Acessibilidade Cultural como garantia do direito à cultura

Autores

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2238-2593.organicom.2025.236539

Palavras-chave:

Diversidade, Inclusão, Diversidade Cultural

Resumo

Desde uma escada mal projetada, a falta de um assento preferencial, um sistema de distribuição de ingressos que possa permitir fácil acesso a pessoas com deficiência ou de mobilidade reduzida, até mesmo um show que possa pensar nos diferentes perfis de pessoas que o assistam, tudo isso faz parte do pensar a inclusão. Para muitos, isso não sensibiliza e, exatamente por isso, alguns profissionais da área de eventos e cultura passam a construir um processo de educação e de disseminação sobre as melhores práticas que levem a uma cultura na qual todas as etapas de um evento possam ser planejadas para considerar as diferenças e a necessidade de enxergar o outro e torná-lo acessível. 

A partir de uma larga experiência no campo da cultura, Renata Aglai fala à Organicom sobre um aspecto que ainda tem uma longa jornada à frente: acessibildiade aos eventos, acessibilidade à cultura. Em um país em que ainda há tanto para se discutir sobre o acesso dos diferentes grupos, a entrevistada se dedica a aprimorar o seu olhar e a educar os envolvidos em eventos e cultura sobre a importância do olhar sobre o outro, sobre as diferenças. Foi com essse espírito que conversamos remotamente sobre a realidade legal e cultural sobre como é fundamental conjugar o verbo incluir.

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Biografia do Autor

  • Maria Helena Carmo, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

    Docente do Centro Universitário Hélio Alonso (Unifacha). Doutora em Comunicação pelo Programa de Pós-Graduação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Mestre em Comunicação e Cultural pela ECO-UFRJ. Comunicador Social – Relações Públicas.

  • Luiz Alberto Farias, Universidade de São Paulo

    Livre-docente da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Doutor em Comunicação e Cultura pelo Programa de Pós-Graduação em Integração da América Latina (Prolam-USP). Comunicador Social – Relações Públicas e Jornalista.

  • Ricardo Ferreira Freitas, Universidade do Estado do Rio de Janeiro

    Pós-Doutorado em Sociologia pela Université Paris V (René Descartes). Professor titular da Faculdade de Comunicação Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Pesquisador CNPq (PQ2)  e Faperj (Cientista do Nosso Estado)

  • Valéria Siqueira Castro Lopes, Universidade de São Paulo

    Doutora em Ciências da Comunicação e Mestre em Comunicação para o Mercado pelo Programa de Pós-Graduação da ECA-USP. Pesquisadora do Centro de Estudos de Comunicação Organizacional e Relações Públicas da ECA-USP. É docente e coordenadora do Curso de Relações Públicas da ECA-USP.

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Publicado

02-07-2025

Como Citar

CARMO, Maria Helena; FARIAS, Luiz Alberto; FREITAS, Ricardo Ferreira; LOPES, Valéria Siqueira Castro. Acessibilidade Cultural como garantia do direito à cultura. Organicom, São Paulo, Brasil, v. 22, n. 47, p. 185–189, 2025. DOI: 10.11606/issn.2238-2593.organicom.2025.236539. Disponível em: https://revistas.usp.br/organicom/article/view/236539.. Acesso em: 4 jan. 2026.