Hacer antropología en el movimiento del buey: la inestabilidad como principio epistemológico en el Bumba meu boi

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2316-9133.v35i1pe250030

Palabras clave:

Bumba meu boi, Hechura, Movimiento, Inestabilidad, Etnografía

Resumen

A partir de la experiencia de acompañar al Boi da Fortaleza, en Cururupu (Maranhão), durante la fiesta del Bumba Meu Boi, este ensayo reflexiona sobre las relaciones entre hacer, movimiento y producción de conocimiento antropológico. Siguiendo los procesos de construcción, uso, desgaste, muerte y renovación del buey-artefacto, así como los conflictos e improvisaciones que atraviesan la celebración, sostengo que la inestabilidad no constituye un obstáculo que deba superarse, sino una condición de su existencia. Inspirado en las formas en que los participantes responden a las contingencias, propongo la inestabilidad como un principio epistemológico para la práctica antropológica.

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Biografía del autor/a

  • Vitor Sampaio Soares, Universidade de São Paulo

    Doutorando em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo (USP), mestre em Antropologia Social pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e pesquisador no Coletivo ASA (Artes, Saberes e Antropologia) e no Projeto Temático FAPESP Métis (Artes e semânticas da criação e da memória).

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Publicado

2026-09-08

Número

Sección

Dossier de Etnografía de Bolsillo - Excesos, sobras y perturbaciones en la práctica antropológica

Cómo citar

Soares, V. S. (2026). Hacer antropología en el movimiento del buey: la inestabilidad como principio epistemológico en el Bumba meu boi . Cadernos De Campo (São Paulo, 1991), 35(1), e250030. https://doi.org/10.11606/issn.2316-9133.v35i1pe250030