A (de)colonialidade em Dr. Alex e os reis de Angra, de Rita Lee

Autores

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2525-8133.opiniaes.2025.239214

Palavras-chave:

(De)colonialidade, Ecocrítica, Literatura infantil , Rita Lee

Resumo

Sob o enfoque dos estudos decoloniais, com aporte teórico de Wallerstein (2002), Dussel (2005), Quijano (2005), Grosfoguel (2012) e Escobar (2005), o presente trabalho visa analisar de que forma ocorre a representação acerca das problemáticas dos constantes ataques ao meio ambiente, à natureza e à vivência animal na narrativa infantil Dr. Alex e os reis de angra, de Rita Lee, publicado em 1988 e reeditado e relançado em 2020. Partindo de elementos lúdicos, como a personificação da cidade Angra em uma princesa que ao ser aprisionada tem seu território invadido e explorado, infere-se o papel ético- estético da produção literária infantil como suporte de uma postura epistêmica de fronteira, ao evidenciar as ruínas deixadas pela colonialidade como forma de denúncia, alerta e cultura de resistência.

 

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Biografia do Autor

  • Luana da Silva Coelho, Universidade Federal do Pará

    Doutoranda em Letras - Estudos Literários, pelo Programa de Pós-Graduação em Letras (PPGL), da Universidade Federal do Pará (UFPA). Mestre em Letras - Estudos Literários (PPGL/UFPA). Graduada em Licenciatura Plena em Letras - Língua Portuguesa, pela Universidade do Estado do Pará. 

  • Alessandra Conde, Universidade Federal do Pará

    Doutora em Estudos Literários pela Universidade Federal de Goiás e professora da Universidade Federal do Pará.

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Publicado

2025-12-31

Como Citar

Coelho, L. da S., & Conde, A. (2025). A (de)colonialidade em Dr. Alex e os reis de Angra, de Rita Lee. Opiniães, 27, 173-191. https://doi.org/10.11606/issn.2525-8133.opiniaes.2025.239214