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2025-06-23
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Call for Papers : From one Language to another: Literary Multilingualism in Contemporary Culture
2025-02-13Editors: Daniel Padilha Pacheco da Costa (USP) e Rita Jover-Faleiros (UNIFESP)
From one Language to another: Literary Multilingualism in Contemporary Culture
As it can be observed in a brief consultation of the calls for papers of relatively recent
journals and publications, plurilingualism, multilingualism, translingualism, code-
switching are notions that have been constantly discussed in recent decades. In issue
46 on the theme “Entre les langues” [Between Languages] of the journal Genesis,
editors Olga Anokhina and Emilio Sciarrino (2018) highlight the variation of the
terminology used to designate language phenomena emerging from the encounter
“between languages”. To name just a few, the researches of Ana Maria Lisboa de Mello
and Antonio Andrade (2019) in the area of foreign literatures teaching; Ottmar Ette
(2016) and Franca Bruera (2017) for Literary Studies; Barbara Cassin (2016) and
Pascale Casanova (2021) for Translation Studies illustrate the diversity of the
phenomena themselves, whether observed from the point of view of foreign literatures
teaching, literary criticism or translation.
The variation of terminology, therefore, most likely isn’t arbitrary, but rather caused by
the diversity of theoretical assumptions put forward and by the perspectives on those
language phenomena, which are made visible through the coexistence of different
notions. Thus, those notions can be considered to some extent as hypernyms that cover
an enormous variety of language phenomena which are irreducible to monolingualism,
constantly displacing their referents through different ways of relating them to each
other. The writing about these phenomena, which is necessarily multilingual, would
therefore be nothing more than another way of decentering them.
Whether implicitly or explicitly, translation is inseparable from these phenomena, since it
is situated at the supposed point of contact between languages. However, translation
should not be understood here only as interlinguistic, as it is not a mere instrument for
replacing one monolingual code with another. Brought together in a single and same
text, the original and its translation unfold into different forms of intratextual translation
which, in turn, impose new forms of interlinguistic translation. In the same way that, at
the linguistic level, monolingualism is shattered by plurilingualism, multilingualism,
translingualism and code-switching, at the discourse-level, monologism is disintegrated
by dialogism, heteroglossia, multilingual writing and intratextual translation.
Even if translingualism isn’t a recent phenomenon, recent decades have seen its
dissemination in different forms of writing produced in the zones between the “mother
tongue” and the various types of diglossia and polyglossia. Although the globalization
process has claimed its emancipatory character, multilingualism does not necessarily
have an ethical dimension of openness to the other, but it can also reinforce ethnicsegregation, as evidenced by the “Reactionary Multilingualism” of Ezra Pound’s The
Cantos, according to Espen Grønlie’s (2023) reading. By questioning the disciplinary
boundaries between Linguistic, Literary and Translation Studies, our proposal is to
approach literary multilingualism based on methodologies of a transdisciplinary nature.
This issue aims to facilitate new encounters between languages, thus constructing a
multilingual archive on:
● Teaching foreign literatures in a multilingual and translingual dimension
● Theoretical, historical and critical perspectives on literary multilingualism
● Literary multilingualism in contemporary culture
● Translation policies in multilingual and translingual contextsSubmission deadline: 30/04/2025
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[PRAZO PRORROGADO] Chamada aberta para o nº 40: A sala de aula como laboratório: Experiências no ensino de literatura
2024-06-05 -
[PRAZO PRORROGADO] Chamada aberta para o nº 39 - Horror e literatura
2023-08-04 -
[PRAZO PRORROGADO] Chamada aberta para o nº38 - Escritoras críticas
2023-08-02 -
