Envíos

INSTRUÇÕES PARA OS AUTORES

- Os artigos enviados para publicação devem ser originais inéditos, não sendo permitida sua apresentação simultânea em outro periódico nacional; 

- Em consonância com o escopo editorial adotado, a ARS prioriza artigos que contribuam de forma inequívoca com o debate acerca da arte e cultura contemporâneas, da história, teoria e crítica de arte e de temas correlatos. Estes, quando contemplados, precisam manter como horizonte de diálogos, de forma inequívoca, as artes plásticas, interesse primeiro do periódico -- a publicação de textos estritamente de outras áreas, como cinema, teatro, literatura, entre outras, fica a critério exclusivo do corpo editorial. 

- Artigos apresentados à ARS devem decorrer de pesquisas realizadas no âmbito da pós-graduação. Assim, os autores devem estar vinculados a programas de pós-graduação, nacionais ou internacionais, ou ter realizado pesquisa acadêmica na pós-graduação;

- Após prévia avaliação dos Editores, os artigos são submetidos aos pareceristas ad hoc (em sistema de avaliação cega por pares), que podem aceitar, recusar ou sugerir alterações ao autor;

- Os artigos submetidos com múltipla autoria são revisados com o entendimento de que todos os autores listados estão de acordo com a submissão e que a versão final do artigo foi vista e aprovada por todos os coautores; 

- As normas para preparação de artigos, que devem seguir as diretrizes da ABNT, devem ser consultadas antes do envio do manuscrito e podem ser acessadas neste link.

- Todos os trabalhos aprovados quando da sua publicação final na ARS receberão seu Digital Object Identifier (DOI).

 

Tipos de documentos aceitos

 Manuscritos nos idiomas português, inglês, espanhol e francês são aceitos como submissão e publicação, nas seguintes categorias: 

·         Artigo Original

·         Ensaio

·         Entrevista

·         Tradução

A revista Ars aceita a submissão de preprints do servidor SciELOPreprints. A aceitação de preprints de outros servidores será analisada pelos editores do periódico.

  

Contribuição dos Autores

No caso de artigos com múltipla autoria, poderão ser listados como coautores apenas aqueles que desempenharam todas as seguintes funções: contribuição substancial para a concepção ou elaboração do artigo, escrita do rascunho inicial ou revisão de conteúdo da versão final e aprovação da versão submetida. Todos os coautores assumem a responsabilidade pelos dados e pelas informações do artigo. Orientadores e orientadoras, quando não cumprirem as funções acima delimitadas, não devem ser listados como coautores;

- Submissões múltiplas de um mesmo autor ou de um mesmo artigo não serão encaminhadas para avaliação, cabendo ao autor a responsabilidade de garantir que haja apenas uma submissão vigente no sistema por vez;

 

Preparação do Manuscrito

- Os artigos enviados para publicação devem ser originais inéditos, não sendo permitida sua apresentação simultânea em outro periódico nacional; 

- Em consonância com o escopo editorial adotado, a ARS prioriza artigos que contribuam de forma inequívoca com o debate acerca da arte e cultura contemporâneas, da história, teoria e crítica de arte e de temas correlatos. Estes, quando contemplados, precisam manter como horizonte de diálogos, de forma inequívoca, as artes plásticas, interesse primeiro do periódico -- a publicação de textos estritamente de outras áreas, como cinema, teatro, literatura, entre outras, fica a critério exclusivo do corpo editorial. 

- Artigos apresentados à ARS devem decorrer de pesquisas realizadas no âmbito da pós-graduação. Assim, os autores devem estar vinculados a programas de pós-graduação, nacionais ou internacionais, ou ter realizado pesquisa acadêmica na pós-graduação;

- Após prévia avaliação dos Editores, os artigos são submetidos aos pareceristas ad hoc (em sistema de avaliação cega por pares), que podem aceitar, recusar ou sugerir alterações ao autor;

- Os artigos submetidos com múltipla autoria são revisados com o entendimento de que todos os autores listados estão de acordo com a submissão e que a versão final do artigo foi vista e aprovada por todos os coautores; 

- As normas para preparação de artigos, que devem seguir as diretrizes da ABNT, devem ser consultadas antes do envio do manuscrito e podem ser acessadas neste link.

