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			<journal-id journal-id-type="publisher-id">tradterm</journal-id>
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				<journal-title>Revista de Tradução e Terminologia</journal-title>
				<abbrev-journal-title abbrev-type="publisher">Revista de Tradução e Terminologia</abbrev-journal-title>
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			<issn pub-type="ppub">2317-9511</issn>
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				<publisher-name>Centro Interdepartamental de Tradução e Terminologia da Universidade de São Paulo</publisher-name>
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			<article-id pub-id-type="doi">10.11606/issn.2317-9511.v37i0p265-293</article-id>
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					<subject>Articles</subject>
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				<article-title>Análise de <italic>corpora</italic> de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde e proposta de um glossário bilíngue</article-title>
				<article-title xml:lang="en">Analysis of corpora of Integrative and Complementary Practices in Health and proposal for a bilingual glossary</article-title>
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				<contrib contrib-type="author">
					<contrib-id contrib-id-type="orcid">https://orcid.org/0000-0002-4881-0657</contrib-id>
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						<surname>Teixeira</surname>
						<given-names>Luana Mara Almeida</given-names>
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						<surname>Zucchi</surname>
						<given-names>Angela Maria Tenório</given-names>
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				<institution content-type="orgname">Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo</institution>
				<email>luana.mara@ifsp.edu.br</email>
				<institution content-type="original">Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo. E-mail: luana.mara@ifsp.edu.br.</institution>
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				<label>**</label>
				<institution content-type="orgname">Universidade de São Paulo</institution>
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			<pub-date date-type="pub" publication-format="electronic">
				<day>23</day>
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			</pub-date>
			<pub-date date-type="collection" publication-format="electronic">
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				<year>2020</year>
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			<volume>37</volume>
			<issue>1</issue>
			<fpage>265</fpage>
			<lpage>293</lpage>
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					<license-p>Este é um artigo publicado em acesso aberto sob uma licença Creative Commons</license-p>
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			<abstract>
				<title>Resumo</title>
				<p>O ser humano sempre buscou a recuperação e a manutenção da saúde. Além da medicina convencional ou alopática, existem numerosas formas complementares de tratamento, no Brasil chamadas Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS). Por meio da elaboração de <italic>corpora</italic> comparáveis em português e inglês, analisamos a linguagem utilizada por essa área de especialidade. Para realizar este trabalho, utilizamos como referenciais teóricos as bases da Linguística de <italic>Corpus</italic> tratadas por <xref ref-type="bibr" rid="B6">Berber Sardinha (2004</xref>, <xref ref-type="bibr" rid="B5">2009</xref>) e <xref ref-type="bibr" rid="B15">Tagnin (2013</xref>, <xref ref-type="bibr" rid="B14">2015</xref>) e fundamentos da Terminologia tratados por <xref ref-type="bibr" rid="B3">Barbosa (2004)</xref>, <xref ref-type="bibr" rid="B4">Barros (2004)</xref>, <xref ref-type="bibr" rid="B8">Bevilacqua (2005)</xref> e <xref ref-type="bibr" rid="B12">Krieger e Finatto (2004)</xref>. Após abordarmos a compilação dos <italic>corpora</italic>, apresentamos alguns resultados e uma proposta de glossário bilíngue para os termos encontrados, com exemplos de verbetes. Esperamos contribuir com um material de apoio aos tradutores dessa área.</p>
			</abstract>
			<trans-abstract xml:lang="en">
				<title>Abstract</title>
				<p>The human being has always sought for recovery and maintenance of health. In addition to conventional or allopathic medicine, there are numerous complementary forms of treatment, known in Brazil as Integrative and Complementary Practices in Health. By creating comparable <italic>corpora</italic> in Portuguese and English, we analyze the language used in this specialized area. To this end, we use as main theoretical references <italic>Corpus</italic> Linguistics, according to <xref ref-type="bibr" rid="B6">Berber Sardinha (2004</xref>, <xref ref-type="bibr" rid="B5">2009</xref>) and <xref ref-type="bibr" rid="B15">Tagnin (2013</xref>, <xref ref-type="bibr" rid="B14">2015</xref>); and Terminology, according to <xref ref-type="bibr" rid="B3">Barbosa (2004)</xref>, <xref ref-type="bibr" rid="B4">Barros (2004)</xref>, <xref ref-type="bibr" rid="B8">Bevilacqua (2005)</xref> and <xref ref-type="bibr" rid="B12">Krieger and Finatto (2004)</xref>. After explaining the compilation of the corpora, we present some results and a bilingual glossary proposal for the terms found, with examples of entries. We hope to contribute with material to support translators in this area.</p>
			</trans-abstract>
			<kwd-group xml:lang="pt">
				<title>Palavras-chave:</title>
				<kwd>Linguística de <italic>corpus</italic></kwd>
				<kwd>Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS)</kwd>
				<kwd>Terminologia bilíngue</kwd>
				<kwd>Tradução</kwd>
			</kwd-group>
			<kwd-group xml:lang="en">
				<title>Keywords:</title>
				<kwd>Corpus linguistics</kwd>
				<kwd>Integrative and Complementary Practices in Health</kwd>
				<kwd>Bilingual terminology</kwd>
				<kwd>Translation</kwd>
			</kwd-group>
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	</front>
	<body>
		<sec sec-type="intro">
			<title>1. Introdução</title>
			<p>Este artigo pretende descrever as etapas envolvidas na elaboração de um glossário bilíngue no par de línguas e variantes português brasileiro e inglês britânico, na direção português-inglês, da área de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS). Para a realização deste trabalho, utilizamos como arcabouço teórico e metodológico a Linguística de <italic>Corpus</italic> (LC), que tem se mostrado muito pertinente para a elaboração de materiais de apoio aos tradutores, ao possibilitar a análise de grandes quantidades de textos de forma computadorizada e permitir acurada observação da língua em uso, como se pode verificar em <xref ref-type="bibr" rid="B18">Viana e Tagnin (2015</xref>). A utilização de <italic>corpora</italic> tem grande aplicação na confluência das áreas de Terminologia e Lexicografia para a compilação de produtos terminográficos, como glossários e dicionários no âmbito de diferentes línguas de especialidades.</p>
			<p>Sobre o tema escolhido para a elaboração do glossário, são necessárias algumas observações. Em primeiro lugar, é preciso distinguir medicina alopática (vinculada à prescrição de medicamentos farmacêuticos) de Medicina Tradicional. Para a Organização Mundial da Saúde (OMS)<xref ref-type="fn" rid="fn1"><sup>1</sup></xref> (<xref ref-type="bibr" rid="B19">WHO 2002</xref>), Medicina Tradicional (MT) é um termo utilizado para se referir tanto a sistemas como a Medicina Tradicional Chinesa, a Ayurveda Indiana e a Unami Árabe, quanto às várias formas de medicina indígena. A MT inclui terapias com uso de medicação (envolvendo a ingestão de remédios à base de ervas, partes de animais ou minerais) e terapias sem medicação, como no caso da acupuntura, terapias manuais e terapias espirituais.</p>
