On the concept of inoperosity in the recent philosophy of Giorgio Agamben

Authors

  • Daniel Arruda Nascimento Universidade Federal do Piauí

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.1517-0128.v2i17p79-101

Keywords:

Political philosophy – Giorgio Agamben – inoperosity.

Abstract

This work aims to examine the concept of inoperosità proposed by Giorgio
Agamben – in the last phases of his project entitled Homo Sacer – and pointed as a possible
vehicle of evasion of the diagnosis of sovereign power and bare life’s hypertrophy.
Proceeding to the reading and analysis of Il regno e la gloria, published in 2007, and Nudità,
published in 2009, the text that follows might not only reclaim the genesis of the concept
but it might also try to demonstrate how the concept arises to those that dedicate themselves
to the task of thinking contemporary politics, without leaving behind the question
about its pervasion force. In this context it is also important to investigate how the notion
of inoperosity may be conceptually absorbed as well as to study the appropriated ways
to disarticulate the dispositives of power – which are operative principles both to the
relation between law and violence, as the relation between culture and knowledge.

Downloads

Download data is not yet available.

References

AGAMBEN, G. La comunità che viene. Torino: Bollati Boringhieri, 2001.

AGAMBEN, G. Homo sacer: il potere sovrano e la nuda vita. Torino: Piccola Biblioteca Einaudi, 2005.

AGAMBEN, G. Homo sacer: o poder soberano e a vida nua. Trad. Henrique Burigo. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2004.

AGAMBEN, G. Il tempo che resta: un commento alla Lettera ai Romani. Torino: Bollati Boringhieri, 2000.

AGAMBEN, G. Le temps qui reste: um commentaire de l’Épître aux Romains. Trad. Judith Revel, Paris: Bibliothèque Rivages, 2000.

AGAMBEN, G. Stato di eccezione. Torino: Bollati Boringhieri, 2004.

AGAMBEN, G. Che cos’è un dispositivo?. Roma: Nottetempo, 2006.

AGAMBEN, G. Il regno e la gloria: per una genealogia teologica dell’economia e del governo. Vicenza: Neri Pozza, 2007.

AGAMBEN, G. Nudità. Roma: Nottetempo, 2009.

ARENDT, H. “Que é autoridade?”. In: Entre o passado e o futuro. Trad. Mauro W. Barbosa de Almeida. São Paulo: Perspectiva, 1972.

ARISTÓTELES. Metafísica. Trad. Leonel Vallandro. Porto Alegre: Globo, 1966.

BENJAMIN, W. Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura, Obras escolhidas I. Trad. Sergio Paulo Rouanet. São Paulo: Brasiliense, 1994.

BENJAMIN, W. Crítica da violência – crítica do poder. In: BENJAMIN, W. Documentos de cultura, documentos de barbárie: escritos escolhidos. Trad. Celeste H. M. Ribeiro de Souza, et al. Seleção e apresentação Willi Bolle. São Paulo: Editora Cultrix; Editora da Universidade de São Paulo, 1986.

BENVENISTE, E. O vocabulário das instituições indo-européias. Volume II. Trad. Denise Bottmann. Campinas: UNICAMP, 2005.

BERCOVICI, G. Constituição e estado de exceção permanente: atualidade de Weimar. Rio de Janeiro: Azougue Editorial, 2004.

JASPERS, K. Psicología de las concepciones del mundo. Trad. Mariano Marín Casero. Madrid: Gredos, 1967.

MERLAN, P. Os motores imóveis de Aristóteles. Trad. Paulo Fernando Tadeu Ferreira. In: ZINGANO, Marco (org.). Sobre a Metafísica de Aristóteles. São Paulo: Odysseus Editora, 2005.

MONTESQUIEU. O espírito das leis. São Paulo: Abril Cultural, 1973. Coleção “Os pensadores”.

NASCIMENTO, D. A. Do fim da experiência ao fim do jurídico: percurso de Giorgio Agamben. Tese (Doutorado em Filosofia). Campinas, 2010, 194 p. Instituto de Filosofia e Ciências Humanas – Universidade Estadual de Campinas.

NIETZSCHE, F. Crepúsculo dos ídolos: ou como se filosofa com o martelo. Trad. Paulo César de Souza. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.

Published

2010-12-03

Issue

Section

Artigos

How to Cite

Nascimento, D. A. (2010). On the concept of inoperosity in the recent philosophy of Giorgio Agamben. Cadernos De Ética E Filosofia Política, 2(17), 79-101. https://doi.org/10.11606/issn.1517-0128.v2i17p79-101