 

  • Submissões devem conter, impreterivelmente, os seguintes metadados, referentes a todos os autores: código de inscrição na plataforma ORCID; filiação; resumo biográfico.
  • Ao realizar uma submissão, os autores declaram estar cientes dos compromissos éticos que lhes são correspondentes, descritos na seção "Política de promoção da ética na publicação acadêmica", e que se colocam em concordância com as diretrizes éticas expressas.
  • Serão considerados artigos submetidos apenas os que cumprirem todas as normas gerais aqui descritas.
  • O manuscrito deve ser enviado em formato Word.
  • Deve-se observar estritamente as normas descritas nas Diretrizes para Autores, inclusive as regras relativas ao envio de imagens (conferir nas diretrizes para autores o item "Detalhamento sobre a formatação de imagens").
  • Autores comprometem-se a não manter duas submissões simultâneas no sistema.
  • Todos os autores de artigos submetidos à Ars devem ter vínculo com a pós-graduação superior ou igual ao nível de mestrado, não sendo exigido que esta etapa já tenha sido finalizada no momento do envio da contribuição. Artigos escritos em coautoria com estudantes da graduação não serão enviados para avaliação.
  • Traduções:  as traduções serão avaliadas segundo a importância e pertinência do texto traduzido e devem ter, no máximo, 9.000 palavras. No mais, seguem as normas dos artigos. Devem também vir acompanhadas de autorização do autor e do original do texto.

 

Formato de Envio dos Artigos

Diretrizes para normatização dos textos

 

I. ELEMENTOS GERAIS DO TEXTO

Elementos requeridos para a submissão de manuscritos:

·         Título em três idiomas: português, inglês, espanhol (ou francês)

·         Resumo nos mesmos três idiomas do título

·         Até 5 palavras-chave nos três idiomas

·         Nome dos autores

·         Autores com afiliação completa

·         ORCID dos autores

·         E-mail do autor de contato

·         Informar sobre financiamento dos artigos

·         Declaração informando que a pesquisa foi aprovada por um comitê de ética institucional

·         Referências bibliográficas

 

 Formatação

Artigos, traduções e ensaios devem ser submetidos em formato MS Word (.doc) ou OpenOffice usando fonte Times New Roman, corpo 12. Os parágrafos devem ser justificados e com entrelinhas em espaço 1,5. As páginas devem ser tamanho A4, com margens superiores e inferiores de 2,5 cm, e margens laterais de 3 cm.

Os textos podem ser acompanhados por até 10 imagens, preferencialmente coloridas, com resolução de 300 dpi, salvas em jpeg ou tiff (imagem vertical: 24 x 18 cm; imagem horizontal: 24 x 36 cm).

Não deve constar nenhuma identificação de autoria no documento, haja vista a avaliação às cegas por pares.

 

Padronização

1.Os artigos devem ter entre 4.000 e 10.000 palavras;

2. Traduções devem ter, no máximo, 9.000 palavras. Devem também vir acompanhadas de autorização do autor por escrito e do texto original.

3.No cabeçalho dos textos deve ser indicado o título sem qualquer menção à autoria, haja vista a avaliação cega por pares.

4.Todas as informações de autoria e instituição/afiliação (Departamento, Faculdade e Universidade na qual leciona ou realiza pós-graduação) devem ser preenchidas somente no campo “autoria/metadados” do sistema OJS e não devem ultrapassar o limite de 120 palavras.

5.Os textos devem ser acompanhados de:

a) título, com a respectiva versão em inglês e em espanhol. Em português e espanhol, recomenda-se que os títulos sejam escritos com maiúscula apenas na inicial da primeira palavra e dos nomes próprios. Em inglês, excetuando-se artigos, preposições e conjunções, as demais palavras devem ser capitalizadas. b) resumo, com no máximo 120 palavras, que sintetize os propósitos, métodos e conclusões do texto, acompanhada de respectiva versão em inglês (abstract) e espanhol (resumen). c) palavras-chave, no mínimo 3 e no máximo 5, separadas por ponto-e-vírgula, que identifiquem o conteúdo do artigo, com a respectiva versão em inglês (keywords) e espanhol (palabras-clave).

