orgname">Universidade de São Paulo</institution>
				<country country="BR">Brazil</country>
				<email>nayararibeiro28@hotmail.com</email>
			</aff>
			<aff id="aff2">
				<label>**</label>
				<institution content-type="original">Doutora em Ciências pela Faculdade de Odontologia de Bauru. Docente da Universidade do Sagrado Coração. E-mail: leila.felipini79@gmail.com.</institution>
				<institution content-type="normalized">Universidade do Sagrado Coração</institution>
				<institution content-type="orgname">Universidade do Sagrado Coração</institution>
				<country country="BR">Brazil</country>
				<email>leila.felipini79@gmail.com</email>
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			<pub-date date-type="collection" publication-format="electronic">
				<year>2018</year>
			</pub-date>
			<pub-date date-type="pub" publication-format="electronic">
				<day>03</day>
				<month>05</month>
				<year>2021</year>
			</pub-date>
			<volume>32</volume>
			<issue>1</issue>
			<fpage>32</fpage>
			<lpage>51</lpage>
			<history>
				<date date-type="received">
					<day>05</day>
					<month>10</month>
					<year>2018</year>
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				<date date-type="accepted">
					<day>11</day>
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				<date date-type="pub">
					<month>12</month>
					<year>2018</year>
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				<license license-type="open-access" xlink:href="https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/" xml:lang="pt">
					<license-p>Este é um artigo publicado em acesso aberto sob uma licença Creative Commons</license-p>
				</license>
			</permissions>
			<abstract>
				<title>Resumo</title>
				<p>No Brasil, há escassez de instrumentos formais e objetivos comercialmente disponíveis em português e indicados para avaliação e diagnóstico na área de Fonoaudiologia. Uma forma que alguns pesquisadores têm encontrado para amenizar esse problema é traduzir instrumentos já disponíveis em outras línguas. Historicamente, a adaptação de instrumentos elaborados em outra cultura e/ou idioma se detinha à simples tradução do original ou à comparação literal dessa tradução com uma retrotradução. No entanto, há algum tempo pesquisadores de diferentes áreas temáticas vêm sugerindo que a avaliação semântica seja apenas um dos passos necessários ao processo de adaptação transcultural. Neste sentido, são propostos na literatura alguns conjuntos de instruções padronizadas e diretrizes específicas para a tradução e a adaptação transcultural de instrumentos. O objetivo deste estudo é apresentar as diretrizes recorrentes em estudos que executam a tradução e a adaptação transcultural de instrumentos. Para isso, foram selecionados 27 artigos científicos, indexados em bases de dados nacionais e internacionais, que descreviam esse processo em suas metodologias. As oito diretrizes verificadas - como as propostas por Guillemin, Bombardier e Beaton (1993) e pelo <italic>Scientific Advisory Committee of Medical Outcomes Trust</italic> (2002) - são consideradas bastante completas, o que reflete a grande preocupação por parte da maioria dos pesquisadores ao traduzir e adaptar instrumentos de avaliação em fonoaudiologia para uso no Brasil.</p>
			</abstract>
			<trans-abstract xml:lang="en">
				<title>Abstract</title>
				<p>In Brazil, there is a significant lack of formal and objective instruments that are commercially available in Portuguese for the assessment and diagnosis in the Speech-Language Pathology area. Some researchers have tried to ease this problem by translating instruments available in other languages. Historically, the adaptation of instruments developed in another culture and/or language was limited to the simple translation of the original or the literal comparison of this translation with a back translation. However, researchers from different thematic areas have been suggesting that semantic evaluation is only one of the necessary steps in the process of translation and cross-cultural adaptation. Hence, some sets of standardized instructions and specific guidelines for translation and cross-cultural adaptation of instruments are proposed in the literature. This study aims to present the recurrent guidelines in studies that perform the translation and cross-cultural adaptation of instruments. To do so, we selected 27 scientific articles indexed in national and international databases describing this process in their methodologies. The eight verified guidelines - as proposed by Guillemin, Bombardier, and Beaton (1993) and by the Scientific Advisory Committee of Medical Outcomes Trust (2002) - are considered quite comprehensive, reflecting the great concern of most researchers when translating and adapting Speech-Language Pathology assessment instruments for use in Brazil.</p>
