Gênero e emoções na publicidade da imprensa feminina
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2316-9133.v28i2p260-280Palavras-chave:
gênero, feminilidades, imprensa feminina, emoções, revistasResumo
Com base na análise das peças publicitárias de produtos cosméticos presentes em exemplares da década de 1920 da revista A Cigarra e do ano de 2016 da revista Marie Claire, buscarei demonstrar as permanências e descontinuidades nos discursos regulatórios de gênero a respeito dos estilos de feminilidades veiculados por essas publicações. Procuro discutir como, apesar das inúmeras conquistas femininas no decorrer desses quase cem anos que as distanciam, muito do discurso publicitário da década de 1920 se apresenta de maneira semelhante às publicações voltadas para as mulheres na atualidade, por vezes se reinventando em relação à forma, mas se mantendo fiel a um conteúdo historicamente implícito sobre o papel feminino hegemônico em nossa sociedade. Aliado a isso, procuro analisar ainda como o discurso publicitário se apropria de uma “linguagem das emoções” baseada nos papéis tradicionais de gênero a fim de se aproximar de seu público-alvo.
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Autorizo a Cadernos de Campo - Revista dos Alunos de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade de São Paulo (PPGAS-USP) a publicar o trabalho (Artigo, Ensaio, Resenha, Tradução, Entrevista, Arte ou Informe) de minha autoria/responsabilidade assim como me responsabilizo pelo uso das imagens, caso seja aceito para a publicação.
Eu concordo a presente declaração como expressão absoluta da verdade, também me responsabilizo integralmente, em meu nome e de eventuais co-autores, pelo material apresentado.
Atesto o ineditismo do trabalho enviado.
eISSN: 2316-9133