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				<journal-title>Revista de Tradução e Terminologia</journal-title>
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				<publisher-name>Centro Interdepartamental de Tradução e Terminologia da Universidade de São Paulo</publisher-name>
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			<article-id pub-id-type="doi">10.11606/issn.2317-9511.v28i0p7-8</article-id>
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					<subject>Editorial</subject>
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				<article-title>Apresentação do dossiê “Literatura russa em tradução”</article-title>
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						<surname>Vássina</surname>
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					<institution content-type="original">Comissão de Publicações do CITRAT. Professora do DLO/FFLCH da Universidade de São Paulo.</institution>
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				<year>2023</year>
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					<license-p>Este é um artigo publicado em acesso aberto sob uma licença Creative Commons</license-p>
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		<p>Organizamos o dossiê “Literatura russa em tradução” para prestar homenagem ao Professor Boris Schnaiderman (1917-2016), nosso grande mestre, tradutor, pesquisador e profundo conhecedor da literatura russa. Sua contribuição para a difusão da literatura russa no Brasil é absolutamente inestimável; foi pioneiro em traduzir diretamente do russo para o português e, graças à maestria de suas traduções, muitos brasileiros se tornaram leitores apaixonados pelos escritores e poetas russos.</p>
		<p>Abre este Dossiê a entrevista de Paulo Bezerra, um dos mais importantes e reconhecidos tradutores da literatura russa. Ele fala sobre o legado que Boris deixou para os tradutores: a concepção do texto traduzido como algo inacabado, suscetível a modificações. O artigo de Walter Costa é dedicado à analise de um método peculiar por meio do qual Boris produzia e editava suas traduções. Graziela Schneider Urso apresenta um panorama da literatura russa em tradução direta no Brasil, desde as primeiras publicações, na década de 1930, até os dias atuais, enquanto Denise Regina Sales se debruça sobre o recurso do <italic>skaz</italic> que, identificado e preservado na tradução literária, ajuda a preservar o tom coloquial, a identidade linguística do narrador e o ritmo da narrativa. A pesquisadora estrangeira, Shafag Dadashova busca explorar a questão de autotradução nas autobiografias de Nabókov.</p>
		<p>A segunda parte do Dossiê está representada pela legião dos “filhos” de Boris Schnaiderman, que foi o primeiro a formar uma escola de tradução da literatura russa, aliás, a única na América Latina. Publicamos os artigos dos jovens tradutores - mestres, doutorandos e doutores do curso de Letras Russas, fundado pelo professor. Formados sob sua influência, eles continuam o trabalho iniciado pelo mestre e apresentam, aqui, suas analises das abordagens tradutológicas dedicadas aos textos dos escritores e poetas russos e soviéticos.</p>
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