Estrutura formal dos poemas de Amavisse: os paralelismos hilstianos
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2596-2477.i8p73-87Resumo
Este artigo foi desenvolvido como parte da dissertação de mestrado Amavisse de Hilda Hilst: edição genética e crítica, defendida em agosto de 1998 na Faculdade de Filosofia, Letras e· Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP). No artigo, serão apresentadas análises dos principais tipos de paralelismo que estruturam a poesia hilstiana: paralelismo desconexo, paralelismo n-ário e paralelismo aprimorado. Além de estruturar os poemas, o paralelismo também funciona como elemento auxiliar na composição do ritmo e nos processos de divisão de estrofes. Como veremos, os paralelismos hilstianos são ricos pela diversidade de combinações.
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Copyright (c) 1999 Cristiane Grando

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