Socioenvironmental journalism amid narrative disputes and ecoterritorial resistances: a conceptual proposal
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2238-2593.organicom.2025.237443Keywords:
Socioenvironmental journalism , Political ecology , Ecoterritorial resistances , Buen vivir , AmazonAbstract
This article proposes the formulation of socioenvironmental journalism based on Political Ecology, socioenvironmentalism, and decolonial thought, with emphasis on ecoterritorial conflicts and resistances in the Amazon. It critiques the limits of mainstream coverage—marked by institutional voices and the erasure of collective subjects—and argues for a relational, situated practice committed to socio-environmental and climate justice, grounded in active listening and the recognition of local knowledge.
Downloads
References
ACOSTA, A. O bem viver: uma oportunidade para imaginar outros mundos. São Paulo: Autonomia Literária; Elefante, 2016.
ALBUQUERQUE, A. O que decolonizar o jornalismo afinal quer dizer? Um olhar a partir do Brasil. Lumina, Minas Gerais, v. 16, n. 3, p. 5-19, 2022.
CONTRERAS BASPINEIRO, A. De la comunicación – desarrollo a la comunicación para el vivir bien. Quito: Universidad Andina Simón Bolívar, 2014.
CASTRO, E. Razão decolonial, experiência social e fronteiras epistemológicas. In: CASTRO, E. (org.) Pensamento crítico latino-americano: reflexões sobre políticas e fronteiras. São Paulo: Annablume, 2019.
IJUIM, J. K. Apontamentos sobre a emergência de decolonizar o jornalismo. Pauta Geral: Estudos em Jornalismo, Paraná, v. 10, n. 1, p. 8, 2023. DOI: 10.5212/RevistaPautaGeral.v.10.21874. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/pauta/article/view/21874. Acesso em: 24 jan. 2025
KRENAK, A. Ecologia Política. Ethnoscienta: Revista Brasileira de Etnobiologia e Etnoecologia, Belém, v. 3, n. 2, 2018. DOI: 10.18542/ethnoscientia.v3i2.10225. Disponível em: https://periodicos.ufpa.br/index.php/ethnoscientia/article/view/10225. Acesso em: 24 jan. 2025.
LEFF, E. Racionalidade ambiental: a reapropriação social da natureza. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2006.
LEFF, E. Ecologia política: uma perspectiva latino-americana. Desenvolvimento e Meio Ambiente, Curitiba, v. 35, p. 29-64, 2015. DOI: 10.5380/dma.v35i0.44381. Disponível em: https://revistas.ufpr.br/made/article/view/44381. Acesso em: 10 fev 2025.
LEFF, E. Ecologia Política: da desconstrução do capital à territorialização da vida. Campinas, SP: EdUnicamp, 2021.
LOOSE, E. B. Jornalismo e mudanças climáticas desde o sul: os vínculos do jornalismo não hegemônico com a colonialidade. 2021. 254 f. Tese (Doutorado em Comunicação) – Programa de Pós-Graduação em Comunicação, Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2021.
LOOSE, E. B. et al. Jornalismo ambiental sob a perspectiva dos estudos decoloniais. Entrevista cedida a Katarini Miguel. In: PRATA, N. (org.). Jornalismo ambiental: entrevistas e perspectivas críticas. Belo Horizonte: Intercom, 2022.
LOOSE, E. B.; KOLLING, P.; CAPELETTI, J. Jornalismo ambiental e decolonialidade: a ênfase em ouvir outras vozes. Pauta Geral: Estudos em Jornalismo, Paraná, v. 10, n. 1, 2023. DOI: 10.5212/RevistaPautaGeral.v.10.21854. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/pauta/article/view/21854. Acesso em: 30 set. 2025.
MALDONADO-TORRES, N. Sobre a colonialidade do ser: contribuições para o desenvolvimento de um conceito. Rio de Janeiro: Via Verita, 2022.
MARTÍNEZ-ALIER, J. El ecologismo de los pobres: conflictos ambientales y lenguajes de valoración. Barcelona: Icaria, 2021.
MIGNOLO, W. Histórias locais/Projetos globais: colonialidade, saberes subalternos e pensamento liminar. Belo Horizonte: EdUFMG, 2003.
MOYO, L. Introduction: Journalism studies and the Global South – Theory, practice and pedagogy. Journalism Studies, London, v. 23, n. 13, p. 1567-1577, 2022. DOI: 10.1080/1461670X.2022.2125896. Disponível em: https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/1461670X.2022.2125896. Acesso em: 24 jan. 2025.
MUNIZ, L. M. Ecologia política: o campo de estudo dos conflitos sócio-ambientais. Revista Pós Ciências Sociais, São Luís, v. 6, n. 12, 2010. Disponível em: https://periodicoseletronicos.ufma.br/index.php/rpcsoc/article/view/64. Acesso em: 12 fev 2025.
