Etnomídia indígena: uma voz coletiva para amplificar ações na história
DOI :
https://doi.org/10.11606/issn.1982-8160.v19i3p191-202Mots-clés :
Etnomídia, povos indígenas, comunicação indígena, descolonizaçãoRésumé
A etnomídia indígena objetiva resgatar e amplificar vozes dos povos indígenas do Brasil, no combate à silenciamentos e estereótipos. Permite que tais sujeitos elaborem e veiculem suas próprias narrativas, descolonizando a comunicação, ao conectar tradições à modernidade. Através de multimeios, a etnomídia fortalece identidades, preserva conhecimentos e promove o diálogo e a escuta entre culturas. A Rádio Yandê e diversos coletivos audiovisuais demonstram esse poder transformador da comunicação indígena. Portanto, etnomídia trata de (re)existir e inspirar, garantindo que histórias sejam contadas pelos verdadeiros protagonistas e reconhecendo a contribuição inestimável dos povos indígenas para o Brasil.
##plugins.themes.default.displayStats.downloads##
Références
Carneiro, R. G. (2019). Sujeitos comunicacionais indígenas e processos etnocomunicacionais: A etnomídia cidadã da Rádio Yandê [Dissertação de mestrado, Universidade do Vale do Rio dos Sinos]. Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação, Unisinos.
Escosteguy, A. C. D. (2010). Cartografias dos estudos culturais: Uma versão latino-americana (ed. on-line). Autêntica.
Graúna, G. (2013). Contrapontos da literatura indígena contemporânea no Brasil. Mazza Edições.
Hall, S. (2003). Da diáspora: Identidades e mediações culturais. Editora UFMG.
Maldonado, E., Bonin, J. A., & Rosário, N. M. (Orgs.). (2013). Perspectivas metodológicas em comunicação: Novos desafios na prática investigativa. Comunicación Social Ediciones y Publicaciones.
Maldonado Rivera, C. (2018). De-colonialidad en la era tecnomediática: Intersecciones teóricas, contextos y procesos de comunicación. Ediciones CIESPAL.
Munduruku, D. (2001). Meu avô Apolinário: Um mergulho no rio da (minha) memória. Peirópolis.
Poutignat, P., & Streiff-Fenart, J. (2011). Teorias da etnicidade: Seguido de grupos étnicos e suas fronteiras de Fredrik Barth. Editora Unesp.
Santos, M. (2002). O país distorcido: O Brasil, a globalização e a cidadania. Publifolha.
Smith, L. T. (2018). Descolonizando metodologias: Pesquisa e povos indígenas. Editora UFPR.
Sodré, M. (2017). Pensar nagô. Vozes.
Sousa Santos, B. (2011). Epistemologías del Sur. Utopía y Praxis Latinoamericana, 16(54), 17–39.
Téléchargements
Publiée
Numéro
Rubrique
Licence

Ce travail est disponible sous licence Creative Commons Attribution - Pas d’Utilisation Commerciale - Partage dans les Mêmes Conditions 4.0 International.
Les auteurs qui publient dans ce journal acceptent les termes suivants:
- Les auteurs conservent le droit d'auteur et accordent à la revue le droit de première publication, le travail étant concédé simultanément sous la licence Creative Commons Attribution (CC BY-NC-SA 4.0) qui permet le partage de l'œuvre avec reconnaissance de la paternité et de la publication initiale dans cette revue à des fins non commerciales.
- Les auteurs sont autorisés à assumer des contrats supplémentaires séparément, pour une distribution non exclusive de la version de l'ouvrage publiée dans cette revue (par exemple, publication dans un référentiel institutionnel ou en tant que chapitre de livre), avec reconnaissance de la paternité et de la publication initiale dans cette revue.



















