Julgar é preciso... (considerações sobre o pensamento de Hannah Arendt)

Autores/as

  • August Bach Universidade Estadual de Campinas. Centro de Lógica e Epistemologia e História da Ciência

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.1517-0128.v2i09p17-40

Palabras clave:

política, filosofia, Hannah Arendt, juízo

Resumen

Este artigo pretende iluminar algumas das mais famosas e amplamente discutidas idéias de Hannah Arendt, tais como a banalidade do mal, a natureza do terror totalitário, espaço público, sua distinção entre pensamento e ação, na tentativa de compreendermos sua concepção de história e de juízo político. Será este último a ponte entre o pensamento e a ação política? Meu esforço neste ensaio é o de mostrar como Arendt esteve preocupada, desde o início de sua obra, com a procura de um modo de vida político autêntico que ainda não foi devidamente compreendido até mesmo pelos mais sensíveis de seus comentadores. Eu também me detenho acerca da importância de sua idéia de juízo reflexivo, noção muito fecunda que permanece, todavia, bastante alusiva.

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Biografía del autor/a

  • August Bach, Universidade Estadual de Campinas. Centro de Lógica e Epistemologia e História da Ciência

    Pesquisador Associado. 

Referencias

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Publicado

2006-10-31

Número

Sección

Artigos

Cómo citar

Bach, A. (2006). Julgar é preciso... (considerações sobre o pensamento de Hannah Arendt). Cadernos De Ética E Filosofia Política, 2(09), 17-40. https://doi.org/10.11606/issn.1517-0128.v2i09p17-40