OLARTE, K. Decolonizar el periodismo boliviano, una necesidad urgente. Chasqui: Revista Latinoamericana de Comunicación, Ecuador, n. 152, 2023.
ORNELAS, E. B. A visibilidade midiática da Vale em tempos de destruição socioambiental. 2022. 467 f. Tese (Doutorado em Comunicação) – Programa de Estudos Pós-Graduados em Comunicação e Semiótica, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2022.
PORTO-GONÇALVES, C. W. Amazônia: encruzilhada civilizatória, tensões territoriais em curso. Rio de Janeiro: Consequência, 2017.
PEDROTTI, J. S. Jornalismo em Processo: dinâmicas da cobertura socioambiental na imprensa brasileira. 2016. 287 f. Tese (Doutorado em Comunicação) – Programa de Estudos Pós-Graduados em Comunicação e Semiótica, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2016.
QUIJANO, A. Colonialidade do poder, eurocentrismo e América Latina. In: LANDER, E. (coord.). A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais: perspectivas latino-americanas. Buenos Aires: CLACSO, 2005.
SANTOS, A. B. A terra dá, a terra quer. São Paulo: Ubu/PISEAGRAMA, 2023.
SANTI, V. J.; ARAÚJO, B. C. Representações do Movimento dos Povos Indígenas na etnomídia roraimense. Intercom, São Paulo, v. 45, e2022123, 2022. DOI: 10.1590/1809-58442022123pt. Disponível em: https://revistas.intercom.org.br/index.php/revistaintercom/article/view/4125/2789. Acesso em: 16 fev. 2025.
SANTILLI, J. Socioambientalismo e novos direitos: proteção jurídica à diversidade biológica e cultural. São Paulo: Peirópolis, 2005.
SILVA, A. C. da. Jornalismo ambiental na rede de notícias da Amazônia: estudo da cobertura jornalística sobre a hidrelétrica de Belo Monte (2008-2013). 2015. 303 f. Tese (Doutorado em Comunicação) – Programa de Pós-graduação em Comunicação, UNISINOS, São Leopoldo, 2015.
SILVA, A. J.; SCHWAAB, R. Perspectivas socioambientais e decoloniais como horizontes para um jornalismo outro no contexto latino-americano. Pauta Geral: Estudos em Jornalismo, Paraná, v. 10, n. 1, 2023. DOI: 10.5212/RevistaPautaGeral.v.10.21885. Disponível em: https://revistas.uepg.br/index.php/pauta/article/view/21885. Acesso em: 30 set. 2025.
SOUZA, E. A. Risco é notícia? A relevância jornalística dos riscos nos grandes desastres da mineração brasileira. 2023. 256 f. Tese (Doutorado em Comunicação) – Programa de Pós-Graduação em Comunicação, Universidade Federal de Santa Maria, 2023.
SORDI, J. O. Amazônia Deslocada: Enquadramentos discursivos dos jornais Folha de S. Paulo e O Estado de São Paulo sobre o desmonte da política ambiental no Governo Bolsonaro. 2023. 309 f. Tese (Doutorado em Comunicação) – Programa de Pós-Graduação em Comunicação, Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2023.
SVAMPA, M. As fronteiras do neoextrativismo na América Latina: conflitos socioambientais, giro ecoterritorial e novas dependências. São Paulo: Elefante, 2019.
STEINBRENNER, R. A.; ESTEVES, L. C.; SANTOS, E.; MELO, P. V. C. Comunicación y resistencia frente a conflictos socioambientales en la Amazonia paraense. Sphera Pública, Espanha, v. 1, n. 21, p. 159-184, 2021. Disponível em: https://sphera.ucam.edu/index.php/sphera-01/article/view/424. Acesso em: 27 set. 2024.
WALSH, C. Interculturalidad, Estado, Sociedad: luchas (de)coloniales de nuestra época. Quito: UASB; Abya-Yala, 2009.
VANHULST, J.; BELING, A. E. “Buen Vivir: emergent discourse within or beyond sustainable development”. Ecological Economics, Amsterdã, v. 101, p. 54-63, 2014. DOI: 10.1016/j.ecolecon.2014.02.017. Disponível em: https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0921800914000640?via%3Dihub. Acesso em: 16 fev. 2025.
Downloads
Published
Issue
Section
License
Copyright (c) 2025 Pedro Loureiro de Bragança, Laiza Mangas, Rosane Steinbrenner

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License.
A submissão implica a cessão de direitos da primeira publicação à revista Organicom, sem pagamento. Os autores podem estabelecer por separado acordos adicionais para a distribuição não exclusiva de versão da obra publicada na revista (como colocar em um repositório institucional ou publicar um livro), com o devido reconhecimento de sua publicação inicial na revista Organicom.