6. Notas de rodapé devem ser indicadas por algarismos arábicos em ordem crescente e devem ser inseridas após os sinais de pontuação, conforme exemplo a seguir. Devem ser usadas para indicar referências adicionais e imprescindíveis, comentários do autor e a citação de materiais como comunicações pessoais, anotações de aulas, trabalhos de eventos não publicados, por exemplo. Recomenda-se que sejam relativamente curtas, em função do layout da revista.

texto,¹ texto;² texto:³

texto¹ – texto²) texto.³

texto?¹ texto!² texto...³

7. Algarismos e numerais entre 0 e 10 devem ser grafados por extenso (ex.: zero, um…). Do 10 em diante, em numerais.

8. Os termos em idiomas diferentes do idioma do texto devem ser grafados em itálico. No entanto, palavras em língua estrangeira que representam um nome próprio – títulos de exposições, instituições etc. – não devem ser grafados em itálico.

9. Títulos de obras e livros devem ser grafados apenas com a inicial da primeira palavra maiúscula, excetuando-se os nomes próprios. No corpo do texto, títulos devem aparecer italicizados. Em inglês, todas as palavras, salvo artigos, preposições e conjunções, devem ser capitalizadas:

Outros critérios: confrontos com a arte do século XX; A forma difícil: ensaios sobre arte brasileira; História da arte no Brasil; Blaise Cendrars no Brasil e os modernistas.

Painters and Public Life in Eighteenth-Century France; Farewell to an Idea: Episodes from a History of Modernism.

a) Títulos de jornais, revistas e obras seriadas recebem maiúsculas em todas as palavras, excetuando-se as preposições, quando for esta a grafia adotada pela publicação. Assim como os livros, devem aparecer italicizados:

Jornal da Tarde, Literatura e Sociedade, Novos Estudos Cebrap, Folha de S. Paulo.

b) Para revistas acadêmicas, só se deve colocar a expressão “revista” para os casos em que, sem ela, o nome desaparece. Quando houver um nome independente da instituição que a publica, não é necessário o uso da expressão. Os títulos devem aparecer italicizados:

Revista USP; Revista do IEB; Revista do Livro.

Ars; Modos; Magma; Literatura e Sociedade; Novos Estudos Cebrap.

c) Qualquer referência à parte de uma obra (capítulo, seção de livro, episódio de um filme, ensaio de revista, artigo de jornal, verbete de dicionário etc.) deve ser citada entre aspas, sem itálico e em minúsculas (salvo os nomes próprios ou quando a capitalização for uma escolha editorial – por exemplo, História da Arte):

“O métier de Manet” (capítulo de livro); “O Cinema Novo diante da modernização conservadora (seção de livro); “A difícil História da Arte Brasileira” (artigo de jornal); “Contraposto” (verbete).

d) Quando obras estrangeiras (livros, filmes, músicas, poesias, poemas, obras de arte etc.) forem mencionadas no texto, recomenda-se usar o título apenas em português, caso houver uma versão brasileira consagrada. Caso contrário, deve-se indicar uma sugestão de título junto à primeira ocorrência:

O capital; Grundrisse der Kritik der politischen Ökonomie [Elementos fundamentais para a crítica da economia política].

 

Ativos Digitais

Formatação de imagens 

1. As imagens devem estar em jpeg, tiff ou png e ter 300 dpi (dimensões aproximadas de 17 x 24 cm, proporção que pode variar de acordo com a imagem).

2. Os autores devem fornecer as legendas das imagens e indicar, entre parênteses, a posição em que as figuras devem aparecer no corpo do texto (figura X). As legendas de imagens incluídas ao longo do texto devem seguir o seguinte padrão:

Figura (número em ordem crescente). Nome, sobrenome, Título em itálico, ano. Técnica, dimensões em cm. Acervo/Fonte (nome de museu, coleção, livro etc., se houver), cidade (se houver).

3. A revista não se responsabiliza pela obtenção do copyright de imagens.

4. Os autores devem providenciar as imagens que queiram incluir em seus textos.

5. A revista se reserva o direito de não publicar imagens sem a qualidade necessária para sua correta veiculação.

6. Todas as imagens, seguindo as especificações indicadas anteriormente, devem ser anexadas no momento de submissão sob a aba “Outros” na plataforma OJS.

 

Citações e Referências

I. CITAÇÕES E REFERÊNCIAS NO CORPO DO TEXTO

1. As citações de até três linhas devem estar entre aspas e no corpo do texto. As intervenções feitas nas citações (introdução de termos e explicações) devem ser colocadas entre colchetes. As omissões de trechos da citação podem ser marcadas por reticências entre parênteses.

