Heitor Villa-Lobos, a formação musical da criança e do jovem entre o estético e o ideológico

Autores

  • Maria Auxiliadora Fontana Baseio Universidade de Santo Amaro image/svg+xml
  • Maria Zilda da Cunha
  • Marcos Julio Sergl

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2316-9826.literartes.2019.160032

Palavras-chave:

Heitor Villa-Lobos, formação musical para crianças e jovens, estética, ideologia, aesthetics

Resumo

É inegável que toda obra de arte reinventa a realidade a partir de um ponto de vista, o artista recria a partir de categorias de representação reveladoras de uma cosmovisão, amparada por seu imaginário individual, bem como o do seu tempo. Heitor Villa-Lobos foi importante compositor, maestro, violoncelista, pianista, violinista brasileiro do século XX, mundialmente conhecido, embora nunca tenha se enquadrado definitivamente em nenhum movimento cultural específico. Falar desse artista implica investigar duas motivações: a estética e a ideológica. O objetivo deste artigo, realizado por meio de pesquisa bibliográfica, consiste em discutir a produção artística de Villa-Lobos e sua relação com a formação musical da criança e do jovem.

Biografia do Autor

  • Maria Auxiliadora Fontana Baseio, Universidade de Santo Amaro

    Professora do Mestrado Interdisciplinar em Ciências Humanas da Universidade de Santo Amaro (UNISA), com Doutorado em Letras – Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa - pela Universidade de São Paulo (Entre a magia da voz e a artesania da letra: o sagrado em Manoel de Barros e Mia Couto - 2007). Possui Mestrado em Letras também pela Universidade de São Paulo (No vaivém da lançadeira: o retorno do sagrado na literatura infantil/juvenil de língua portuguesa - 2000). É Bacharel em Letras pelo Centro Universitário Ibero-Americano (1989), com Licenciatura Plena em Português-Inglês e Bacharel em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (1992). Possui 30 anos de experiência no Magistério, entre os quais 15 anos dedicados à docência do ensino superior em cursos de graduação e pós-graduação. Coordenou curso de Letras das Faculdades Integradas Torricelli (2007 a 2010). Possui experiência na área de Letras, com ênfase na docência de Língua Portuguesa e de Literatura Comparada (Literatura Brasileira, Portuguesa e Africana). Atualmente, é pesquisadora do grupo Produções Literárias e Culturais para Crianças e Jovens, vinculado à Universidade de São Paulo, e do grupo Arte, Cultura e Imaginário, vinculado à Universidade Santo Amaro, do qual é coordenadora. Sua pesquisa concentra-se nos seguintes temas: imaginário, cultura, literatura e suas interfaces com outras artes e linguagens. 

  • Maria Zilda da Cunha

    Pós-doutora em Letras pela Universidade do Minho, Braga, Portugal; Pós-Doutora em Ciências, Educação e Humanidades pela UERJ; Doutora em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa pela Universidade de São Paulo. Professora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo – Departamento de Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa.

  • Marcos Julio Sergl

    Pós-Doutor em Comunicações e Doutor em Artes pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Professor no Programa de Mestrado Interdisciplinar em Ciências Humanas da Universidade Santo Amaro – UNISA, SP

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Publicado

2019-07-29

Como Citar

BASEIO, Maria Auxiliadora Fontana; CUNHA, Maria Zilda da; SERGL, Marcos Julio. Heitor Villa-Lobos, a formação musical da criança e do jovem entre o estético e o ideológico. Literartes, São Paulo, Brasil, v. 1, n. 10, p. 86–106, 2019. DOI: 10.11606/issn.2316-9826.literartes.2019.160032. Disponível em: https://revistas.usp.br/literartes/article/view/160032. Acesso em: 8 fev. 2026.