[SUBMISSÕES PRORROGADAS PARA 25/10] Chamada aberta para o n° 37 - Continuar Henri Meschonnic
2023-03-21 -
[SUBMISSÕES PRORROGADAS] Chamada para o n° 36 - Irrupção e reação (Raça, gênero, sexualidade e classe na teoria literária brasileira contemporânea)
2023-01-31 -
Call for papers no. 35 - Crossings of criticism in Latin America
2023-01-03Call for papers no. 35 - Crossings of criticism in Latin America
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Divulgação da edição n° 33 - Crítica da crítica
2023-01-03 -
Chamada para o nº 34 — Literaturas Estrangeiras
2022-03-09 -
Lançamento da Revista Criação & Crítica - Barthes hoje
2021-09-24Convidamos a tod@s para o lançamento do número 30 da Revista Criação & Crítica - "Barthes hoje", que acontecerá na próxima sexta-feira (01/10) às 19 horas. Para celebrar a ocasião, contaremos com a participação super especial de Leyla Perrone-Moisés, que falará brevemente da relação entre Barthes e a atualidade brasileira e também participará da apresentação sobre os conteúdos da nossa revista. A transmissão será através do YouTube e aberta ao público, portanto, seria muito interessante se pudessem compartilhar o convite a quem interessar. Esperamos, assim, nos reencontrar e conhecer novos colegas amantes de Barthes. Data: 01/10 (sexta-feira) Horário: 19h (horário de Brasília) Link: https://youtu.be/5RUfzixquc4 Um abraço, Claudia Amigo Pino, Laura Brandini, Márcio Venício Barbosa, Paulo Ferraz Editores deste número Read more about Lançamento da Revista Criação & Crítica - Barthes hoje -
Prorrogação de prazo: Chamada para o nº 32 — Itinerários caribenhos: rotas traçadas e cartografias por vir
2021-09-02 -
Call for papers: dossier “Literature and Music” (31st dossier)
2021-05-04
Editores convidados:
Prof. Dr. Maurício Ayer (DLM/FFLCH – USP)
Profa. Dra. Annita Costa Malufe (PUC-SP/CNPq)
Prof. Dr. Rogério Costa (CMU/ECA – USP)
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Chamada para o nº 28 — Literatura como encontro.
2020-06-19CHAMADA ABERTA > LITERATURA COMO ENCONTRO
Prazo de submissões: 24 de julho de 2020
Submissões: https://www.revistas.usp.br/criacaoecritica/about/submissions
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Chamada para o nº 28 — Literatura como encontro
2020-04-16Equipe Editorial
Katerina B. Kaspar
Lia Mota
Marcela Mastrocola
Paloma VidalPrazo de submissões: 24 de julho de 2020
Normas de submissão: https://www.revistas.usp.br/criacaoecritica/about/submissions
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Call for papers nº 27 — Women’s writings
2020-03-19Guest editor: Eurídice Figueiredo (UFF/CNPq)
Assistant editors:
Flávia Herédia Miotto (USP)
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Lilian Barcelos (USP)
Maria Letícia Bezerra (USP)
Samanta Esteves Nagem (USP) -
Chamada para o nº 26 — Estranhando a teoria empenhada de Antonio Candido
2019-10-08Organizadores:
Profa. Dra. Anita Martins Rodrigues de Moraes (UFF)
Profa. Dra. Lúcia Ricotta Vilela Pinto (Unirio)
Prof. Dr. Marcelo Moreschi (Unifesp)
Prof. Dr. Marcos Natali (USP)
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Prazo de envio: 31 de janeiro de 2020
Normas de submissão e envio:
https://www.revistas.usp.br/criacaoecritica/about/submissions -
Call for papers nº 25 — Literature and Visual Arts: between the readable and the visible.
2019-05-18Contributions must be submitted through the journal’s website, following its guidelines, until August 30, 2019.
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Chamada para o nº 24 — Literaturas Estrangeiras no Brasil
2019-03-22Em comemoração da formação do novo Programa de Pós Graduação LETRA – Letras Estrangeiras e Tradução (FFLCH/USP), a Revista Criação & Crítica (Qualis B2) está recebendo artigos para o seu número 24 (2019) e propõe reflexões sobre o tema Literaturas Estrangeiras no Brasil. A abrangência do tema busca permitir aos pesquisadores a apresentação de estudos voltados para a presença de diferentes literaturas estrangeiras no Brasil, dentro de um leque de abordagens críticas as mais diversas: a crítica de literaturas estrangeiras no país, a produção de outras literaturas em nosso contexto nacional, a recepção, a tradução da literatura estrangeira e outros. As contribuições devem ser enviadas através do site, de acordo com as normas da revista, até o dia 30 de Abril de 2019.