“[A adoração ao popular na arte brasileira] se justificava como sendo a preservação dos valores nacionais (...). Em consequência, a arte nacional popular opta por uma espécie de mimetismo do popular no sentido de querer se expressar como ele.” (Zilio, 1982, p. 39).

2. Acima de três linhas, a citação deve vir destacada em recuo de 4 cm da margem esquerda, sem aspas, em tamanho 10. O espaçamento das entrelinhas da citação deve ser simples; entre o texto e a citação utiliza-se espaçamento de 6 (antes da citação) e 12 cm (depois da citação).

3. Todas as referências bibliográficas mencionadas ao longo do texto devem ser indicadas conforme sistema autor-data logo após a citação ou o nome do autor:

a) Se o nome do autor aparecer antes da citação, os dados devem aparecer ao lado do nome:

Essas informações, levantadas por Aracy Amaral (2013) (...).

Ao tratar da pintura de Jasper Johns, Leo Steinberg (2008, p. 69) diz que “os objetos que incorpora em seus quadros são aqueles igualmente desinteressantes para o mendigo e para o milionário”.

b) Após uma citação, deve-se apresentar, entre parênteses, o sobrenome do(s) autor(es), ano de publicação e página da citação. O sobrenome do autor deve vir apenas com a primeira letra em caixa alta, e a(s) página(s), antecedida(s) de p. (no caso de uma única página ou de um intervalo):

(Amaral, 1998, p. 13)

Devemos considerar que os objetos que Johns “incorpora em seus quadros são aqueles igualmente desinteressantes para o mendigo e para o milionário” (Steinberg, 2008, p. 69).

c) Se houver mais de um autor, deve-se citar os dois, ligados por ponto-e-vírgula:

(Ferreira; Cotrim, 2006, pp. 176-177)

c) Mesmo que o sobrenome seja claramente uma expressão composta, como Sales Gomes, Almeida Prado, Buarque de Holanda deve-se indicar apenas o último: Gomes, Prado, Holanda.

d) Quando há citação de trabalhos de autores diferentes, deve-se separá-los por ponto e vírgula, dentro dos parênteses:

Esse assunto foi abordado por autores consagrados (Candido, 1993; Kayser, 1976; Rosenfeld, 1985).

d) Caso haja duas obras de autor com a mesma data (publicadas no mesmo ano), deve-se evitar a confusão indicando com letra minúscula cada uma das edições. A atribuição das letras deve seguir a ordem em que cada referência aparece na bibliografia (a que aparece primeiro lugar recebe a letra a, em segundo lugar, a letra b, e assim por diante). Na bibliografia ao final, os títulos também deverão ter a indicação da letra correspondente:

(Rosenfeld, 1985a, p. 45), (Rosenfeld, 1985b, p. 101).

e) No caso de trechos parafraseados, e não citados literalmente, no corpo do texto, a referência bibliográfica deve ser introduzida por “cf.”:

Ao tratar da pintura de Jasper Johns, Leo Steinberg diz que os objetos por incorporados em suas telas são desinteressantes do ponto de vista de classe (cf. Steinberg, 2008, p. 69).

f) Ao citar uma passagem de um autor que não foi consultada diretamente, mas a partir de sua menção em outra obra, deve-se colocar a expressão “apud” (em minúscula e sem itálico), expressão latina que equivale a “referido por”, “citado por”:

O interesse de Worringer pela abstração e pela chamada arte primitiva coincidia, como ele mesmo veio a afirmar, “com a predisposição de todo um período em reorientar, fundamentalmente, seus padrões de valor estético” (apud Arnheim, 2004, p. 53).

g) Se uma obra for citada mais de uma vez em seguida, deve-se repetir a indicação conforme sistema autor-data:

Com esse professor que, segundo Marta R. Batista, é um “pintor hoje totalmente esquecido” (Batista, 2006, p. 56), a artista paulista se iniciou no “segredo da composição da cor” (Batista, 2006, p. 57).

h) Quando houver aspas nos trechos de citações com mais de três linhas, deve-se substituí-las por aspas simples:

Pode uma cultura imposta, e, portanto, artificial, transplantada por ordem do colonizador, ‘vingar’ numa terra pobre e sem preparo para recebê-la, com sua problemática social e humana insolucionada, e poderia essa cultura frutificar como ‘muda que pega de galho’? (Amaral, 2013, p. 162)

i) Se uma citação trouxer uma expressão em itálico, não é necessário dizer que o grifo é do autor da obra; mas se o autor do artigo quiser colocar itálico numa ou mais expressões, deve registrar o fato:

(Xavier, 2014, p. 57, grifo(s) meu(s)).

j) Nos casos em que o trecho citado for traduzido pelo autor do artigo, deve-se indicar o fato ao final dos parênteses:

(Diderot, 2008, p. 95, tradução minha).

