Transgêneros teatrais

práticas de liberdade na cena brasileira

Autores

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2238-3999.v8i1p41-97

Resumo

O presente ensaio busca analisar na produção teatral contemporânea brasileira estratégias cênicas e discursivas que descortinem, conforme Adrienne Rich, a “via da heterossexualidade compulsória”. Sendo assim, o propósito aqui é observar certas confluências temático-formais entre os respectivos debates a respeito dos estudos de gêneros artísticos e sexuais. O intuito é menos o de classificar do que o de revelar diferenças, a partir de um exercício instável de justaposição, entre as práticas teatrais brasileiras e alguns enquadramentos teóricos encontrados no âmbito dos estudos de gênero e sexualidade. Como pano de fundo residem as seguintes questões: em que medida tais estudos podem revelar um novo olhar sobre as teorias do teatro? O questionamento dos sistemas normativos de gênero e sexualidade equivalem às desconfianças quanto às taxonomias artísticas?

Palavras-chave: Teatro Contemporâneo Brasileiro, Estudos Queer, Teatro Queer, Transfobia.

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Biografia do Autor

  • Manoel Silvestre Friques, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO)

    Professor do Departamento de Engenharia de Produção da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e do PPG em Artes da Cena da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Doutor em História pela PUC-Rio, foi pesquisador visitante na Columbia University (2015-2016).

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Publicado

2018-06-30

Como Citar

Friques, M. S. (2018). Transgêneros teatrais: práticas de liberdade na cena brasileira. Revista Aspas, 8(1), 41-97. https://doi.org/10.11606/issn.2238-3999.v8i1p41-97