			<p>A Medicina Tradicional é frequentemente denominada Medicina Complementar, Alternativa ou Não Convencional em países onde o sistema de saúde é baseado na medicina alopática, ou onde a MT não foi incorporada ao sistema nacional de saúde.</p>
			<p>No Brasil, essas técnicas terapêuticas foram chamadas de <italic>Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS),</italic> definidas pela Portaria de nº 971, de 3 de maio de 2006 do Ministério da Saúde/ Gabinete do Ministro, que aprova a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) no Sistema Único Saúde (SUS).</p>
			<p>Posteriormente, foi publicada a Portaria nº 849, de 27 de março de 2017 do Ministério da Saúde, que incluiu mais catorze técnicas terapêuticas na PNPIC, como, por exemplo, Arteterapia, Ayurveda, Meditação e Osteopatia, e em março de 2018 foram incluídas mais dez modalidades de PICS, totalizando 29 práticas reconhecidas no país.</p>
			<p>Embora a PNPIC - SUS não englobe todas as variedades de terapias complementares, alternativas ou não convencionais, optamos por utilizar a nomenclatura Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS) neste trabalho para nos referirmos a todos esses tipos de práticas em saúde, buscando manter a terminologia que já foi institucionalizada por órgãos governamentais. De acordo com a OMS (<xref ref-type="bibr" rid="B20">WHO 2013</xref>), autilização de Medicina Complementar ou Alternativa tem sido cada vez mais objeto de estudos para sua regulamentação em diversos países, além de ter aumentado sua inserção em cursos de nível superior nas últimas décadas. No entanto, mesmo com o aumento de pesquisas na área e a necessidade de uma terminologia padronizada para tratar dessa temática, faltam materiais de apoio para tradutores, pesquisadores e profissionais do ramo, especialmente baseados na metodologia aqui descrita.</p>
			<p>Dada essa lacuna, colocou-se o objetivo da análise de termos das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde e a elaboração de uma proposta de glossário bilíngue com o par linguístico português brasileiro e inglês britânico, observando o uso dos termos em textos escritos originalmente em língua portuguesa para verificar a frequência e os contextos em que ocorrem, bem como a equivalência dos termos em inglês, também analisando textos nesse idioma. Este artigo traz parte dos resultados de pesquisa concluída em dissertação de mestrado, conforme <xref ref-type="bibr" rid="B17">Teixeira (2018</xref>).</p>
			<p>Apresenta-se dividido em cinco partes. A primeira consiste nesta introdução com a justificativa do tema escolhido, a segunda expõe a fundamentação teórica envolvida na pesquisa, a terceira descreve a metodologia empregada na compilação dos <italic>corpora</italic>, a quarta apresenta a discussão dos resultados e a quinta traz um modelo de glossário com alguns exemplos. Por fim, abordamos as considerações finais.</p>
		</sec>
		<sec>
			<title><bold>2. Terminologia e Linguística de <italic>Corpus</italic> para Tradução</bold></title>
			<p>Passamos a seguir à definição de alguns conceitos utilizados neste artigo, sendo o primeiro a Terminologia, que é o “conjunto de termos próprios de um domínio, de um grupo de pessoas ou de um indivíduo” (<xref ref-type="bibr" rid="B10">BOUTIN-QUESNEL 1985</xref>: 17) e tem como unidade-padrão o <italic>termo</italic>. <xref ref-type="bibr" rid="B3">Barbosa (2004</xref>: 58) ressalta que “termo<italic>”</italic> encerra o conjunto formado pela denominação e o conceito que esta denominação comporta para quem a interpreta. Podemos exemplificar com o termo <italic>meridiano,</italic> que possui conceitos diferentes para os profissionais no âmbito das PICS e para aqueles no domínio da Geografia.</p>
			<p>
				<xref ref-type="bibr" rid="B4">Barros (2004</xref>: 40) define &quot;termo&quot; como uma “unidade lexical com um conteúdo específico dentro de um domínio especializado”. Ao tratar dos tipos de obras lexicográficas e terminográficas, a autora distingue dicionário terminológico, no qual devem constar as definições, e glossário, que consiste em uma lista de unidades lexicais ou terminológicas acompanhadas de seus equivalentes em língua(s) estrangeira(s) e que tem como principal característica a ausência de definições (<xref ref-type="bibr" rid="B4">BARROS 2004</xref>: 144).</p>
			<p>No glossário que vamos apresentar, optamos por manter essa característica de não acrescentar definições autorais, porém, selecionando exemplos de contexto de uso que forneçam ao leitor informações relevantes para a compreensão do termo e, sempre que estivessem disponíveis nos <italic>corpora</italic>, incluindo exemplos que apresentem definições.</p>
			<p>Com relação à constituição lexical, os termos podem ser simples (ex. meridiano, aura) ou complexos (ex. terapias complementares, acupuntura sistêmica). De acordo com <xref ref-type="bibr" rid="B12">Krieger e Finatto (2004</xref>: 81), os termos complexos são também chamados de sintagmas terminológicos e abundam nas comunicações especializadas. Abordando a Terminologia do ponto de vista fraseológico, <xref ref-type="bibr" rid="B8">Bevilacqua (2005</xref>: 80) cita também as denominações “unidades sintagmáticas”, “termos complexos ou sintagmáticos”, e elege “unidade fraseológica especializada (UFE)” especialmente para abarcar os fraseologismos que podem ser mais extensos que duas unidades, incluindo verbo e advérbio, e que ocorrem necessariamente com um termo. Nesta pesquisa, optamos por usar “termos complexos”.</p>
			<p>
				<xref ref-type="bibr" rid="B1">Almeida (2006</xref>: 88) aponta etapas importantes a serem cumpridas para a construção de um produto terminológico (glossário, dicionário, mapa conceitual etc.). A autora reforça a necessidade do cumprimento de certos requisitos para garantir a confiabilidade e validade do <italic>corpus</italic> utilizado, reunindo as características levantadas por diversos pesquisadores em: “autenticidade, representatividade, balanceamento, amostragem, diversidade e tamanho”.</p>
			<p>Ainda em relação à geração de glossários especializados, <xref ref-type="bibr" rid="B12">Krieger e Finatto (2004</xref>) descrevem várias etapas fundamentais, como critérios de confiabilidade e organização, questões como o sistema de remissivas e de que forma serão apresentadas as equivalências em língua estrangeira, entre outras. Dentre vários aspectos importantes na elaboração de um glossário, destacamos a microestrutura, referente às escolhas de inclusão e organização dos dados de cada entrada no repertório, e a macroestrutura, relacionada à concepção geral da obra e o conjunto das partes principais que a compõem, como introdução, anexos (quando houver), bibliografia, organização dos verbetes de forma semasiológica (ordem alfabética) ou onomasiológica (temática).</p>
