Panorama da recepção crítica de Hiroshima mon amour no Brasil

Authors

  • Alessandra Brum Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, Minas Gerais, Brasil

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2237-1184.v0i31p100-112

Keywords:

Film criticism, Alain Resnais, Hiroshima mon amour

Abstract

In the 1960s, there was an intense activity in Brazil around film criticism that was practiced in almost all newspapers and magazines with great visibility among its readers. The exhibition of Hiroshima mon amour (1959), Alain Resnais’ first feature film, was a milestone not only for its aesthetic renewals but also for the great impact caused among critics, motivating a warm debate reflected in the numerous articles published about the film. This article aims to provide an overview of the critical reception of Hiroshima mon amour in Brazil.

Downloads

Download data is not yet available.

Author Biography

  • Alessandra Brum, Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, Minas Gerais, Brasil

    Pesquisadora da Universidade Federal de Juiz de Fora e autora do livro Hiroshima mom amour e a recepção da crítica no Brasil (2014).

References

AZEREDO, Ely. “Depois de Hiroshima”. Tribuna da Imprensa. Rio de Janeiro, 20 jul. 1960, p. 9.

BAECQUE, Antoine de; TESSON, Charles (org.). La Nouvelle Vague. III. Petite anthologie des Cahiers du Cinéma. Paris: Cahiers du Cinéma, 1999, p. 36-62.

BRUM, Alessandra. Hiroshima mon amour e a recepção da crítica no Brasil. São Paulo: Annablume, 2017.

LEITE, Maurício Gomes. “Hiroshima, mon amour”: obra inavaliável abre caminho para a ‘Stream of Consciousness’ do cinema. Diário da Tarde. Belo Horizonte, 26 jan. 1960.

DUBREUILH, Simone. « Le Festival de Cannes. Hiroshima mon amour, le film le plus ‘scandaleux’ et le plus discute de tout le festival ». Libération, 9 mai. 1959.

GOMES, Paulo Emílio Salles. “A ideologia da crítica brasileira e o problema do diálogo cinematográfico”. In: CALIL, Carlos Augusto; MACHADO, Maria Tereza (org.). Paulo Emílio: um intelectual na linha de frente. Rio de Janeiro; São Paulo: Embrafilme, 1986. p. 331-4.

GRÜNEWALD, José Lino. “Um filme é um filme”. O cinema de vanguarda dos anos 60. Org. de Ruy Castro. São Paulo: Companhia das letras, 2001.

MELLO E SOUZA, Cláudio. “Hiroshima, meu amor (I)”. Diário Carioca. Rio de Janeiro, 23 jul. 1960.

MORAES, Tati. “Hiroshima, meu amor”. França-filmes do Brasil. Rio de Janeiro, 1960.

PASSOS, Fernando. “Cinema e Literatura. Instrumentalização crítica e teorias da comunicação. Uma linha de pesquisa do mestrado em Multimeios”. Cadernos de pós-graduação, ano 1, v. 1, n. 2, 1997, p. 21-9.

PERDIGÃO, Paulo. “I Convenção Nacional da Crítica de Cinematográfica”. O Metropolitano. Rio de Janeiro, 27 nov. 1960.

PEREIRA, José Haroldo. “Hiroshima mon amour (IV)”. Folha de Minas. Belo Horizonte, 21 out. 1960.

PEREIRA, José Haroldo. “Entrevista à Alessandra Brum”. Rio de Janeiro, 26 mar. 2008 (captação digital, 90 minutos).

SANZ, José. “Hiroshima mon amour (IV)”. Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 2 set. 1960.

SILVEIRA, Walter. O Eterno e o Efêmero. Org. e notas de José Umberto Dias. Salvador: Oiti ed. e Produções culturais, v. 2, 2006.

SOUZA. José Inácio de Melo. A Carga da Brigada Ligeira: intelectuais e crítica cinematográfica, 1941-1945, v. 1, 1995, 262f. Tese (doutorado em Cinema). São Paulo: ECA /USP.

VIANNA, Antonio Moniz. “Um filme por dia”. Crítica de Choque (1946-73). Org. de Ruy Castro. São Paulo: Companhia das letras, 2004, p. 192.

Published

2020-11-27

How to Cite

Brum, A. (2020). Panorama da recepção crítica de Hiroshima mon amour no Brasil. Literatura E Sociedade, 25(31), 100-112. https://doi.org/10.11606/issn.2237-1184.v0i31p100-112