			</trans-abstract>
			<kwd-group xml:lang="pt">
				<title>Palavras-chave<italic>:</italic></title>
				<kwd>Tradução (Processo)</kwd>
				<kwd>Adaptação Transcultural</kwd>
				<kwd>Diretrizes</kwd>
				<kwd>Fonoaudiologia</kwd>
				<kwd>Avaliação</kwd>
			</kwd-group>
			<kwd-group xml:lang="en">
				<title>Keywords<italic>:</italic></title>
				<kwd>Translation (Process)</kwd>
				<kwd>Cross-cultural Adaptation</kwd>
				<kwd>Guidelines</kwd>
				<kwd>Speech-Language Pathology</kwd>
				<kwd>Assessment</kwd>
			</kwd-group>
			<counts>
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				<table-count count="1"/>
				<equation-count count="0"/>
				<ref-count count="54"/>
				<page-count count="20"/>
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		</article-meta>
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	<body>
		<sec sec-type="intro">
			<title>1. Introdução</title>
			<p>Na área fonoaudiológica, a avaliação é uma das ações mais frequentes na rotina de trabalho, e seu êxito é assegurado pelo alcance de informações que ajudem a levantar, confirmar ou negar uma hipótese diagnóstica (<xref ref-type="bibr" rid="B32">LINDAU ET AL. 2015</xref>). O objetivo da avaliação é elencar o conjunto de dificuldades e facilidades nos diferentes critérios avaliados, verificar e especificar os problemas e, ainda, obter dados para a tomada de decisões (<xref ref-type="bibr" rid="B50">SALVIA; YSSELDYKE 1991</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B23">GENARO ET AL. 2009</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B41">PASQUALI 2010</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B21">FOLHA, 2010</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B35">MARCHESAN ET AL. 2014</xref>).</p>
			<p>A escassez de instrumentos formais e objetivos comercialmente disponíveis e indicados para avaliação e diagnóstico é significativa na área de Fonoaudiologia no Brasil (<xref ref-type="bibr" rid="B24">GIUSTI; BEFI-LOPES 2008</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B32">LINDAU ET AL. 2015</xref>). Os reais objetivos de um processo de avaliação clínica só podem ser atingidos quando os instrumentos e os procedimentos adequados são utilizados (<xref ref-type="bibr" rid="B24">GIUSTI; BEFI- LOPES 2008</xref>).</p>
			<p>Além de refletir no diagnóstico, a falta de instrumentos formais e objetivos também reflete na definição das condutas terapêuticas e na elaboração dos planos de intervenção, chegando a comprometer a eficiência e a eficácia dos tratamentos oferecidos (<xref ref-type="bibr" rid="B3">ANDRADE 2004</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B2">ANDRADE 2005</xref>).</p>
			<p>Uma forma que alguns pesquisadores têm encontrado para amenizar esse problema é traduzir instrumentos já disponíveis em outras línguas em vez de criar novos instrumentos (<xref ref-type="bibr" rid="B33">LINDAU; ROSSI; GIACHETI 2014</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B48">ROCHA ET AL. 2014</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B39">NEVES ET AL. 2014</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B15">CARVALHO; LÚCIO; ÁVILA 2015</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B27">GONSALEZ; ALMEIDA 2015</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B54">ZAMBON ET AL. 2016</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B4">AYRES ET AL. 2016</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B28">GUEDES-GRANZOTTI ET AL. 2016</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B18">CRUZ ET AL. 2017</xref>).</p>
			<p>A tradução e a adaptação de instrumentos estrangeiros podem ser uma saída, porém os procedimentos adotados neste processo devem ser criteriosos e cuidadosos, uma vez que a tradução e a adaptação são tão importantes quanto a construção de um novo instrumento (<xref ref-type="bibr" rid="B29">GUILLEMIN; BOMBARDIER; BEATON 1993</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B6">BEATON ET AL. 2000</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B46">REICHENHEIM; MORAES 2007</xref>). Além da preocupação e do cuidado metodológico que se deve ter nas pesquisas sobre a tradução e adaptação de instrumentos estrangeiros, também é importante que a aplicação e a interpretação do teste sejam criteriosas (<xref ref-type="bibr" rid="B24">GIUSTI; BEFI-LOPES 2008</xref>).</p>
