As feiras em cidades médias da Amazônia: as relações desenhadas a partir das experiências nas cidades de Marabá-PA, Macapá-AP e Castanhal-PA
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2179-0892.geousp.2016.123212Palabras clave:
Circuito espacial de produção. Feiras em cidades médias da Amazônia. Marabá. Macapá. Castanhal.Resumen
O objetivo central deste texto é analisar a inserção das feiras de Marabá-PA, Macapá-AP e Castanhal-PA no circuito espacial de produção. De um lado, pretende-se mostrar que as feiras nessas cidades funcionam como alternativa de abastecimento para uma parcela significativa da população, ao mesmo tempo em que acompanham sua lógica de organização espacial; de outro, constata-se que elas criam uma densa rede de relações entre a cidade e a região. A hipótese é que, nas análises geográficas, não se deve desprezar o papel do circuito inferior da economia urbana na estruturação da cidade e de sua rede de relações, e nem descartar as horizontalidades.
Descargas
Referencias
CASTRO, E. Urbanização, pluralidade e singularidades das cidades amazônicas. In: (Org.). Cidades na floresta. São Paulo: Annabume, 2008. p. 13-39.
LENCIONI, S. Da cidade e sua região à cidade-região. In: SILVA, J. B; LIMA, L. C; ELIAS, D. Panorama da Geografia Brasileira. São Paulo: Annablume, 2006. p. 65-75.
MACHADO, L. O. Urbanização e mercado de trabalho na Amazônia brasileira. Cadernos do IPPUR, Rio de Janeiro, v. 13, n. 1, p. 109-138, jan./jul. 1999.
SANTOS, M. Por uma economia política da cidade. São Paulo: Edusp, 2009.
SANTOS, M. Economia espacial: críticas e alternativas. 2. ed. São Paulo: Edusp, 2003. (Coleção Milton Santos.)
SANTOS, M. A natureza do espaço: técnica e tempo: razão e emoção. 3. ed. São Paulo: Hucitec, 1999.
SATHLER, D.; MONTE MÓR, R. L.; CARVALHO, J. A. M. As redes para além dos rios: urbanização e desequilíbrios na Amazônia brasileira. Revista Nova Economia, Belo Horizonte, v. 19, n. 1, p. 11-39, jan./abr. 2009.
SILVEIRA, M. L. Economia política e ordem espacial: circuitos da economia urbana. In: SILVA, C. A. (Org.). Território e ação social: sentidos da apropriação urbana. Rio de Janeiro: Faperj, 2011. p. 35-51.
SILVEIRA, M. L. Metrópoles do terceiro mundo: da história ao método, do método à história. In: SILVA, C. A.; CAMPOS, A. (Org.). Metrópoles em mutação: dinâmicas territoriais, relações de poder e vida coletiva. Rio de Janeiro: Revan/Faperj, 2008. p. 17-35.
SILVEIRA, M. L. Globalização, trabalho, cidades médias. Geo UERJ, Rio de Janeiro, n. 11, p. 11-17, 2002.
SPOSITO, M. E. Cidades médias: reestruturação das cidades e reestruturação urbana. In: Cidades médias: espaços em transição. São Paulo: Expressão Popular, 2007. p. 233-253.
TRINDADE JR., S.-C. C. Diferenciação territorial e urbanodiversidade: elementos para pensar uma agenda urbana em nível nacional. Cidades, Presidente Prudente, v. 7, p. 227-255, 2011.
TRINDADE JR; PEREIRA, J. C. C. Reestruturação da rede urbana e importância das cidades médias na Amazônia oriental. In: SPOSITO, M. E. Cidades médias: espaços em transição. São Paulo: Expressão Popular, 2007. p. 313-342.
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2016 Márcio Douglas Brito Amaral

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Los autores que publiquen en esta revista estarán de acuerdo con los siguientes términos:
- Los autores conservan los derechos de autor y otorgan a la revista el derecho a la primera publicación, con el trabajo con una licencia de uso de atribución CC-BY, que permite distribuir, mezclar, adaptar y crear con base en su trabajo, siempre que sean respetados los derechos de autor, de la forma especificada por CS.
- Los autores están autorizados a asumir contratos adicionales y por separado, para la distribución no exclusiva de la versión del trabajo publicado en esta revista (por ejemplo, publicación en repositorio institucional o como capítulo de un libro), con reconocimiento de autoría y publicación inicial en esta revista.
- Se permite y se alienta a los autores a publicar y distribuir su trabajo en línea (por ejemplo, en repositorios institucionales o en su página personal) en cualquier momento antes o durante el proceso editorial, ya que esto puede generar cambios productivos, así como aumentar el impacto y las citaciones del trabajo publicado (ver El efecto del acceso abierto).