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Call for papers — Dying by one’s own hand: literature and suicide
2018-08-04 -
APPEL À CONTRIBUTION POUR LE NUMÉRO 22 - REVUE CRIAÇÃO & CRÍTICA
2018-07-20L’Atlantique Sud en littérature : flux et reflux
Les contributions doivent être envoyées jusqu’au 30 août 2018
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CHAMADA PARA O NÚMERO 22 - REVISTA CRIAÇÃO & CRÍTICA
2018-03-01O Atlântico Sul na literatura: fluxo e refluxo
Envio de artigos até 30 de agosto de 2018
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APPEL À CONTRIBUTION POUR LE NUMÉRO 21 - REVUE CRIAÇÃO & CRÍTICA
2018-03-01Le tabou des lettres : entre l’éthique et l’esthétique, la critique du littéraire
Les contributions doivent être envoyées jusqu’au 30 avril 2018
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Chamada para o número 21 - Revista Criação & Crítica
2018-01-31O Tabu das letras: entre o ético e o estético, a crítica do literário
Envio de artigos até 30 de abril de 2018
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Appel à contribution pour le numéro 20 - Revue Criação & Crítica
2017-09-24Les fragments de Sappho s’écoulent de la mer Egée vers le continent ; à la merci du vent, ils parcourent un long chemin, traversant le temps et l’espace. Des fragments provenant de l’île qui a donné son nom : Lesbos. Dans le livre Brouillon pour un dictionnaires des amantes, de Monique Wittig, la page concernant Sappho est laissée en blanc. À son propos,on ne sait presque rien. Mais on sait ceci : elle a existé.
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Chamada número 20: Dossiê Sáfico
2017-07-30Dossidê sobre Literatura Lésbica. Chamada aberta até dia 20/09 Read more about Chamada número 20: Dossiê Sáfico -
Chamada Criação & Crítica N. 19
2017-02-12CHAMADA PARA A REVISTA CRIAÇÃO & CRÍTICA Nº 19
escrita e separação
Escrita e separação. Escrita da separação. Escrita sobre a separação. Escrita para a separação. Cada um desses conectivos define relações entre escrever e se separar, das quais é possível encontrar exemplos diversos na literatura e nas artes, desde o Werther, de Goethe, que encena a separação mais radical, às respostas que Sophie Calle encomenda a mais de uma centena de mulheres para uma carta de rompimento, em Cuide de você.
Entendemos que essas possibilidades sinalizam um vínculo fundamental da escrita com a separação. Escrever é “sair de si”, mesmo que essa exterioridade seja algo que nos “pertence”, algo “próprio”, inclusive, a cada um de nós. A escrita produz separação, colocando algo para “fora” de nós – essa é uma de suas funções: produzir um contato com o outro. Mas ao mesmo tempo ela indefine as relações entre “dentro” e “fora”, na medida em que isso que “sai” de nós não fica também como registro de algo “próprio”.
Essa condição foi examinada pela psicanálise e pela filosofia – alguns exemplos são o texto de Freud sobre "O estranho”, de 1919, e Derrida relendo Platão, via Freud, em “Freud e a cena da escritura”, em A escritura e a diferença. Ambas tiveram no horizonte a experiência literária e o testemunho de escritores, que por sua vez refletiram sobre as condições de possibilidade da escrita. “Não, não é fácil escrever. É duro como quebrar rochas. Mas voam faíscas e lascas como aços espelhados”, anotou Clarice Lispector em A hora da estrela.
A escrita é registro, assim como registro do que se esquece, é ganho e perda, remédio e veneno, encontro e ruptura. Dessa ambivalência pretende tratar este dossiê, tendo no horizonte a indagação acerca de sua função no mundo contemporâneo e privilegiando experimentos literários e artísticos que entendem a escrita como ato e prática, em seu aspecto material e gestual, para deslocar a discussão tanto da produção de sentido como da elaboração formal, em direção aos múltiplos e ambivalentes efeitos de escrever.
