Refúgio ocupado
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2316-9133.v25i25p381-382Resumen
É crescente nos noticiários a quantidade de informações sobre os refugiados. As mídias cedem cada vez mais espaço àquilo que chamam, na Europa, de crise migratória” e, no caso brasileiro, de “invasão de haitianos”, posterior ao terremoto que devastou o país caribenho. Nas ruas de diversas metrópoles, do Brasil e do mundo, conhecidas por seu caráter cosmopolita, surgem outras línguas, cores, estampas e sabores, e frequentemente temos a impressão de nunca ter visto tantas culturas em um mesmo lugar. O tema tem se tornado objeto de reflexão não apenas na imprensa, mas também nos debates antropológicos. Embora os grandes deslocamentos e as diásporas, causados muitas vezes por motivos como a guerra, a fome ou a perseguição político-religiosa, não sejam assuntos tão novos para a disciplina, as características que vêm adquirindo nos últimos anos desdobram-se em novas problematizações e abordagens que justificam o espaço dedicado ao tema neste número da Cadernos de Campo.
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