No rastro da criança escrava: os percursos do historiador de Manolo Garcia Florentino
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2318-8855.v14i2p292-313Palavras-chave:
Escravidão, Florentino, Manolo, Historiografia, InfânciaResumo
O artigo explora uma das lacunas nos estudos da escravidão, a presença e o problema da criança escrava, a partir de um estudo historiográfico que por meio de divisões temáticas entre tráfico transatlântico, sociabilidade escrava e comércio interno, discute a partir dos escritos de Manolo Garcia Florentino, as contribuições feitas pelo autor, como também os caminhos de metodologia e fontes possíveis para um estudo aprofundado dos infantes cativos no período que compreende o século XIX.
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Referências
Fontes:
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Gráficos:
Gráfico 1: VALENCIA VILLA, C. E. FLORENTINO, M. Abolicionismo inglês e tráfico de crianças escravizadas para o Brasil, 1810-1850. História (São Paulo), v.35, n. 78, 2016, p.9.
Tabelas:
Tabela 1: VALENCIA VILLA, C. E. FLORENTINO, M. Abolicionismo inglês e tráfico de crianças escravizadas para o Brasil, 1810-1850. História (São Paulo), v.35, n. 78, 2016, p.12.
Tabela 2: FLORENTINO, Manolo; GÓES, José Roberto de. A paz das senzalas: famílias escravas e tráfico atlântico, Rio de Janeiro c. 1790-1850. São Paulo: Editora UNESP, 2017. 1ª Edição: 1997, p.56.
Tabela 3: FLORENTINO, Manolo; GÓES, José Roberto de. A paz das senzalas: famílias escravas e tráfico atlântico, Rio de Janeiro c. 1790-1850. São Paulo: Editora UNESP, 2017. 1a Edição: 1997, p. 187.
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