La crisis climática como crisis, además, comunicacional: la COP26 comunicada y hablada

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2238-2593.organicom.2026.244767

Palabras clave:

Crisis climática, Organización comunicada, Organización hablada, Colonialidad, COP26

Resumen

Este artículo contrasta la COP26 comunicada por las Naciones Unidas con la COP26 hablada por movimientos sociales y pueblos y comunidades tradicionales, analizándola como un espacio de disputa hegemónica sobre la crisis climática global. Metodológicamente, examina documentos oficiales de la COP26 y, en contraste, el informe del IPCC WGII (2021), asambleas de la Climate Justice Coalition y medios alternativos. Los resultados identifican puntos nodales que estructuran posiciones antagónicas en colonialidades globales, reforzando el significado público de las relaciones públicas críticas.

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Biografía del autor/a

  • Luciana de Oliveira, Universidade Federal de Minas Gerais

    Professora-extensionista e pesquisadora da Universidade Federal de Minas Gerais (PPGCOM/UFMG). Trabalha colaborativamente com o povo Guarani-Kaiowá desde 2012, em produções cinematográficas, editoriais e em redes. Coordena a Formação Transversal em Saberes Tradicionais da UFMG. Colíder do Corisco – Coletivo de Pesquisa e Ação Comunicacional em Contextos de Risco.

  • Lislye Stany Viana Ferreira, Universidade Federal de Minas Gerais

    Mestranda em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais (PPGCOM/UFMG), na linha Pragmáticas da Imagem.  Pesquisadora em Comunicação, investiga as relações entre crise climática, colonialidade e regimes de visibilidade, com ênfase nas práticas comunicacionais de movimentos sociais, mulheres e povos indígenas. Integra o grupo de pesquisa Corisco – Coletivo de Pesquisa e Ação Comunicacional em Contextos de Risco.

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Publicado

2026-04-01

Cómo citar

DE OLIVEIRA, Luciana; STANY VIANA FERREIRA, Lislye. La crisis climática como crisis, además, comunicacional: la COP26 comunicada y hablada. Organicom, São Paulo, Brasil, v. 23, n. 50, p. 65–79, 2026. DOI: 10.11606/issn.2238-2593.organicom.2026.244767. Disponível em: https://revistas.usp.br/organicom/article/view/244767. Acesso em: 2 oct. 2026.