			<p>Uma parte fundamental da macroestrutura é a nomenclatura, conjunto de todas as entradas do glossário. Para sua composição, podem ser levados em consideração fatores qualitativos, como a pertinência do termo para a área de conhecimento estudada, e quantitativos, com base na frequência de uso do termo. Pode acontecer de alguns termos levantados estatisticamente não serem fundamentais à pesquisa, então devem-se aliar fatores qualitativos e quantitativos, ponderando sobre a real representatividade dos termos selecionados dentro de uma área de conhecimento. Para isso, é preciso aliar o embasamento teórico-metodológico da pesquisa com familiaridade profissional na linguagem de especialidade em questão.</p>
			<p>Com uma perspectiva empírica para o estudo da língua em diversas dimensões, a Linguística de <italic>Corpus</italic> (LC) é especialmente útil no estudo da Tradução, por permitir o exame de numerosas ocorrências em língua natural e a observação de repetições e padrões lexicais ou gramaticais, com fundamentos estatísticos e recursos computacionais (<xref ref-type="bibr" rid="B14">TAGNIN 2015</xref>: 19).</p>
			<p>Devido a essa vantagem de analisar a linguagem em seu uso autêntico, de forma ampla e sistematizada, consideramos a LC a metodologia mais adequada para o desenvolvimento deste trabalho. Atrelada ao desenvolvimento da tecnologia, permite a observação de uma grande quantidade de textos (<italic>corpus</italic>) em formato eletrônico, passível de análise por meio de ferramentas computacionais específicas. Assim, dados quantitativos são gerados, permitindo um aprofundamento da investigação além da intuição do pesquisador.</p>
			<p>De acordo com <xref ref-type="bibr" rid="B15">Tagnin (2013</xref>: 216), <italic>corpus</italic> designa uma “coletânea de textos entendidos num sentido amplo, em formato eletrônico, compilados segundo critérios específicos para o estudo a que se propõem”. Dentre os vários tipos de <italic>corpora</italic> existentes, compilamos para esta pesquisa <italic>corpora</italic> comparáveis bilíngues, que apresentam textos originais nos dois idiomas de estudo, ou seja, português brasileiro e inglês britânico.</p>
			<p>Para a análise dos corpora, há recursos computacionais específicos. No Brasil, são três os mais conhecidos: o <italic>Antconc, software</italic> gratuito desenvolvido por Laurence Anthony, da Faculdade de Ciências e Engenharia da Universidade de Waseda; <italic>Sketch Engine,</italic> um gerenciador de corpora e software para análise, idealizado por Adam Kilgarrif e produzido por outros especialistas da <italic>Lexical Computing; e o WordSmith Tools</italic><xref ref-type="fn" rid="fn2"><sup>2</sup></xref> (WST), criado por Mike Scott, da Universidade de Liverpool. Nossa escolha recaiu sobre esse último por ser amplamente utilizado nas universidades brasileiras e por não necessitar de assinatura mensal, mas sim uma única aquisição e instalação na máquina.</p>
			<p>O WST possui três ferramentas básicas (<xref ref-type="bibr" rid="B5">BERBER SARDINHA 2009</xref>): <italic>WordList</italic> produz listas de palavras a partir do <italic>corpus</italic> compilado, ordenadas alfabeticamente ou por frequência; <italic>KeyWords</italic> extrai palavras que, mesmo com frequência relativamente baixa, são relevantes no <italic>corpus</italic> de estudo, em comparação a um <italic>corpus</italic> de referência; <italic>Concord</italic> realiza concordâncias, ou seja, uma listagem com segmentos de texto onde uma palavra selecionada ocorre.</p>
			<p>Tendo em vista a compilação e análise dos <italic>corpora</italic>, são necessárias várias etapas. Primeiramente, é preciso fazer o planejamento do <italic>corpus</italic>, estabelecendo características necessárias para atender aos objetivos aos quais ele se destina. Mesmo assim, podem ser necessários ajustes ao longo da pesquisa, possibilitando que ocorra um balanceamento, que é “o processo pelo qual se garante que um <italic>corpus</italic> seja compilado de forma a manter um equilíbrio entre os tipos textuais que o compõem” (<xref ref-type="bibr" rid="B14">TAGNIN 2015</xref>: 321).</p>
			<p>Após a coleta, dependendo da ferramenta de análise utilizada, há vários processos envolvidos na compilação do <italic>corpus</italic>, como os descritos por <xref ref-type="bibr" rid="B13">Magalhães (2014</xref>), que envolvem: conversão dos arquivos em formato .pdf para .txt com a função <italic>Optical Characters Recognition</italic> (OCR) e revisão sentença por sentença em toda a extensão do texto para verificar a ocorrência e corrigir possíveis erros de OCR. Essa etapa é necessária ao usar o <italic>Antconc</italic> e o <italic>WordSmith Tools</italic>, já o <italic>Sketch Engine</italic> faz análises a partir de <italic>corpus</italic> compilado com documentos em pdf.</p>
			<p>Durante a etapa de seleção das palavras que podem ser candidatas a termo, é necessário utilizar um <italic>corpus</italic> de referência, geralmente de língua geral. Com as ferramentas computacionais, é feita uma comparação do conteúdo do <italic>corpus</italic> de estudo da língua de especialidade com o conteúdo do corpus de referência, que é bem maior. Esse procedimento permite comparar a ocorrência de uma unidade lexical que se caracteriza como termo no âmbito de uma área específica, ou seja, a maior frequência no <italic>corpus</italic> de estudo indica que é “palavra-chave positiva”, conforme denominação usada por <xref ref-type="bibr" rid="B14">Tagnin (2015</xref>: 325). Como <italic>corpus</italic> de referência em português, utilizamos o Lácio Ref e, em inglês, o <italic>British National Corpus</italic> (BNC).</p>
			<p>Finalmente, a etapa de análise dos resultados ocorre por meio das concordâncias, que são listas de todas as ocorrências da palavra de busca em contexto. Esses contextos possibilitam a busca por equivalentes em língua inglesa. No escopo deste artigo utilizamos a noção de equivalência funcional, conforme <xref ref-type="bibr" rid="B7">Bevilacqua (2013</xref>), como a utilização na tradução de elementos linguísticos e culturais que expressem a mesma relação semântica e os mesmos efeitos na língua de partida e de chegada.</p>
			<p>Para compor a nomenclatura - conjunto de todas as entradas - de um glossário, podem ser levados em consideração fatores como a pertinência temática e pragmática. Dada a relevância das denominações dos tipos de tratamentos relativos às PICS nas duas línguas escolhidas, nesta pesquisa, focamos o estudo do uso de substantivos e sintagmas nominais, inserindo no glossário diferentes modalidades de técnicas terapêuticas utilizadas.</p>
		</sec>
		<sec sec-type="materials|methods">
			<title>3. Metodologia e materiais utilizados</title>
			<p>Optamos pela utilização de textos de linguagem escrita para a construção de <italic>corpora</italic> comparáveis bilíngue no âmbito das Práticas Integrativas e Complementares (PICS). Para possibilitar a variabilidade de gêneros textuais, utilizamos quatro gêneros: artigos acadêmicos, livros, <italic>sites</italic> e legislação. A seguir, detalharemos como foram selecionados os textos em ambos os idiomas.</p>
			<sec>
				<title><bold>3.1 Constituição do <italic>corpus</italic> em português</bold></title>
				<p>Os artigos acadêmicos foram escolhidos por poderem demonstrar na prática a linguagem utilizada por pesquisadores, em sua maioria, advindos de áreas da saúde e afins. Os artigos também oferecem a vantagem de serem, geralmente, avaliados por seus pares, o que possibilita uma melhor precisão com relação aos termos empregados nessa área de especialidade.</p>
