Às vezes é feio, mas tá na moda! Potência e limites do giro decolonial

Autores/as

Palabras clave:

Giro decolonial, Eurocentrismo, Raça, Colonialidade, Epistemologia

Resumen

Partindo de uma problematização dos interesses em jogo em usos recentes do repertório decolonial, procuramos expor as potências das primeiras formulações decoloniais, descrever as contribuições que lhes foram agregadas posteriormente e apresentar suas fragilidades. Para isso, apresentamos suas duas principais bases: a crítica ao eurocentrismo, particularmente direcionada à difusão do conhecimento, e o debate sobre a “raça” como estruturante de dimensões político-econômico-culturais, teorizada no conceito de colonialidade do poder. Depois, destacamos algumas das perspectivas que adicionam novos entendimentos ao conceito de colonialidade e apontamos contradições do giro decolonial. Finalizamos pleiteando o resgate da potência dessa abordagem a partir da exposição de seus limites, com vistas à sua tradução ao Brasil e para além dos modismos.

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Biografía del autor/a

  • Leo Name, Universidade Federal da Bahia

    é Arquiteto e Doutor em Geografia. É Professor Adjunto na Universidade Federal da Bahia e líder do grupo de pesquisa ¡DALE! Decolonizar América Latina e seus espaços. Pesquisa a decolonização na América e no Caribe.

  • Tereza Maria Spyer Dulci, Universidade Federal de Ouro Preto

    possui Graduação e licenciatura plena em História e doutorado em História Social. Atualmente é Professora Associada da Universidade Federal de Ouro Preto e vice-líder do grupo de pesquisa ¡DALE! Decolonizar América Latina e seus espaços. Desenvolve pesquisas na linha de colonialidade/decolonialidade e movimentos sociais.

Referencias

Publicado

2023-12-22

Cómo citar

Name, L., & Dulci, T. M. S. (2023). Às vezes é feio, mas tá na moda! Potência e limites do giro decolonial. Revista V!RUS, 1(26), 29-40. https://revistas.usp.br/virus/article/view/228455