			<p>O processo de tradução e adaptação transcultural de instrumentos para novas línguas/culturas apresenta diversas vantagens em relação ao desenvolvimento de um novo instrumento com a mesma finalidade (<xref ref-type="bibr" rid="B29">GUILLEMIN; BOMBARDIER; BEATON 1993</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B6">BEATON ET AL. 2000</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B44">PEREIRA ET AL. 2013</xref>). Além de amenizar a carência de instrumentos disponíveis, tal procedimento pode contribuir para a realização de estudos transculturais, que podem trazer maiores esclarecimentos e compreensão sobre os quadros de distúrbios da comunicação e de suas especificidades nas diferentes línguas e culturas (<xref ref-type="bibr" rid="B24">GIUSTI; BEFI-LOPES 2008</xref>). Além disso, esse procedimento pode permitir a comparação de diferentes populações e a troca de informações sem o viés das barreiras culturais e linguísticas (<xref ref-type="bibr" rid="B44">PEREIRA ET AL. 2013</xref>).</p>
			<p>Historicamente, a adaptação de instrumentos elaborados em outra cultura e/ou idioma se detinha à simples tradução do original ou, excepcionalmente, à comparação literal dessa tradução com uma retrotradução. Há algum tempo, pesquisadores de diferentes áreas temáticas vêm sugerindo que a avaliação semântica constitua apenas um dos passos necessários ao processo de adaptação transcultural (<xref ref-type="bibr" rid="B10">BERKANOVICH 1980</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B42">PATRICK ET AL. 1985</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B13">BUCQUET; CONDON; RITCHIE 1990</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B12">BRAVO ET AL. 1991</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B29">GUILLEMIN; BOMBARDIER; BEATON 1993</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B5">BADIA; ALONSO 1995</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B30">HERDMAN; FOX-RUSHBY; BADIA 1997</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B6">BEATON ET AL. 2000</xref>). Eles recomendam que o processo seja uma combinação entre a tradução literal de palavras e frases de um idioma ao outro, e um processo meticuloso de adaptação para o contexto cultural e estilo de vida da população-alvo da versão traduzida (<xref ref-type="bibr" rid="B29">GUILLEMIN; BOMBARDIER; BEATON 1993</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B31">HERDMAN; FOX-RUSHBY; BADIA 1998</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B6">BEATON ET AL. 2000</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B9">BEHLING; LAW 2000</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B46">REICHENHEIM; MORAES 2007</xref>).</p>
			<p>Partindo disso, alguns conjuntos de instruções padronizadas e diretrizes específicas para a tradução e a adaptação transcultural de instrumentos são propostos na literatura. Neste sentido, este estudo tem como objetivo apresentar as diretrizes recorrentes em estudos que executam a tradução e a adaptação transcultural de instrumentos.</p>
		</sec>
		<sec sec-type="methods">
			<title>2. Metodologia</title>
			<p>Para a realização deste estudo, foram selecionados 27 artigos científicos, indexados em bases de dados nacionais e internacionais, que descreviam em suas metodologias o processo de tradução e adaptação transcultural de algum instrumento de avaliação em fonoaudiologia, a fim de coletar dados referentes ao uso de diretrizes para a execução deste processo.</p>
			<p>Para isso, utilizamos descritores combinados aos operadores booleanos da seguinte maneira: “<italic>Translation</italic>” <italic>AND</italic> “<italic>Adaptation</italic>” <italic>OR</italic> “<italic>Cultural Adaptation</italic>” <italic>OR</italic> “<italic>Cross-Cultural Adaptation</italic>” <italic>AND</italic> “<italic>Speech Language Pathology</italic>” nas bases de dados nacionais e internacionais Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), Bireme (Lilacs, Ibecs e Adolec), PUBMED/MEDLINE, Scielo e Google Acadêmico.</p>