				<p>Para realizar essa parte da pesquisa, utilizamos a Biblioteca Virtual da Saúde (BVS)<xref ref-type="fn" rid="fn3"><sup>3</sup></xref>, disponível <italic>online</italic>, que realiza a busca em diversos repositórios de textos acadêmicos (artigos, monografias, teses etc.) catalogados como da área da saúde. O próprio site da BVS oferece a possibilidade de realizar alguns filtros nas buscas, como, por exemplo, idioma principal do artigo, ano de publicação, artigos completos disponíveis e país de afiliação.</p>
				<p>Com a busca pelas palavras-chave “Terapias Complementares”, acionamos os filtros para buscar apenas artigos em português, publicados dentro de um período de 20 anos (1995 a 2015), artigos completos disponíveis gratuitamente (aqueles que ofereciam gratuitamente apenas o resumo foram desconsiderados) e afiliados ao Brasil. Limitamos o número de artigos aos primeiros 100, número que consideramos suficiente para a pesquisa. A bibliografia completa dos artigos utilizados está disponível no Apêndice em <xref ref-type="bibr" rid="B17">Teixeira (2018</xref>).</p>
				<p>Nos casos em que o texto completo do artigo aparecia disponível no corpo do site, foi necessário apenas copiar e colar para Word e depois converter para o formato .txt. Nos casos em que o artigo estava disponível em .pdf, foi preciso extrair o texto por meio de OCR e/ou também copiar e colar, transformando o conteúdo em .txt.</p>
				<p>Com relação aos livros utilizados, buscamos aqueles que foram publicados originalmente em português brasileiro (não utilizamos traduções) e verificamos se as publicações se caracterizavam como produção nessa variante da língua portuguesa.</p>
				<p>Ao pesquisar pelas palavras-chave Medicina Integrativa, Terapias Alternativas e Complementares, Terapias Holísticas, Medicina Alternativa e Complementar, encontramos uma profusão de livros disponíveis em grandes livrarias do país. Para limitar a quantidade, decidimos selecionar os livros que se propunham a ser o mais abrangente possível, tratando das terapias e técnicas de forma geral e não abordando apenas uma ou algumas terapias específicas. Esse critério se coaduna com os objetivos de nossa pesquisa, ao ensejar atingir o maior número possível de terapias utilizadas para a elaboração do glossário. Seguindo esses critérios, foram selecionados cinco livros, elencados nas referências de <italic>corpus</italic> em português.</p>
				<p>Dentre esses livros, dois estavam em formato digital e três em formato impresso. Foi necessário escanear completamente os livros impressos e posteriormente utilizar o OCR para extração dos caracteres. Essa etapa foi bastante trabalhosa, pois, embora tenhamos contado com o apoio da tecnologia, foi preciso fazer também uma revisão manual, já que muitos caracteres foram reconhecidos erroneamente.</p>
				<p>No que concerne aos textos de <italic>websites</italic> utilizados, mantivemos apenas os de instituições reconhecidas, pelo critério da confiabilidade, como hospitais e universidades que ofereciam atendimentos e cursos na área, na ocasião da pesquisa. A lista das instituições consta nas referências do <italic>corpus</italic> em português.</p>
				<p>Em síntese, a quantidade de palavras de cada tipo de publicação ficou assim dividida (<xref ref-type="table" rid="t1">Tabela 1</xref>):</p>
				<p>
					<table-wrap id="t1">
						<label>Tabela 1:</label>
						<caption>
							<title>Constituição do corpus em português brasileiro</title>
						</caption>
						<table>
							<colgroup>
								<col/>
								<col/>
							</colgroup>
							<thead>
								<tr>
									<th align="center">Tipos de publicação</th>
									<th align="center">Número de palavras</th>
								</tr>
							</thead>
							<tbody>
								<tr>
									<td align="left">Artigos acadêmicos</td>
									<td align="center">396.313</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">Livros</td>
									<td align="center">294.182</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">Legislação</td>
									<td align="center">27.767</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">Sites</td>
									<td align="center">11.100</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">Total</td>
									<td align="center">704.179</td>
								</tr>
							</tbody>
						</table>
					</table-wrap>
				</p>
			</sec>
			<sec>
				<title><bold>3.2 Constituição do <italic>corpus</italic> em inglês</bold></title>
				<p>Para manter os mesmos critérios de representatividade nos <italic>corpora,</italic> buscamos para a compilação do <italic>corpus</italic> em inglês britânico os mesmos tipos de publicações do <italic>corpus</italic> em português: artigos acadêmicos, livros, legislação (<italic>regulation</italic>) e textos de <italic>websites</italic> de instituições representativas. Procuramos manter o balanceamento por gêneros textuais e por tamanho de <italic>corpus</italic>. Dessa forma, ao realizar a busca por artigos acadêmicos, embora houvesse maior disponibilidade de artigos escritos em inglês do que em português, decidimos selecionar a mesma quantidade de artigos selecionados em português, ou seja, 100 artigos.</p>
				<p>Em busca similar à realizada em português, para artigos em inglês do Reino Unido, utilizamos as palavras-chave <italic>Complementary Therapies</italic> e acionamos os filtros de busca por período (1995 a 2015), idioma do texto (inglês) e país de afiliação da revista ou periódico (Reino Unido). As referências completas dos artigos estão disponíveis no Apêndice em <xref ref-type="bibr" rid="B17">Teixeira (2018</xref>).</p>
				<p>Quanto à publicação em livros, houve outras dificuldades além da grande quantidade disponível: não era possível identificar pela autoria se o texto pertencia à variante de inglês britânico; a aquisição demandava altos recursos financeiros; o tempo de entrega de importação era incompatível com o cronograma de realização da pesquisa. Por esses fatores, selecionamos apenas uma publicação, que consideramos bastante representativa, o manual <italic>Oxford Handbook of Complementary Medicine</italic>, com 424 páginas, escrito por pesquisadores e professores universitários da área de PICS de uma universidade britânica e publicado pela conceituada editora universitária britânica <italic>Oxford University Press</italic></p>
				<p>Com relação ao gênero Legislação/<italic>Regulation</italic>, utilizamos documentos oficiais do parlamento e de conselho regulador britânicos, como constam nas referências do <italic>corpus</italic> em inglês ao final.</p>
				<p>No quesito textos de <italic>websites</italic>, além de material do <italic>site</italic> da associação britânica de terapeutas <italic>Federation of Holistic Therapists</italic> (FHT), selecionamos textos de hospitais e instituições de ensino que ofereciam tratamentos/cursos na área, como constam nas referências do <italic>corpus</italic> em inglês ao final.</p>
				<p>Resumindo, a quantidade de palavras de cada modalidade textual ficou dividida da seguinte forma <italic>(</italic><xref ref-type="table" rid="t2"><italic>Tabela 2</italic></xref><italic>)</italic>:</p>
				<p>
					<table-wrap id="t2">
						<label>Tabela 2:</label>
						<caption>
							<title>Constituição do corpus em inglês britânico</title>
						</caption>
						<table>
							<colgroup>
								<col/>
								<col/>
							</colgroup>
							<thead>
								<tr>
									<th align="center">Tipos de publicação</th>
									<th align="center">Número de palavras</th>
								</tr>