Alternativamente, o autor também pode inserir uma nota de rodapé, após a ocorrência da primeira tradução de sua autoria, com os seguintes dizeres: “Exceto quando indicado, todas as traduções são de autoria do(a) autor(a) deste artigo”

k) No caso de citação longa (superior a três linhas), a indicação bibliográfica deve vir ao final da citação, depois do ponto final, pois entende-se que este se refere ao texto citado:

A história da arte da Antiguidade que me propus escrever não é mera crônica de épocas e das transformações que aquela experimentou, posto que tomo a palavra história no sentido mais amplo que tem na língua grega, e é minha intenção procurar apresentar um sistema. (Winckelmann, 1972, p. 104)

Caso o trecho citado seja introduzido por um texto/paráfrase, seja no corpo do texto ou nas notas, a pontuação vem após a referência, pois entende-se que esta se refere não à citação, mas ao texto como um todo:

Conforme afirma Winckelmann (1972, p. 104) a respeito de seu método historiográfico, “tomo a palavra história no sentido mais amplo que tem na língua grega, e é minha intenção procurar apresentar um sistema”.

l) Uma obra mencionada só deve trazer as referências bibliográficas se de fato for citada; a simples menção da obra não requer dado nenhum, a não ser, por exemplo, que o autor queira registrar o ano da primeira edição.

m) Quando se trata de uma citação retirada de documento depositado em arquivo, que não será citado na bibliografia, a referência na nota de rodapé basta, não sendo necessário colocá-la no corpo do texto.

4. Todas as referências citadas ao longo do texto devem ser reunidas e apresentadas ao final do artigo, sob o item "Referências", e devem seguir o modelo especificado no item III. Obras complementares que porventura não tenham sido citadas ao longo do texto devem ser incluídas ao final do arquivo sob a chancela “Referências complementares”.

 

II. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

As referências devem ser organizadas utilizando-se o sistema alfabético.

A indicação completa da obra deve contar com os seguintes dados: sobrenome (em caixa alta) e nome do autor; título de parte da obra (capítulo, por exemplo, quando for o caso); título da obra; organizador (se houver); tradutor (opcional, se houver); número da edição; cidade; casa editora; ano; número das páginas (se estiver citada uma parte da obra).

Qualquer dado adicional só deve aparecer se for importante para o contexto.

1. Quando forem citadas duas obras de um mesmo autor, o nome do autor deve aparecer por completo nas duas vezes (e não com um traço no lugar do nome), em ordem cronológica decrescente. Caso haja coincidência quanto ao ano da publicação de textos de um mesmo autor, faz-se uso das letras do alfabeto em ordem crescente, após o ano de publicação (ver idem 3.d. do tópico anterior).

2. Deve-se deixar o espaço de uma linha entre as obras citadas.

3. Em obras com título e subtítulo, o primeiro deve ser grafado em negrito e separado do segundo por meio do uso de dois pontos:

SIMIONI, Ana Paula Cavalcanti. Profissão artista: pintoras e escultoras acadêmicas brasileiras. São Paulo: Edusp, 2008.

4. As referências bibliográficas em língua estrangeira seguem as mesmas normas descritas.

5. Quando a obra não trouxer algum dado da edição, anotar com abreviaturas entre colchetes: [s.l.] sem lugar de publicação; [s.e.] sem editora; [s.d.] sem data; [s.p.] sem página.

6. Formato das citações:

a) Livros: SOBRENOME, Nome. Título do livro em negrito. Edição. Cidade: Editora, ano.