			<p>Os critérios de exclusão estabelecidos para este estudo foram: (1) artigos repetidos por estarem publicados em mais de um idioma; (2) artigos repetidos localizados em mais de uma base de dados; (3) estudos realizados em outras línguas, como português europeu; (4) artigos que descreviam o processo de tradução e adaptação de instrumentos não pertencentes à área de Fonoaudiologia; (5) artigos que descreviam apenas o processo de validação de instrumentos.</p>
		</sec>
		<sec sec-type="results">
			<title>3. Resultados</title>
			<p>Para que não houvesse predição de resultados, foram selecionados aleatoriamente 27 artigos científicos que descreviam em suas metodologias o processo de tradução e adaptação transcultural de instrumentos de avaliação em fonoaudiologia, conforme demonstra a <xref ref-type="table" rid="t1">Tabela 1</xref>.</p>
			<p>
				<table-wrap id="t1">
					<label>Tabela 1:</label>
					<caption>
						<title>Dados referentes ao uso de diretrizes para a tradução e adaptação transcultural em cada artigo.</title>
					</caption>
					<table>
						<colgroup>
							<col/>
							<col/>
						</colgroup>
						<thead>
							<tr>
								<th align="left">Artigo</th>
								<th align="left">Diretriz</th>
							</tr>
						</thead>
						<tbody>
							<tr>
								<td align="left">Equivalência psicométrica da versão brasileira do <italic>Test of Pragmatic Language</italic> 2 - TOPL-2.</td>
								<td align="left">
									<xref ref-type="bibr" rid="B6">Beaton et al. (2000</xref>).</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Planilha de triagem acústica da sala de aula: tradução e adaptação cultural para o Português Brasileiro.</td>
								<td align="left">
									<xref ref-type="bibr" rid="B29">Guillemin, Bombardier e Beaton (1993</xref>).</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Adaptação cultural do questionário SADL (<italic>Satisfaction with Amplification in Daily Life</italic>) para o português brasileiro.</td>
								<td align="left">
									<xref ref-type="bibr" rid="B29">Guillemin, Bombardier e Beaton (1993</xref>).</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Adaptação cultural do questionário <italic>Speech, Spatial and Qualities of Hearing Scale</italic> (SSQ) para o Português Brasileiro.</td>
								<td align="left">
									<xref ref-type="bibr" rid="B29">Guillemin, Bombardier e Beaton (1993</xref>).</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Versão brasileira do <italic>Dizziness Handicap Inventory.</italic></td>
								<td align="left">
									<xref ref-type="bibr" rid="B29">Guillemin, Bombardier e Beaton (1993</xref>).</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left"><italic>Early Listening Function</italic> (ELF): adaptação para a língua portuguesa.</td>
								<td align="left">
									<xref ref-type="bibr" rid="B29">Guillemin, Bombardier e Beaton (1993</xref>).</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left"><italic>Tinnitus handicap inventory</italic>: adaptação cultural para o Português brasileiro.</td>
								<td align="left">
									<xref ref-type="bibr" rid="B29">Guillemin, Bombardier e Beaton (1993</xref>).</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left"><italic>Translation and adaptation of functional auditory performance indicators</italic> (FAPI).</td>
								<td align="left">
									<xref ref-type="bibr" rid="B29">Guillemin, Bombardier e Beaton (1993</xref>).</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left"><italic>Translation, cross-cultural adaptation and validation of the Portuguese version of the DYMUS questionnaire for the assessment of dysphagia in multiple sclerosis.</italic></td>
								<td align="left">
									<xref ref-type="bibr" rid="B29">Guillemin, Bombardier e Beaton (1993</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B6">Beaton et al. (2000)</xref>.</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Versão brasileira do protocolo <italic>Overall Assessment of the Speaker's Experience of Stuttering - Adults</italic> (OASES-A).</td>
								<td align="left">
									<xref ref-type="bibr" rid="B29">Guillemin, Bombardier e Beaton (1993</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B6">Beaton et al. (2000)</xref>.</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Tradução e adaptação cultural do <italic>Swallowing Disturbance Questionnaire</italic> para o português-brasileiro.</td>
								<td align="left">
