La lírica de Manoel de Barros: por una fenomenología de los ecúmenos

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2594-9632.geoliterart.2026.234076

Palabras clave:

Geografía, Literatura, Modernidad

Resumen

El mundo no es un objeto absoluto, colocado frente al ser humano. El mundo se define como tal por la implicación en el núcleo de la existencia humana. La palabra, en la racionalidad instrumental, es el ente del conocimiento, de la descripción prosaica. Se utiliza para explicar el caos del mundo, el párrafo organiza el mundo en el pensamiento. Los objetos no quieren ser vistos bajo la medida de la razonabilidad. El lenguaje transgrede el mundo, lo reinventa. La metalengua es el recurso explorado por la lírica moderna, y El Libro de las Ignorancias de Manoel de Barros evidencia el lenguaje que desplaza lo útil de las cosas.   

 

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Biografía del autor/a

  • Ana Carolina Oliveira Marques, Universidade Federal da Paraíba

    Doutora em Geografia (UFG). Professora no Departamento de Geociências da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). E-mail: anacarolina@ccen.ufpb.br

  • Rodrigo Emídio Silva, Universidade Federal de Goiás

    Graduação em Geografia pela Universidade Estadual de Goiás (2007) e mestrado em Geografia Humana pela Universidade Federal de Goiás (2022). Atualmente faz doutorado no Instituto de Estudos Socioambientais (IESA), na Universidade Federal de Goiás. Autor correspondente. E-mail: rodrigo.emidio02@gmail.com

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Publicado

2026-03-10

Número

Sección

Artigos

Cómo citar

Marques, A. C. O., & Silva, R. E. (2026). La lírica de Manoel de Barros: por una fenomenología de los ecúmenos. Revista Geografia Literatura E Arte, 5(1), 218-232. https://doi.org/10.11606/issn.2594-9632.geoliterart.2026.234076