ADORNO, Theodor W. Teoria estética. Lisboa: Edições 70, 2006.

i) Livro com organizador: FERREIRA, Glória (org.). Brasil: Figuração x Abstração no final dos anos 40. São Paulo: Instituto de Arte Contemporânea - IAC, 2013.

ii) Livro com dois autores: DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. O anti-Édipo / trad. Luiz B. L. Orlandi. São Paulo, Editora 34, 2011.

iii) Livro com três ou mis autores: CONDURU, Roberto et al. (org.). Encontros com a arte contemporânea. Vila Velha: Museu Vale, 2017.

iv) Livro com título e subtítulo: SCHWARCZ, Lilia Moritz. O sol do Brasil: Nicolas-Antoine Taunay e as desventuras dos artistas franceses na corte de d. João. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.

b) Capítulos de livros:

SOBRENOME, Nome. Título do capítulo. In SOBRENOME, Nome (do organizador da obra; se for o mesmo autor do capítulo, suprimir a referência ao autor e seguir diretamente para indicação do título da obra, antecedido por “In”). Título do livro em negrito. Cidade: Editora, ano, pp. 0-0.

CLARK, T.J. We Field-Women. In CLARK, T.J. Farewell to an Idea: Episodes from a History of Modernism. New Haven and London: Yale University Press, 2001, pp. 55-137.

c) Artigo em periódico:

SOBRENOME, Nome. Título do artigo. Título do periódico em negrito, Cidade de publicação, vol., n., p. 0-0, mês abreviado. ano.

ZILIO, Carlos. As batalhas de Araújo Porto Alegre. ARS, São Paulo, vol. 13, n. 26, pp. 92-103, 2015.

d) Teses e dissertações:

SOBRENOME, Nome. Título da tese/dissertação em negrito: complemento do título sem negrito. Ano. Tese/ Dissertação (Doutorado/ Mestrado em Área X) – Faculdade X, Universidade X, Cidade.

BITTENCOURT, Renata. Um dândi negro: o retrato de Arthur Timótheo da Costa de Carlos Chambelland. 2015. Tese (Doutorado em História da Arte) - Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas.

e) Documentos obtidos em meios eletrônicos:

SOBRENOME, Nome. Título do artigo. Título do periódico em negrito. Cidade: Editora, vol., fascículo, pp. 0-0, mês, ano. Disponível em: <URL completo do documento>. Acesso em: dia mês abreviado ano.

SIMIONI, Ana Paula Cavalcanti. Le voyage à Paris: L’Académie Julian et la formation vers 1900. Cahiers du Brésil Contemporain, Paris, Maison des Sciences de L’Homme, n. 57/58-59/60, 2004-2005, pp. 261-281. Disponível em: < http://www.revues.msh-paris.fr/vernumpub/D-5-Simioni.pdf>. Acesso em: 4 nov. 2022.

f) Filmes:

Título do filme em negrito (ano de lançamento), Direção, Roteiro, País de produção, min, Son., color./pb.

As estátuas também morrem (1953), Dir: Chris Marker e Alain Resnais, Roteiro: Chris Marker, França, 30’, Son., pb.

g) Entrevistas:

i) Em periódicos: SOBRENOME, Nome (do entrevistado). Título da entrevista (se houver). [Entrevista concedida a] Nome do entrevistador. Título do periódico, local de publicação, vol., n., pp. 0-0, mês abreviado, ano.

CANDIDO, Antonio. A Literatura é um direito humano fundamental. Entrevista a Luis Augusto Fischer, Flávio Loureiro Chaves e Flávio de Azevedo e Souza. Ponto e Vírgula. Porto Alegre, ano 1, n. 2, pp. 6-9, maio-jun. 1991.

ii) Em livros: SOBRENOME, Nome (do entrevistado). Título da entrevista (se houver). [Entrevista concedida a] Nome do Entrevistador. In Título do livro em negrito. Edição. Cidade: Editora, ano, pp. 0-0.

GUILBAUT, Serge. Historiadores del arte hoy. Entrevista concedida a Yves Michaud. In GUILBAUT, Serge. Los espejismos de la imagen en los lindes del siglo XXI. Madri: Ediciones Akal, 2009, pp. 107-112.

 

Documentos Suplementares

No momento de submissão do manuscrito também solicitamos o envio do Formulário sobre conformidade com a Ciência Aberta

 

Declaração de Financiamento

Fontes de Apoio 

No caso de artigos resultantes de pesquisas financiadas por órgãos de fomento, é necessária a identificação da instituição financiadora, nome do edital e número do processo, quando houver, inseridos em nota de rodapé (preferencialmente no título do artigo).

Já o apoio recebido de pessoas físicas pode ser indicado na seção “Agradecimentos”.