									<xref ref-type="bibr" rid="B29">Guillemin, Bombardier e Beaton (1993</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B6">Beaton et al. (2000</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B45">Peters e Passchier (2006</xref>).</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Adaptação transcultural do <italic>Preschool Language Assessment Instrument</italic>: Segunda Edição.</td>
								<td align="left">
									<xref ref-type="bibr" rid="B29">Guillemin, Bombardier e Beaton (1993</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B31">Herdman, Fox-Rushby e Badia (1998</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B6">Beaton et al. (2000</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B46">Reichenheim e Moraes (2007</xref>); <xref ref-type="bibr" rid="B25">Gjersing, Caplehorn e Clausen (2010</xref>).</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Adaptação do <italic>Dyslexia Early Screening Test - Second Edition</italic> para o Português Brasileiro: resultados preliminares.</td>
								<td align="left">Não relatou o uso de diretrizes.</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Tradução e adaptação transcultural do <italic>Northwestern Dysphagia Patient Check Sheet</italic> para o português brasileiro.</td>
								<td align="left">
									<xref ref-type="bibr" rid="B45">Peters e Passchier (2006</xref>).</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Adaptação transcultural para o Português Brasileiro do Teste de Rastreamento <italic>Western Aphasia Battery - Revised</italic>: um estudo preliminar.</td>
								<td align="left">
									<xref ref-type="bibr" rid="B46">Reichenheim e Moraes (2007</xref>).</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Tradução e adaptação cultural brasileira do <italic>Detailed Assessment of Speed of Handwriting</italic>: equivalência conceitual e semântica.</td>
								<td align="left">
									<xref ref-type="bibr" rid="B46">Reichenheim e Moraes (2007</xref>).</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Equivalência cultural da versão brasileira do protocolo <italic>Evaluation of the Ability to Sing Easily</italic>.</td>
								<td align="left"><italic>Scientific Advisory Committee of Medical Outcomes Trust</italic> (2002).</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left"><italic>Cross-cultural adaptation and validation of the voice handicap index into Brazilian Portuguese.</italic></td>
								<td align="left"><italic>Scientific Advisory Committee of Medical Outcomes Trust</italic> (2002).</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Equivalência cultural da versão Brasileira da <italic>Voice Symptom Scale</italic> - VoiSS.</td>
								<td align="left"><italic>Scientific Advisory Committee of Medical Outcomes Trust</italic> (2002).</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Equivalência cultural da versão brasileira do <italic>Vocal Fatigue Index</italic> - VFI.</td>
								<td align="left"><italic>Scientific Advisory Committee of Medical Outcomes Trust</italic> (2002).</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Qualidade de Vida em Voz na População Pediátrica: validação da versão brasileira do Protocolo Qualidade de Vida em Voz Pediátrico.</td>
								<td align="left"><italic>Scientific Advisory Committee of Medical Outcomes Trust</italic> (2002).</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left"><italic>Quality of life: validation of the Brazilian version of the voice- related quality of life (V-RQOL) measure.</italic></td>
								<td align="left"><italic>Scientific Advisory Committee of Medical Outcomes Trust</italic> (2002).</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Validação do Questionário de Performance Vocal no Brasil.</td>
								<td align="left"><italic>Scientific Advisory Committee of Medical Outcomes Trust</italic> (2002).</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Validação no Brasil de protocolos de auto-avaliação do impacto de uma disfonia.</td>
								<td align="left"><italic>Scientific Advisory Committee of Medical Outcomes Trust</italic> (2002).</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Equivalência cultural da versão brasileira do <italic>Eating Assessment Tool</italic> - EAT-10.</td>
								<td align="left"><italic>Scientific Advisory Committee of Medical Outcomes Trust</italic> (2002).</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Tradução e avaliação preliminar da versão em Português do Questionário de Autoavaliação Vocal para Transexuais de Homem para Mulher.</td>
								<td align="left">
