Expressões literárias durante a censura salazarista em Portugal
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2175-3180.v17i34p331-333Palavras-chave:
Ditadura, Neorrealismo, CensuraDownloads
Referências
AUGUSTO, Claudio de Farias. A revolução portuguesa. São Paulo: Editora Unesp, 2011.
COSTA, Christina. Teatro e Censura: Vargas e Salazar. São Paulo: Edusp, 2010.
COSTA, Horácio. José Saramago: o período formativo. Lisboa: Caminho, 1997.
MADEIRA, João; PIMENTEL, Irene Flunser; FARINHA, Luís (coords.). Vítimas de Salazar: Estado Novo e violência política. 3ª ed. Lisboa: A esfera dos livros, 2010.
MARTINS, Filipa. O dever de deslumbrar: biografia de Natália Correia. Lisboa: Contraponto, 2023.
NERY, Sebastião. Portugal um salto no escuro. 3ª ed. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1975.
PEDROSA, Ana Bárbara Martins. Escritoras portuguesas e o Estado Novo: as obras que a ditadura tentou apagar da vida pública. Tese (Doutorado Interdisciplinar em Ciências Humanas) – Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, 2017.
PORTELA, Luís; RODRIGUES, Edgart. Na Inquisição do Salazar. Rio de Janeiro: Editora Germinal, 1957.
REIS, Carlos. Textos teóricos do neo-realismo português. Lisboa: Seara Nova, 1981.
SANTOS, Graça dos. O espetáculo desvirtuado: teatro português sob o reinado de Salazar (1933-1968). Lisboa: Caminho, 2004.
SARAIVA, José Hermano. História concisa de Portugal. 15ª ed. Lisboa: Publicações Europa-América, 1992.
SEIXO, Maria Alzira. O essencial sobre José Saramago. Lisboa: Imprensa Nacional – Casa da Moeda, 1987.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2025 Cybele Regina Melo dos Santos

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
O(s) autor(es) declara(m) automaticamente ao enviar um texto para publicação na revista Desassossego que o trabalho é de sua(s) autoria(s), assumindo total responsabilidade perante a lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, no caso de plágio ou difamação, obrigando-se a responder pela originalidade do trabalho, inclusive por citações, transcrições, uso de nomes de pessoas e lugares, referências histórias e bibliográficas e tudo o mais que tiver sido incorporado ao seu texto, eximindo, desde já a equipe da Revista, bem como os organismos editoriais a ela vinculados de quaisquer prejuízos ou danos.
O(s) autor(s) permanece(m) sendo o(s) detentor(es) dos direitos autorais de seu(s) texto(s), mas autoriza(m) a equipe da Revista Desassossego a revisar, editar e publicar o texto, podendo esta sugerir alterações sempre que necessário.
O autor(s) declara(m) que sobre o seu texto não recai ônus de qualquer espécie, assim como a inexistência de contratos editoriais vigentes que impeçam sua publicação na Revista Desassossego, responsabilizando-se por reivindicações futuras e eventuais perdas e danos. Os originais enviados devem ser inéditos e não devem ser submetidos à outra(s) revista(s) durante o processo de avaliação.
Em casos de coautoria com respectivos orientadores e outros, faz-se necessária uma declaração do coautor autorizando a publicação do texto.
Entende-se, portanto, com o ato de submissão de qualquer material à Revista Desassossego, a plena concordância com estes termos e com as Normas para elaboração e submissão de trabalhos. O não cumprimento desses itens ou o não enquadramento às normas editoriais resultará na recusa do material.