							</thead>
							<tbody>
								<tr>
									<td align="left">Artigos acadêmicos</td>
									<td align="center">489.139</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">Livros</td>
									<td align="center">80.575</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">Legislação</td>
									<td align="center">124.767</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">Sites</td>
									<td align="center">77.628</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">Total</td>
									<td align="center">772.109</td>
								</tr>
							</tbody>
						</table>
					</table-wrap>
				</p>
			</sec>
		</sec>
		<sec sec-type="results">
			<title>4. Análise dos resultados</title>
			<p>Após elaborarmos as listas de palavras nos dois idiomas e as compararmos com os <italic>corpora</italic> de referência para obter as listas de palavras-chave, foi possível selecionar os termos referentes a tipos de terapias utilizados em PICS. Apresentamos nos gráficos (<xref ref-type="fig" rid="f1">Gráfico 1</xref> e <xref ref-type="fig" rid="f2">Gráfico 2</xref>) a seguir as 25 primeiras modalidades de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde nos <italic>corpora</italic> em português e em inglês, de acordo com a ordem de chavicidade, ou seja, o quanto esse termo é representativo para a área em questão. Em alguns casos percebemos que uma das PICS foi mais frequente no <italic>corpus</italic> (número de ocorrências maior), porém, sua chavicidade pode ter sido menor em comparação com o <italic>corpus</italic> de referência.</p>
			<p>
				<fig id="f1">
					<label>Gráfico 1:</label>
					<caption>
						<title>As 25 primeiras PICS no corpus em português, por ordem de chavicidade</title>
					</caption>
					<graphic xlink:href="2317-9511-tradterm-37-01-265-gf1.jpg"/>
				</fig>
			</p>
			<p>A ordem dos termos em português e em inglês em relação à chavicidade não coincidem, como se vê no <xref ref-type="fig" rid="f2">gráfico</xref> a seguir:</p>
			<p>
				<fig id="f2">
					<label>Gráfico 2:</label>
					<caption>
						<title>As 25 primeiras PICS no corpus em inglês, por ordem de chavicidade</title>
					</caption>
					<graphic xlink:href="2317-9511-tradterm-37-01-265-gf2.jpg"/>
				</fig>
			</p>
			<p>Com a lista dos 25 primeiros termos referentes a PICS em português, buscamos os equivalentes em inglês. Realizamos o processo inverso com a lista em inglês. Alguns termos eram presentes em uma lista, porém, não na outra. A<italic>cupressure,</italic> por exemplo, constava entre as 25 primeiras PICS em inglês, enquanto seu equivalente em português, &quot;acupressão&quot;, não estava entre essas primeiras, ainda que tenha ocorrido no <italic>corpus</italic> em português referindo-se ao mesmo tipo de terapia do termo em inglês. A partir dessas duas listas, unificamos os resultados, colocando os termos em ordem alfabética do português, alinhados com seus equivalentes em inglês, na seguinte <xref ref-type="table" rid="t3">Tabela <italic>3</italic></xref>:</p>
			<p>
				<table-wrap id="t3">
					<label>Tabela 3:</label>
					<caption>
						<title>As primeiras PICS nos corpora em português e inglês</title>
					</caption>
					<table>
						<colgroup>
							<col/>
							<col/>
						</colgroup>
						<tbody>
							<tr>
								<td align="left">acupuntura</td>
								<td align="left">acupuncture</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">acupressão</td>
								<td align="left">acupressure</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">(terapia) antroposófica</td>
								<td align="left">anthroposophyic therapy</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">aromaterapia</td>
								<td align="left">aromatherapy</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">(terapia) ayurvédica, Ayurveda</td>
								<td align="left">ayurvedic therapy, Ayurveda</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">biofeedback</td>
								<td align="left">biofeedback</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">calatonia</td>
								<td align="left">calatonia</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">cinesiologia</td>
								<td align="left">kinesiology</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">(terapia) craniossacral</td>
								<td align="left">craniosacral therapy</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">cromoterapia</td>
								<td align="left">colour therapy</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">equoterapia</td>
								<td align="left">equine therapy</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">florais, (terapia) floral, floralterapia</td>
								<td align="left">flower remedies, flower essences</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">fitoterapia</td>
								<td align="left">herbal medicine, herbalism, phythotherapy</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">iridologia</td>
								<td align="left">iridology</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">hipnose, hipnoterapia</td>
								<td align="left">hypnotherapy, hypnosis</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">homeopatia, (terapia) homeopática</td>
								<td align="left">homeopathy</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">hidroterapia</td>
								<td align="left">hydrotherapy</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Massagem</td>
								<td align="left">massage</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">massoterapia</td>
								<td align="left">massagetherapy</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">meditação</td>
								<td align="left">meditation</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">mindfulness</td>
								<td align="left">mindfulness</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">musicoterapia</td>
								<td align="left">musictherapy</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">naturologia</td>
								<td align="left">naturopathy</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">osteopatia</td>
								<td align="left">osteopathy</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">Qigong</td>
								<td align="left">Qigong</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">quiropraxia</td>
								<td align="left">quiropraxy</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">radiestesia</td>
								<td align="left">dowsing</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">reflexologia</td>
								<td align="left">reflexology</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">reiki</td>
								<td align="left">reiki</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">relaxamento</td>
								<td align="left">relaxation</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">shiatsu</td>
								<td align="left">shiatsu</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">termalismo</td>
								<td align="left">balneotherapy</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">yoga, ioga</td>
								<td align="left">yoga</td>
							</tr>
						</tbody>
					</table>
				</table-wrap>
			</p>