									<xref ref-type="bibr" rid="B53">Wild et al. (2005</xref>); <italic>Scientific Advisory Committee of Medical Outcomes Trust</italic> (2002).</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Tradução e adaptação transcultural para o português brasileiro do teste <italic>Children's Communication Checklist</italic>-2.</td>
								<td align="left">
									<xref ref-type="bibr" rid="B53">Wild et al. (2005</xref>).</td>
							</tr>
						</tbody>
					</table>
					<table-wrap-foot>
						<fn id="TFN1">
							<p>Fonte: Elaborado pelo autor.</p>
						</fn>
					</table-wrap-foot>
				</table-wrap>
			</p>
			<p>Cinco autores optaram por seguir mais de uma referência de diretrizes para tradução e adaptação transcultural de instrumentos. Além das referências de diretrizes para tradução e adaptação transcultural de instrumentos, alguns autores referenciaram outros artigos em que o processo de tradução e adaptação transcultural de instrumentos foi executado - neste caso, apenas a referência de diretrizes foi utilizada na análise de dados para o resultado.</p>
			<p>Um total de onze autores optou por seguir as diretrizes para a tradução e adaptação transcultural de instrumentos propostas por <xref ref-type="bibr" rid="B29">Guillemin, Bombardier e Beaton (1993</xref>), em “<italic>Cross-cultural adaptation of health-related quality of life measures: literature review and proposed guidelines”</italic>. Esses autores explicam que a adaptação transcultural de um instrumento é composta por uma combinação de tradução literal de palavras e sentenças de um idioma para outro e uma adaptação com relação ao idioma, ao contexto cultural e ao estilo de vida do público-alvo. As diretrizes de Guillemin, Bombardier e Beaton (1993) são compostas por cinco etapas: (1) tradução; (2) retrotradução; (3) comitê de revisão; (4) pré-teste; e (5) possível adaptação dos pesos das pontuações para o contexto cultural.</p>
			<p>Dez autores seguiram as diretrizes propostas pelo <italic>Scientific Advisory Committee (SAC) of Medical Outcomes Trust</italic> (2002), em “<italic>Assessing health status and quality of life instruments: attributes and review criteria”</italic>. As etapas são cinco: (1) tradução; (2) conciliação; (3) retrotradução; (4) harmonização; e (5) teste piloto. O SAC recomenda critérios de padronização para desenvolvimento de protocolos de avaliação de qualidade de vida e validações em outros idiomas que não os originais. Segundo essas diretrizes, para que esses instrumentos possam ser utilizados em outras realidades culturais, eles devem ser traduzidos e adaptados de acordo com as regras internacionais e, em seguida, devem ter suas propriedades de medida demonstradas em um contexto cultural específico. Assim, o instrumento deve ser cuidadosamente traduzido e culturalmente adaptado, fugindo da simples tradução literal que exclui os contextos culturais e sociais. Ao final do processo, o protocolo traduzido e adaptado deve ser testado a fim de verificar sua adequação e validade para a população, o idioma e a cultura em questão, seguindo as regras internacionais de adaptação linguística e equivalência cultural, além de validade, reprodutibilidade, sensibilidade e confiabilidade.</p>
			<p>Cinco desses artigos seguiram as diretrizes de <xref ref-type="bibr" rid="B6">Beaton et al. (2000</xref>) em “<italic>Guidelines for the Process of Cross-Cultural Adaptation of Self-Report Measures”</italic>. As diretrizes propostas por <xref ref-type="bibr" rid="B29">Guillemin em 1993</xref> foram aperfeiçoadas e reformuladas, e foram propostas seis etapas para a tradução e adaptação transcultural de instrumentos (<xref ref-type="bibr" rid="B6">BEATON ET AL. 2000</xref>): (1) tradução; (2) síntese das traduções; (3) retrotradução; (4) comitê de revisão; (5) pré-teste; e (6) submissão da documentação aos autores/comitê. De acordo com as diretrizes de 2000, existem recomendações a serem seguidas para se assegurar a compreensão total do conteúdo da tradução - como o uso de uma linguagem que possa ser compreendida por indivíduos de 10 a 12 anos de idade. Outras recomendações incluem a participação de profissionais qualificados, a repetição dos substantivos no lugar de pronomes e o uso de termos específicos em vez de termos mais gerais, além do uso de uma linguagem mais simples possível e a substituição da voz passiva pela voz ativa. É sugerido, também, que os autores (tradutores) evitem o uso de metáforas e coloquialismos, o modo subjetivo, advérbios e preposições se referindo a onde e quando, formas possessivas, palavras vagas e sentenças com dois verbos diferentes sugerindo ações diferentes.</p>
