Decolonization of religious living as a communicational strategy
DOI:
https://doi.org/10.11606/extraprensa2020.163231Keywords:
Communication, Religion, Catholicism, Candomblé, Popular CultureAbstract
When popular groups experience their religions, they follow paths that run through control, silence, and even erasure. These processes are conducted by institutions that have built, throughout history, a space of Western power. Thus, they reproduce and maintain a logic of white and Christian hegemony. We discuss the experiences and religiosity of people who live in the countryside and of black people who find in religion the possibility of living their body and their ancestry, understanding that this implies rethinking their own communication processes. The mediation occurring in the context of what we call popular culture involve very specific codes and configures itself as true communication strategies. Thus, we conclude that perceiving communication as a living object makes us resume pertinent discussions for the compression of the contemporary social context.
Downloads
References
ABREU, Martha Campos. O império do divino: festas religiosas e cultura popular no Rio de Janeiro: 1830 – 1900. 1996. Tese (Doutorado em de História) – Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 1996.
ARANTES, Antonio Augusto. O que é cultura popular? São Paulo: Brasiliense, 1982.
BRASIL. [Constituição (1824)]. Constituição Política do Império do Brazil, de 25 de março de 1824. Rio de Janeiro: Presidência da República, 1824. Disponível em: https://bit.ly/2yGS95Z. Acesso em: 23 maio 2020.
BRASIL. Lei nº 9.459, de 13 de maio de 1997. Altera os arts. 1º e 20 da Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor, e acrescenta parágrafo ao art. 140 do Decreto-lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940. Brasília, DF: Presidência da República, 1997.
BRASIL. Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989. Define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor. Brasília, DF: Presidência da República, 1989.
BRASIL. Lei nº 11.635, de 27 de dezembro de 2007. Institui o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa. Brasília, DF: Presidência da República, 2007.
DIAS, Luciene de Oliveira. Desatando nós e construindo laços: dialogicidade, comunicação e educação. In: VIDAL, Rose; MELO, José Marques de; MORAIS, Osvando J. (org.). Teorias da comunicação: correntes de pensamento e metodologia de ensino. São Paulo: Intercom, 2014. p. 328-350.
ELIAS, Norbert. O processo civilizador: uma história dos costumes. Tradução: Ruy Jungmann. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1993. v. 1.
EVARISTO, Maria da Conceição. Literatura negra: uma poética da nossa afro-brasilidade. 1996. Dissertação (Mestrado em Literatura Brasileira) – Faculdade de Letras, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1996.
GUIMARÃES, Antonio Sérgio Alfredo. Racismo e anti-racismo no Brasil. Novos Estudos, São Paulo, n. 43, p. 26-44, 1995.
LIGIÉRO, Zeca. Iniciação ao candomblé. 2. ed. Rio de Janeiro: Nova Era, 1996.
LIGIÉRO, Zeca. Batucar-cantar-dançar: Desenhos das performances africanas no Brasil. Aletria, Belo Horizonte, v. 21, n. 1, p. 133-146, 2011. Disponível em: https://bit.ly/3gGqZNM. Acesso em: 9 jun. 2019.
LIMEIRA, Aline de Morais. Jornal O Apóstolo (1866 – 1893): ações católicas na imprensa e na educação. São Paulo: Fundação Biblioteca Nacional, 2011. Disponível em: https://bit.ly/2zEbOE0. Acesso em: 30 set. 2019.
MARTÍN-BARBERO, Jesús. Dos meios às mediações: comunicação, cultura e hegemonia. Tradução: Ronald Polito e Sérgio Alcides. Rio de Janeiro: UFRJ, 1997.
NUNES, Erivaldo Sales. Contribuição para a história do candomblé congo-angola na Bahia: o terreiro de Bernardino do Bate Folha (1916 – 1946). 2017. Tese (Doutorado em História Social) – Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2017.
SANT’ANNA, Márcia. Escravidão no Brasil: os terreiros de candomblé e a resistência cultural dos povos negros. Iphan, Brasília, DF, 2003. Disponível em: https://bit.ly/3gwJELJ. Acesso em: 20 fev. 2018.
SANTOS, Babalawô Ivanir dos; NASCIMENTO, Maria das Graças O.; CAVALCANTI, Juliana B.; GINO, Mariana; ALMEIDA, Vítor. (org.) Intolerância religiosa no Brasil: relatório e balanço. Rio de Janeiro: Klíne, 2016.
SANTOS, Eufrazia Cristina M. Religião e espetáculo: análise da dimensão espetacular das festas públicas de candomblé. 2007. Tese (Doutorado em Antropologia) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2007.
SANTOS, Leila Borges Dias. Ética da súplica: catolicismo em Goiás no final do século XIX. Goiânia: UCG, 2008.
SIMMEL, Georg. Sociologia: coleção grandes cientistas sociais. São Paulo: Ática, 1983.
Downloads
Published
Issue
Section
License
Ao submeter qualquer material científico para Extraprensa, o autor, doravante criador, aceita licenciar seu trabalho dentro das atribuições do Creative Commons, na qual seu trabalho pode ser acessado e citado por outro autor em um eventual trabalho, porém obriga a manutenção de todos os autores que compõem a obra integral, inclusive aqueles que serviram de base para o primeiro.
Toda obra aqui publicada encontra-se titulada sob as seguintes categorias da Licença Creative Commons (by/nc/nd):
- Atribuição (de todos os autores que compõem a obra);
- Uso não comercial em quaisquer hipóteses;
- Proibição de obras derivadas (o trabalho não poderá ser reescrito por terceiros. Apenas textos originais são considerados);
- Distribuição, exibição e cópia ilimitada por qualquer meio, desde que nenhum custo financeiro seja repassado.
Em nenhuma ocasião a licença de Extraprensa poderá ser revertida para outro padrão, exceto uma nova atualização do sistema Creative Commons (a partir da versão 3.0). Em caso de não concordar com esta política de Direito Autoral, o autor não poderá publicar neste espaço o seu trabalho, sob pena de o mesmo ser removido do conteúdo de Extraprensa.