			<p>Ao buscarmos os termos equivalentes em ambos os idiomas, percebemos a prevalência da utilização do mesmo radical, o que costuma ser bastante comum em linguagens técnicas e científicas. Quando não foi encontrado o equivalente <italic>prima facie</italic>, buscamos no próprio <italic>corpus</italic> os traços conceptuais da terapia que pudessem identificar o correspondente entre as duas línguas. Entendemos como traço conceptual características inerentes à modalidade terapêutica, sua forma de aplicação, materiais utilizados, local de origem ou criação. Exemplificamos, no <xref ref-type="table" rid="t4">quadro</xref> abaixo, os termos crenoterapia/termalismo e <italic>balneotherapy</italic>, em que o traço conceptual é o uso de águas minerais:</p>
			<p>
				<table-wrap id="t4">
					<table>
						<colgroup>
							<col/>
							<col/>
						</colgroup>
						<tbody>
							<tr>
								<td align="left">crenoterapia: (ver) termalismo</td>
								<td align="left">balneotherapy</td>
							</tr>
							<tr>
								<td align="left">A Crenoterapia consiste na indicação e uso de <bold>águas minerais</bold> com finalidade terapêutica atuando de maneira complementar aos demais tratamentos de saúde (<xref ref-type="bibr" rid="B38">Brasil: Ministério da Saúde, 2006</xref>).</td>
								<td align="left">In contrast to hydrotherapy, which generally employs normal tap water, balneotherapy is defined as baths using thermal <bold>mineral waters</bold> of at least 20°C temperature and a mineral content of at least 1g/L water from natural springs (Boddy, K. et al, 2)</td>
							</tr>
						</tbody>
					</table>
				</table-wrap>
			</p>
			<p>Já o termo 'radiestesia' possui um correspondente cognato <italic>radiesthesia</italic>, porém, o termo mais frequente em inglês para denominar esse tratamento é <italic>dowsing</italic>, e foi através da presença das palavras 'pêndulo' e ‘<italic>pendulum</italic>’, que é o instrumento utilizado para essa terapia, que chegamos a <italic>dowsing</italic> como equivalente para radiestesia.</p>
			<p>O <italic>corpus</italic> foi compilado de forma balanceada e representativa, contudo, em alguns casos, mesmo seguindo o procedimento de busca de equivalentes acima mencionado, não foi possível encontrar um que fosse satisfatório, levando-nos a realizar pesquisas na <italic>Web</italic> para identificar a equivalência e buscar exemplos de uso, tendo em vista a elaboração do glossário bilíngue. Possivelmente, a ausência de alguns termos que denominam certas terapias pode estar relacionada a fatores culturais, ou seja, a terapia pode não ser amplamente adotada naquela cultura.</p>
			<p>Observamos, tanto no <italic>corpus</italic> em português como no <italic>corpus</italic> em inglês, a tendência à utilização de nomes estrangeiros nas terapias originárias de culturas orientais: “reiki”, do Japão; “shiatsu”, da China; “Ayurveda” e “Yoga”, da Índia. Em um primeiro momento, podem ter sido chamados “estrangeirismos”, denominação usada para elementos de outro idioma, externos ao vernáculo e que, usados em contextos relativos a outra cultura, “imprimem uma cor local do país a que faz referência”, conforme explica <xref ref-type="bibr" rid="B2">Alves (1990</xref>: 73) sobre neologismo.</p>
			<p>Uma vez incorporados no acervo lexical, indicando denominações para práticas de uso já consolidadas no Brasil e no Reino Unido, são empréstimos com adaptação ortográfica ocidental, como demonstraram os <italic>corpora</italic> em inglês e português, sendo que em português ocorre também a variante “ioga”, que se</p>
			<p>adequa às letras do alfabeto mais utilizadas em português.</p>
			<p>Alguns pontos devem ser destacados em relação ao termo “fitoterapia”. No <italic>corpus</italic> em português ele ocorreu 510 vezes, porém, o possível equivalente de mesmo radical, <italic>phytotherapy</italic>, ocorreu somente 15 vezes no <italic>corpus</italic> em inglês.</p>
			<p>Verificamos, então, por meio das linhas de concordância, grande ocorrência de <italic>herbal medicine</italic> (315 vezes). Ao efetuar a busca por <italic>herbal medicine*,</italic> que possibilita o retorno da forma no plural, <italic>herbal medicines</italic>, as ocorrências totalizaram 567, enquanto <italic>herbalism</italic> ocorreu 44 vezes.</p>
			<p>Há indícios no <italic>corpus</italic> de que <italic>herbal medicine</italic> seja o equivalente mais adequado para “fitoterapia”, seguido de <italic>herbalism</italic>, enquanto <italic>phytotherapy,</italic> no corpus, é uma variante utilizada em menor escala. Dessa forma, podemos endossar o que diz <xref ref-type="bibr" rid="B15">Tagnin (2013</xref>: 19) sobre convencionalidade, como aquilo &quot;que é aceito de comum acordo&quot;. Em inglês britânico vemos a preferência pelo uso de <italic>herbal medicine</italic> enquanto em português brasileiro se usa 'fitoterapia'. Seria possível uma tradução como <italic>phytotherapy,</italic> mas não é a mais frequente ou mais convencional no <italic>corpus</italic> analisado.</p>
			<p>Em relação ao termo “florais”, no plural, encontramos 674 ocorrências, enquanto a forma no singular, “floral”, ocorreu 255 vezes. Dessas, 120 ocorrências foram do sintagma terminológico “terapia floral”. A variante “floralterapia” apareceu 9 vezes no <italic>corpus.</italic> Em inglês apareceram as variações <italic>flower essence(s)</italic>, 68 vezes, e <italic>(Bach) flower remedies</italic>, 36 vezes. É importante ter em mente que os florais de Bach são apenas um dos tipos existentes e disponíveis como terapia. Durante a etapa de compilação dos <italic>corpora,</italic> encontramos menção a mais de oitenta sistemas florais diferentes, desenvolvidos no Brasil e em diversos outros países.</p>
			<sec>
				<title>4.1 O termo terapia</title>
				<p>Ao analisarmos a lista de palavras-chave em português, observamos que o termo simples “terapias” apareceu na quarta posição, com 855 ocorrências. Sua forma no singular, “terapia”, ocorreu 811 vezes, ocupando a décima-sétima posição na lista de palavras-chave.</p>
				<p>Ao aprofundarmos o estudo do referido termo, verificamos que ele dá origem a numerosos outros termos, formando modalidades de terapia por composição e, também, termos complexos, com mais de uma palavra. Excluindo os termos que não são específicos das PICS (como fisioterapia, psicoterapia, quimioterapia e radioterapia), encontramos 63 termos formados pelos processos de composição por aglutinação ou justaposição, como aromaterapia, arteterapia, cristalterapia, cromoterapia, dançaterapia, equoterapia, fitoterapia, floralterapia, hidroterapia, hipnoterapia, magnetoterapia, massoterapia, musicoterapia e reflexoterapia.</p>
				<p>Com relação aos termos complexos, verificamos a prevalência de hiperônimos (termos que englobam várias modalidades terapêuticas): terapia alternativa, terapia complementar, terapia complementar e alternativa, terapia energética, terapia holística, terapia integrativa, terapia natural, terapia não convencional e terapia tradicional. Ocorreram ainda, em menor frequência, alguns termos complexos referentes a terapias específicas, como, por exemplo, terapia antroposófica, terapia floral e terapia ortomolecular.</p>
				<p>Em busca similar no <italic>corpus</italic> em inglês, encontramos 5349 entradas para <italic>therap*</italic>, com ocorrências na forma singular (<italic>therapy</italic>) e plural (<italic>therapies</italic>), além de <italic>therapist</italic> e <italic>therapeutic</italic>.</p>
				<p>Também realizamos a busca para <italic>*therapy</italic> (posição do asterisco que possibilita o retorno de termos compostos) e obtivemos o resultado de 2936 entradas. Excluindo-se aqueles que não são exclusivos da linguagem das PICS, como <italic>chemotherapy, physiotherapy, psychotherapy, radiotherapy,</italic> encontramos apenas sete termos referentes a modalidades terapêuticas específicas: <italic>aromatherapy, auriculotherapy, balneotherapy, hirudotherapy, hydrotherapy, hypnotherapy</italic> e <italic>phytotherapy.</italic></p>