			<p>Tanto as diretrizes propostas por <xref ref-type="bibr" rid="B29">Guillemin et al. (1993</xref>), quanto por <xref ref-type="bibr" rid="B6">Beaton et al. (2000</xref>), incluem orientações para se atingir uma equivalência semântica, idiomática, experiencial e conceitual entre o texto de partida e sua tradução. De acordo com <xref ref-type="bibr" rid="B6">Beaton et al. (2000)</xref>, a equivalência semântica busca equacionar as dificuldades causadas por significados múltiplos, além de problemas gramaticais que podem surgir no processo de tradução. A equivalência idiomática se refere às expressões idiomáticas e coloquialismos. Nestes casos, expressões equivalentes devem ser usadas ou alguns itens devem ser substituídos. (<xref ref-type="bibr" rid="B6">BEATON ET AL. 2000</xref>). Para <xref ref-type="bibr" rid="B29">Guillemin et al. (1993)</xref>, é mais provável que estas adequações sejam necessárias nas dimensões social e emocional. A equivalência experimental depende das situações evocadas no original se encaixarem no contexto da cultura-alvo. <xref ref-type="bibr" rid="B6">Beaton et al. (2000)</xref> definem este tipo de equivalência como sendo a tradução dos hábitos da vida diária de uma determinada cultura e explicam que uma tarefa específica pode não ser experimentada pelo povo de uma determinada cultura, como, por exemplo, o uso do garfo na alimentação que não é comum a todas as culturas. Já a equivalência conceitual se refere à validade do conceito explorado e às experiências vividas pelas pessoas na cultura-alvo, uma vez que algumas palavras podem apresentar equivalência semântica, mas não conceitual. Ou seja, o conceito de uma palavra varia de cultura para cultura. <xref ref-type="bibr" rid="B6">Beaton et al. (2000)</xref> citam como exemplo o conceito da palavra “família” que pode variar entre culturas, família nuclear ou extensa.</p>
			<p>Três autores seguiram as diretrizes propostas por <xref ref-type="bibr" rid="B46">Reichenheim e Moraes (2007</xref>) em “Operacionalização de adaptação transcultural de instrumentos de aferição usados em epidemiologia”. Essas diretrizes foram adaptadas para uso em estudos epidemiológicos a partir das diretrizes de <xref ref-type="bibr" rid="B31">Herdman, Fox-Rushby e Badia (1998</xref>) em “<italic>A model of equivalence in the cultural adaptation of HRQoL instruments: the universalist approach”</italic>, elaboradas para o desenvolvimento de instrumentos de aferição sobre qualidade de vida. As diretrizes propõem um roteiro básico para o processo de tradução e adaptação transcultural de instrumentos, assumindo a postura “universalista”, que abrange a apreciação de equivalência entre o instrumento original e aquele a ser adaptado.</p>
			<p>Segundo <xref ref-type="bibr" rid="B31">Herdman, Fox-Rushby e Badia (1998</xref>) e <xref ref-type="bibr" rid="B46">Reichenheim e Moraes (2007</xref>), a equivalência deve ser buscada de seis diferentes maneiras: (1) equivalência conceitual; (2) equivalência de item, que tem como finalidade explorar se os diferentes domínios abarcados pelo instrumento original na definição dos conceitos de interesse seriam relevantes e pertinentes ao novo contexto em que o instrumento será utilizado; (3) equivalência semântica, que envolve a transferência de sentido dos conceitos contidos no instrumento original para a versão traduzida; (4) equivalência operacional, que refere a uma comparação entre os aspectos de utilização de um instrumento nas populações-alvo e fonte, de modo que eficácia seja semelhante mesmo que os modus operandi não sejam os mesmos; (5) equivalência de mensuração, que se baseia na investigação das propriedades psicométricas do instrumento vertido; e (6) equivalência funcional, que não é elaborada, pois representa uma síntese das pregressas, como os próprios proponentes do modelo definem - é a etapa que enfatiza a importância de todas as etapas seguidas para se chegar à adaptação transcultural.</p>
