A forma bela e a função da imaginação estética

Autores

  • Ana Carolina de Carvalho Belmani Universidade Federal de São Carlos image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2318-9800.v23i2p13-33

Palavras-chave:

forma, beleza, gosto, imaginação, esquematismo sem conceito

Resumo

A partir do exame da Dedução dos juízos estéticos puros, seguida de sua articulação com interpretações sobre a função especificamente estética da imaginação, apresentamos a hipótese segundo a qual a forma bela pode ser entendida como um produto da imaginação, considerada segundo o modelo imaginativo “exemplificador de regras” proposto por Hanna Ginsborg. Com isso, ponderaremos as possibilidades e implicações de admitirmos a capacidade da imaginação para produzir representações de caráter normativo. Apropriando-nos de seu modelo, pretendemos dar um passo a mais que a autora, mostrando como seu modelo é oportuno para a elucidar a noção de forma bela.

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Publicado

2018-12-22

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

Belmani, A. C. de C. (2018). A forma bela e a função da imaginação estética. Cadernos De Filosofia Alemã: Crítica E Modernidade, 23(2), 13-33. https://doi.org/10.11606/issn.2318-9800.v23i2p13-33