Literatura do movimento: a narrativa boliviana da migração
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2317-9651.i31p78-103Palavras-chave:
migração, movimento, narrativa boliviana contemporâneaResumo
Este artigo desenvolve a ideia de que parte da produção literária contemporânea boliviana pode ser considerada uma "literatura do movimento", uma vez que se concentra na configuração de diversos modos de migração, inúmeras maneiras de figurar espacialidades atreladas a representações subjetivas particulares. Neste texto, apresentarei dois movimentos em particular: de um lado, o impacto da chegada de estrangeiros ao solo nacional e, de outro, a imaginação, o desejo, da migração; a narração do momento anterior a essa migração. Para tanto, desenvolvi um corpus restrito aos contos "La venezolana" (2022), de Rodrigo Urquiola Flores, "Cuando llueve parece humano" (2021), de Giovanna Rivero, e o romance Seúl, São Paulo (2021), de Gabriel Mamani Magne.
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