Propomos dois eixos principais para a abordagem das relações entre escrita e separação: “escritas de luto”, com foco na escrita como elaboração de acontecimentos traumáticos do passado e do presente; “escrever com afeto”, com foco nas redes de afetos que atravessam a produção e a circulação das escritas contemporâneas.
As contribuições devem ser enviadas através do site, de acordo com as normas da revista, até o dia 31 de julho de 2017.
A revista aceita artigos em português, francês, espanhol e inglês.
http://www.revistas.usp.br/criacaoecriticaRevista Criação & Crítica Qualis B2 ISSN: 1984-1124
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Departamento de Letras Modernas - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - Universidade de São Paulo
Av. Prof. Luciano Gualberto, 403, sala 18 - Cidade Universitária, Campus Butantã - São Paulo-SP
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Chamada número 17: Autoficção: quais os limites de uma literatura calcada no esfacelamento de todo limite
2016-06-28Muito já se escreveu sobre a autoficção desde que Serge Dubrousvky cunhou o termo em 1977, numa França ainda marcada pelo pós-estruturalismo, mas que já via o autor da morte do autor escrever sua obra prima da indefinição, Roland Barthes par Roland Barthes. Autoficção: o termo criou raízes, ganhou a crítica cultural dos jornais, invadiu o senso-comum. Mas a discussão, longe de esgotada, impõe-se como cada vez mais necessária. Se a interminável sucessão de colóquios acadêmicos e revistas especializadas sobre o tema se enfileiram sem sequer dar conta do número de romances que surgem a cada ano nas resenhas jornalísticas, é porque o gênero está longe do zênite.
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Chamada para a Revista Criação & Crítica nº 16
2015-12-13Entre a tela e o papel: o cinema produz literatura?
Se pensarmos nas grandes adaptações literárias para o cinema, concluiremos que, desde a sua criação, a arte cinematográfica produziu obras importantes a partir da literatura. No entanto, o que propomos neste número da revista Criação & Crítica é ir além dessas adaptações, ampliando o foco das reflexões: de que maneira podemos pensar na força do cinema para a composição literária? Kafka declarou, em um de seus diários: “Fui ao cinema. Chorei. Diversão ilimitada”. Seria ele um ávido espectador de filmes que o inspiravam em seus textos? O crítico francês Roland Barthes escreveu, em “Ao sair do cinema”, que estar na sala escura era como participar de uma sessão de hipnose e, além disso, que o escuro da sala seria uma “espécie de ‘devaneio crepuscular’ que precede esse escuro e conduz o sujeito de rua em rua, de cartaz em cartaz, a abismar-se finalmente num cubo sombrio, anônimo, indiferente, onde deve se produzir esse festival de afetos que se chama um filme”. Por que o cinema causa esse devaneio? Por que nos “abismamos” diante dele? E, ainda, como o cinema pode atingir o texto, a escrita, a literatura?
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Appel à contribution pour le numéro 16 - Revue Criação & Crítica
2015-12-13Entre l’écran et le papier : est-ce que le cinéma produit de la littérature ?
Lorsque l’on pense aux grandes adaptations littéraires pour le cinéma, on en vient à conclure que, depuis sa création, l'art cinématographique a produit des œuvres importantes à partir de la littérature. Dans ce numéro de la revue Criação & Crítica nous souhaitons dépasser la question des simples adaptations pour élargir la perspective : comment peut-on analyser l’avantage du cinéma pour la composition littéraire ? Dans l’un de ses journaux, Kafka déclarait, “Je suis allé au cinéma. J'ai pleuré. Distraction illimité”. Etait-il un spectateur avide de films qui inspiraient ses textes ? Le critique français Roland Barthes a écrit (dans “En sortant du cinéma”), qu'être dans la salle noire est comme participer d'une séance d'hypnose et que le noir de la salle est une “sorte de ‘rêverie crépusculaire' qui précède ce noir et conduit le sujet, de rue en rue, d'affiche en affiche, à s'abîmer finalement dans un cube obscur, anonyme, indifférent, où doit se produire ce festival d'affects qu'on appelle un film”. Pourquoi le cinéma cause cette rêverie? Pourquoi on “s'abîme” devant lui ? Et, enfin, comment le cinéma peut influencer le texte, l'écriture, la littérature?
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