				<p>Em compensação, os termos complexos foram abundantes em inglês, como se verificou também em português. Houve ocorrência de termos complexos na condição de hiperônimos, como <italic>alternative therapy, mind-body therapy, CAM therapy</italic> (sigla para <italic>complementary and alternative therapy), complementary therapy, energy therapy, holistic therapy, manipulative therapy, manual therapy, natural therapy</italic> e <italic>unconventional therapy.</italic> Como designação específica para as modalidades de PICS, encontramos 34 termos, por exemplo, <italic>anthroposophic therapy, art therapy, colour therapy, crystal therapy, equine therapy, flower essence therapy, herbal therapy, magnet therapy, massage therapy</italic> e <italic>music therapy.</italic></p>
			</sec>
			<sec>
				<title>5. Proposta de glossário bilíngue</title>
				<p>Com os resultados obtidos, utilizamos alguns termos referentes a tipos de terapias e suas variantes para a demonstração de entradas no glossário. A macroestrutura adotada apresenta a lista de entradas de forma semasiológica, ou seja, em ordem alfabética.</p>
				<p>A microestrutura do glossário apresenta o termo-entrada em português em negrito, possíveis variantes (outras denominações em português, se houver) por ordem de frequência no <italic>corpus</italic>, exemplos do termo inserido ao contexto de uso do <italic>corpus</italic> de língua original em português, fonte do contexto em português, contexto e fonte das variantes em português, se necessário.</p>
				<p>Em seguida, aparece o termo correspondente em inglês, também em negrito, variantes em inglês (se houver) por ordem de frequência, exemplo de contexto de uso em inglês, fonte do contexto em inglês, exemplos das variantes e fonte do contexto em inglês, quando necessário, para facilitar a compreensão sobre a utilização do termo.</p>
			</sec>
			<sec>
				<title>5.1 Exemplos de verbetes do glossário bilíngue de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde</title>
				<p>A <xref ref-type="table" rid="t5">seguir</xref>, exemplificamos o modelo de glossário, apresentando os verbetes em ordem alfabética, e seus equivalentes em inglês. Os termos são aqueles referentes às dez primeiras modalidades de PICS entre os 25 apresentados no gráfico do item 4. Salientamos que os exemplos não são tradução um do outro, mas sim contextos autênticos extraídos dos <italic>corpora</italic> de cada idioma.</p>
				<p>
					<table-wrap id="t5">
						<table>
							<colgroup>
								<col/>
							</colgroup>
							<thead>
								<tr>
									<th align="left">acupuntura</th>
								</tr>
							</thead>
							<tbody>
								<tr>
									<td align="left">A acupuntura emprega uma faceta da medicina tradicional chinesa e um de seus pilares é a teoria do Yin/Yang, outro é a teoria dos canais e colaterais (meridianos), que em número de 14 estão de tal forma envolvidos, que constituem uma verdadeira &quot;malha energética&quot; espalhada pelo corpo (TASHIRO<italic>ET AL</italic>, 2001).</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left"><bold>acupuncture</bold></td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">Acupuncture aims to restore the balance of qi in the body, by inserting fine needles to stimulate specific ‘acupoints’ that run along each of the meridians (<xref ref-type="bibr" rid="B46">FHT, 2017</xref>).</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left"><bold>aromaterapia</bold></td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">Aromaterapia é a arte e a ciência que visa promover a saúde e o bem-estar do corpo, da mente e das emoções, através do uso terapêutico do aroma natural das plantas por meio de seus óleos essenciais (BRITO, 2013).</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left"><bold>aromatherapy</bold></td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">Aromatherapy is the systematic use of essential oils and absolutes in holistic treatments to improve physical and emotional well-being (<xref ref-type="bibr" rid="B42">GRCCT, 2017</xref>).</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left"><bold>fitoterapia</bold></td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">Etimologicamente, vem das palavras gregas <italic>phyton</italic> (plantas) e <italic>therapeia</italic> (tratamento), ou seja, tratamento por meio das plantas (2). A fitoterapia caracteriza-se pela prática do uso de plantas, ou de suas partes, com a finalidade de prevenir, aliviar ou curar um processo patológico (BETTEGA, 2011).</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left"><bold>herbal medicine, herbalism, phytotherapy</bold></td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">Herbal Medicine is the study of the medicinal qualities of plants, and their practical applications, to heal the symptoms and cause of disease (<xref ref-type="bibr" rid="B48">SCHOOL OF NATURAL MEDICINE UK, 2017</xref>).</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">Herbalism - Definition: The medicinal use of preparations that contain exclusively plant material (<xref ref-type="bibr" rid="B40">BODDY, K. ET AL, 2008</xref>).</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left"><bold>florais, terapia floral, floralterapia</bold></td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">A partir dos ensinamentos de Edward Bach vários novos <bold>sistemas florais</bold> foram desenvolvidos em diversas partes do mundo, preparados com flores diferentes e em ecossistemas com propriedades peculiares e diferentes (<xref ref-type="bibr" rid="B22">COSTEIRA, 2015</xref>).</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">A Terapia Floral utiliza essências de flores, em extratos líquidos naturais e altamente diluídos (<xref ref-type="bibr" rid="B22">COSTEIRA, 2015</xref>).</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left"><bold>flower essences, flower remedies</bold></td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">Flower essences are diluted extracts of various types of flowers and plants, similar in many ways to homeopathic remedies (<xref ref-type="bibr" rid="B46">FHT, 2017</xref>).</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">Bach and other flower remedies -- The theory behind flower remedies is that flowers contain the life force of the plant and this is imprinted into water through sun infusion which is used to make the flower remedy (HOUSE OF LORDS, 2017).</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left"><bold>homeopatia; (medicina) homeopática</bold></td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">A homeopatia, sistema médico complexo de caráter holístico, baseada no princípio vitalista e no uso <bold>da lei dos semelhantes</bold>, foi enunciada por Hipócrates no século IV a.C. Foi desenvolvida por Samuel Hahnemann no século XVIII (<xref ref-type="bibr" rid="B39">BRASIL: MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2006</xref>).</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left"><bold>homeopathy; homeopathic medicine</bold></td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">Therefore, homeopathy is based on the idea of treating 'like with like' by administering hugely diluted versions of basically dangerous substances, such that a dose given to a patient may not contain even a single molecule of the active principle (HOUSE OF LORDS, 2017).