			<p>Dois dos autores optaram por seguir as diretrizes de <xref ref-type="bibr" rid="B53">Wild et al. (2005</xref>) em “<italic>Principles of good practice for the translation and cultural adaptation process for patient-reported outcomes (PRO) measures: report of the ISPOR Task Force for translation and cultural adaptation”</italic>. Após identificar uma falta geral de consistência nos métodos atuais e nas diretrizes anteriormente publicadas, esse grupo de autores-pesquisadores percebeu a necessidade de desenvolver uma perspectiva holística que sintetizasse todo o espectro de métodos já publicados. Esse processo resultou no desenvolvimento do documento “<italic>Principles of good practice for the translation and cultural adaptation process for patient-reported outcomes (PRO) measures: report of the ISPOR Task Force for translation and cultural adaptation”</italic>, um relatório sobre os métodos atuais e as diretrizes anteriormente publicadas, uma avaliação de seus pontos fortes e fracos e a proposta de um novo método. A nova proposta foi dividida em onze etapas, de acordo com o resultado obtido no estudo, sendo: (1) preparação, (2) tradução, (3) reconciliação, (4) retrotradução, (5) revisão da retrotradução, (6) harmonização, (7) revisão e aprovação pela autora principal do questionário original, (8) desdobramento cognitivo, (9) análise dos resultados do desdobramento cognitivo (10) revisão e (11) relatório final.</p>
			<p>Dois dos artigos seguiram as diretrizes propostas por <xref ref-type="bibr" rid="B45">Peters e Passchier (2006</xref>) em “<italic>Translating instruments for cross-cultural studies in headache research”</italic>. Trata-se de uma revisão que fornece um esboço das diretrizes e recomendações existentes que podem ser utilizadas para incentivar métodos de tradução rigorosos e de alta qualidade. Esses autores defendem que, além de seguir uma diretriz, é necessário que esse processo seja detalhadamente descrito quando publicado para que leitores e pesquisadores tenham acesso a essa informação. Para obter uma tradução de alta qualidade, <xref ref-type="bibr" rid="B45">Peters e Passchier (2006)</xref> consideram que as etapas a seguir devem ser incluídas no processo de tradução: (1) realizar traduções e retrotraduções; (2) seguir diretrizes para o processo de tradução e adaptação; (3) avaliar a qualidade e a equivalência da tradução; (4) realizar o teste piloto; e (5) avaliar as propriedades psicométricas da versão traduzida, como a consistência interna, a validade, a aplicabilidade e a confiabilidade.</p>
			<p>Um dos autores optou por seguir as diretrizes propostas por <xref ref-type="bibr" rid="B25">Gjersing, Caplehorn e Clausen (2010</xref>) em “<italic>Cross-cultural adaptation of research instruments: language, setting, time and statistical considerations”</italic>. Este artigo ilustrou o processo e os passos necessários para a adaptação transcultural de instrumentos de pesquisa, realizando o processo de tradução e adaptação transcultural de um instrumento como exemplo. Os autores enfatizam que os questionários nem sempre são traduzidos adequadamente antes de serem utilizados em novas configurações temporais, culturais ou linguísticas e por isso sugerem que o processo siga as seguintes etapas: (1) investigação de equivalência conceitual e de item; (2) tradução; (3) síntese das traduções; (4) retrotradução; (5) síntese das retrotraduções; (6) comitê de especialistas; (5) pré-teste do instrumento; (6) revisão do instrumento; (7) investigação da equivalência operacional; (8) teste do instrumento; (9) análise exploratória e de confirmação; e (10) versão final do instrumento.</p>
			<p>Um dos autores não utilizou ou não relatou o uso de nenhuma diretriz para tradução e adaptação transcultural de instrumentos.</p>
		</sec>
		<sec sec-type="conclusions">
			<title>4. Conclusão</title>
			<p>A prática de tradução e adaptação transcultural de instrumentos estrangeiros vem crescendo nos últimos anos, e, consequentemente, pesquisas sobre esta temática têm sido amplamente executadas, o que resultará, em um futuro próximo, na disponibilidade de um maior número de instrumentos de diagnóstico em fonoaudiologia.</p>
			<p>Por serem consideradas bastante completas, as diretrizes verificadas demonstram a grande preocupação que a maioria dos pesquisadores vem tendo ao traduzir e adaptar instrumentos de avaliação em Fonoaudiologia para uso no Brasil. Não por menos, já que esses instrumentos terão grande impacto na prática clínica e na pesquisa e constituirão um passo fundamental para a identificação dos problemas mais frequentes na área fonoaudiológica e de seus fatores de risco, permitindo o melhor planejamento das avaliações, das intervenções e dos tratamentos oferecidos.</p>
		</sec>
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