Aberracirco: dramaturgias trans freak na construção de mundos (im)possíveis

Autores

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2238-3999.v16i1p39-53

Palavras-chave:

Circo freak, Dramaturgias trans, Fabulações aberrantes, Aberracirco

Resumo

É possível construir outros imaginários sem ser esmagade pelo lastro histórico, econômico e social da colonização? Partindo dessa questão, discuto produções dramatúrgicas de artistas circenses trans brasileires a partir do que denominei aberracirco, isto é, práticas contemporâneas de circo freak. Analiso, em particular, Cabaret Delirium, um espetáculo cênico de variedades concebido por Lua Marques, artista não binárie, e realizado em Desterro no período entre 2025 e 2026. Em diálogo com Jota Mombaça, Donna Haraway, Isadora Ravena, Lucas Dilacerda e Frantz Fanon, examino como essas fabulações aberrantes desafiam as noções de humanidade, civilização e os limites do possível.

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Biografia do Autor

  • Juno Nedel Mendes de Aguiar, Universidade do Estado de Santa Catarina

    Doutorando no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), com fomento do CNPq. Integra o grupo de pesquisa Imagens Políticas – Poéticas Políticas da Cena Contemporânea, investigando o circo freak no Brasil. Mestre em História e bacharel em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Organizador do livro Circo em Transição (2023).

Referências

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Publicado

2026-08-14

Como Citar

Aguiar, J. N. M. de. (2026). Aberracirco: dramaturgias trans freak na construção de mundos (im)possíveis. Revista Aspas, 16(1), 39-53. https://doi.org/10.11606/issn.2238-3999.v16i1p39-53