</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left"><bold>massagem</bold></td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">Ninguém duvida do poder relaxante de uma boa massagem, mas os profissionais da área ainda lutam para diferenciar uma simples sessão antiestresse (feita até no shopping) de uma intervenção capaz de fazer o corpo reagir a algum desconforto ou problema de saúde (<xref ref-type="bibr" rid="B21">ALMEIDA <italic>ET AL</italic>, 2015</xref>).</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left"><bold>massage</bold></td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">Massage involves working the soft tissue of the body, to ease day-to-day stresses and muscular tension, and promotes relaxation (<xref ref-type="bibr" rid="B46">FHT, 2017</xref>).</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left"><bold>meditação</bold></td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">Dentre essas técnicas, uma das mais conhecidas e estudadas é a meditação. O termo refere-se a uma variedade de práticas que visam focar ou controlar a atenção. Podem ser praticadas por muitos motivos, como promover calma e relaxamento físico, melhorar o equilíbrio psicológico, ajudar a enfrentar uma doença, ou estimular a saúde e o bem-estar geral (<xref ref-type="bibr" rid="B31">HOSPITAL SÍRIO-LIBANÊS, 2017</xref>).</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left"><bold>meditation</bold></td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">Meditation: a series of techniques used to relax a patient to facilitate deep reflection and a clearing of the mind (HOUSE OF LORDS, 2017).</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left"><bold>naturologia</bold></td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">A Naturologia estuda práticas e métodos naturais, tradicionais e modernos para o cuidado humano. Visa à expansão, manutenção e recuperação da saúde, bem como à melhoria da qualidade de vida e ao equilíbrio do ser humano com o ambiente e com a sociedade. Utiliza-se de práticas integrativas e complementares em saúde (<xref ref-type="bibr" rid="B37">UNIVERSIDADE DO SUL DE SC, 2017</xref>).</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left"><bold>naturopathy</bold></td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">Naturopathy is a discipline of accumulated knowledge of effective natural therapies, diet and lifestyle in practice, and does not have a single originator (<xref ref-type="bibr" rid="B48">SCHOOL OF NATURAL MEDICINE UK, 2017</xref>).</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left"><bold>relaxamento</bold></td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">Relaxamento - Técnica corporal desenvolvida com a finalidade de acalmar o corpo e a mente quando impregnados de estresse, tensão muscular e agitação mental, incompatíveis com o bem-estar e a paz necessários à vida dos seres humanos (<xref ref-type="bibr" rid="B22">COSTEIRA, 2015</xref>).</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left"><bold>relaxation</bold></td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">Relaxation therapy - Definition: Techniques for eliciting the ‘relaxation response’ of the autonomic nervous system (<xref ref-type="bibr" rid="B40">BODDY, K. <italic>ET AL</italic>, 2008</xref>).</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left"><bold>yoga, ioga</bold></td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">Ioga é um sistema filosófico-prático que conta com metodologias para a unificação dos diferentes elementos do psiquismo humano. Em todas as técnicas deste sistema o praticante busca eliminar sua agitação e ter um domínio harmônico de si mesmo (SILVA; LAGE, 2006).</td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left"><bold>yoga</bold></td>
								</tr>
								<tr>
									<td align="left">Yoga is a series of poses and breathing exercises to work the body and relax the mind (<xref ref-type="bibr" rid="B46">FHT, 2017</xref>).</td>
								</tr>
							</tbody>
						</table>
					</table-wrap>
				</p>
			</sec>
		</sec>
		<sec sec-type="conclusions">
			<title>6. Considerações finais</title>
			<p>Este artigo teve como objetivo apresentar uma análise da terminologia de Práticas Integrativas e Complementares em Saúde, com o uso de <italic>corpora,</italic> e descrever as etapas de elaboração de um modelo de glossário, buscando trazer uma contribuição à tradução dessa área de especialidade.</p>
			<p>Concluímos que a metodologia utilizada ajudou a produzir um material de consulta mais condizente com o padrão de uso na área, como descrito em relação ao termo “fitoterapia”, cujo equivalente mais frequente foi <italic>herbal medicine,</italic> demonstrando que a equivalência <italic>prima facie</italic> nem sempre está de acordo com o que é usado na prática.</p>
			<p>Esperamos que ao realizar este estudo tenhamos colaborado com o desenvolvimento de materiais de apoio para a busca e utilização de termos adequados em português e inglês na área de conhecimento das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde, para auxiliar o trabalho de tradutores, pesquisadores e terapeutas, que procuram promover a saúde e o bem-estar, algo tão necessário para o desenvolvimento de nossas potencialidades.</p>
		</sec>
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	<back>
		<fn-group>
			<fn fn-type="other" id="fn1">
				<label>1</label>
				<p>OMS em português e WHO em inglês. Foi consultada a versão em inglês do documento, por isso a sigla WHO - World Health Organization, como consta nas referências.</p>
			</fn>
			<fn fn-type="other" id="fn2">
				<label>2</label>
				<p>
					<ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="https://lexically.net/wordsmith/version6/">https://lexically.net/wordsmith/version6/</ext-link>
				</p>
			</fn>
			<fn fn-type="other" id="fn3">
				<label>3</label>
				<p>À época da pesquisa, <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="http://www.bireme.br/php/index.php">http://www.bireme.br/php/index.php</ext-link>. Atualmente direciona para <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="http://bvsalud.org/">http://bvsalud.org/</ext-link>.</p>
			</fn>
		</fn-group>		
        <ref-list>
			<title>Referências bibliográficas</title>
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					<article-title>A Teoria Comunicativa da Terminologia e a sua prática</article-title>
					<source>ALFA</source>
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					<source>Neologismo. Criação Lexical</source>
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					<article-title>Estrutura e formação do conceito nas línguas especializadas: tratamento terminológico e lexicológico</article-title>
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				<mixed-citation>UNIVERSITY OF GREENWICH (HADLOW COLLEGE). Equine Sports Therapy and Rehabilitation, BSc (Hons). Disponível em: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="http://www.gre.ac.uk/ug/pc/bsc-hons-equine-sports-therapy-and-rehabilitation">http://www.gre.ac.uk/ug/pc/bsc-hons-equine-sports-therapy-and-rehabilitation</ext-link>&gt;. Acesso em: 24 abr. 2017.</mixed-citation>
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