Tambores de Maracatu de Baque Virado: redes e afetações

Autores/as

  • Marcel Costa Azeredo Colégio IEPS
  • Adilson Silva Mello Universidade Federal de Itajubá image/svg+xml
  • Carlos Alberto Máximo Pimenta Universidade Federal de Itajubá image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2316-9133.v33i1pe217130

Palabras clave:

Cultura, Maracatu, Construtor de tambor, Rede, Artefato

Resumen

Es una reflexión entre saberes y dinámicas culturales, a través de las interacciones que promueve el maracatu de baque virado, con énfasis en el constructor de tambor. Se justifica por la escasa producción académica que sitúa al constructor de tambor como foco principal del estudio, con el objetivo de revelar los elementos humanos y no humanos de este actor y su compleja red socio técnica. Se realizó un estudio de campo que incluyó observaciones de cómo el artefacto requiere que el constructor forme una red, entrevistas con los actores (el constructor y los compradores de los tambores elaborados por él) y registros visuales de los artefactos con el objetivo de dar significación al tambor. En un esfuerzo de síntesis, los elementos que componen la red tamborilera (afectaciones, mediaciones, agencias, controversias) fueron revelados durante los procesos de fabricación de artefactos, considerando la dimensión de la generación de rentas y sus imposiciones.

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Biografía del autor/a

  • Marcel Costa Azeredo, Colégio IEPS

    Mestre em Desenvolvimento, Tecnologia e Sociedade pela Universidade Federal de Itajubá; graduação em Psicologia pela Universidade José do Rosário Vellano. Psicólogo e Professor no Colégio IEPS. Coordena o Grupo de Maracatu de Baque Virado da Serrada Mantiqueira.

  • Adilson Silva Mello, Universidade Federal de Itajubá

    Professor associado da Universidade Federal de Itajubá; doutorado pelo Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo; mestrado em Ciências da Religião pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo; graduação em Filosofia pela Faculdade de Filosofia, Ciências Humanas e Letras das Faculdades Associadas do Ipiranga. Professor e Pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento, Tecnologias e Sociedade. Coordenador do GEPE de Ciências Sociais e Desenvolvimento do Instituto de Engenharia de Produção e Gestão da Universidade Federal de Itajubá.

  • Carlos Alberto Máximo Pimenta, Universidade Federal de Itajubá

    Professor associado da Universidade Federal de Itajubá; doutorado em ciências sociais pela Universidade Católica de São Paulo; mestrado em ciências sociais pela Universidade Católica de São Paulo; graduação em ciências jurídicas pela Universidade de Taubaté; membro do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento,  Tecnologias e Sociedade da UNIFEI e coordenador do Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Desenvolvimento.

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Publicado

2024-05-17

Número

Sección

Etnografias de bolso

Cómo citar

Azeredo, M. C. ., Mello, A. S. ., & Pimenta, C. A. M. . (2024). Tambores de Maracatu de Baque Virado: redes e afetações. Cadernos De Campo (São Paulo, 1991), 33(1), e217130. https://doi.org/10.11606/issn.2316-9133.v33i1pe217130