Condomínios residenciais horizontais fechados na região metropolitana de São Paulo
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2359-5361.v0i23p135-144Palabras clave:
Condomínios fechados L. Tipologias L. Áreas livres.Resumen
Este trabalho tem como objeto de estudo o entendimento da formação de um tipo de paisagem urbana habitacional com características expressivamente contemporâneas, disseminada em um número expressivo de cidades brasileiras, em especial em torno da capital paulista: a dos condomínios horizontais destinados às camadas de média e alta renda. A constatação de que se trata de um modelo de apropriação do solo urbano e, logo, de um tipo de configuração de uma paisagem, vinculado desde meados da década de 1970 aos ajustes internos promovidos no mercado imobiliário e, do ponto de vista urbanístico, aos padrões de crescimento da mancha urbana da região metropolitana de São Paulo, principalmente no que se refere ao seu processo de dispersão, suscita a necessidade de se precisar suas qualidades e suas particularidades que tornaram este tipo de empreendimento um dos motores atuais de desenvolvimento da região. Foram analisados 28 empreendimentos lançados na região metropolitana entre 1994 e 2005, período de significativo crescimento. O conjunto de estudos de caso abarca tanto os condomínios inseridos nas zonas rurais quanto nas urbanas; em comum, está o fato de serem formas de parcelamento da propriedade privada, concebidas por um empreendedor privado, e de gestão do espaço interno através de uma estrutura de decisão condominial, submetida a normas próprias. A análise se desenvolveu em duas escalas. Num primeiro momento, restringiu-se nos espaços internos, nos quais foram identificados os padrões de arruamento e de ocupação e volumétricos dos lotes, a distribuição das áreas livres e de conservação, os equipamentos de uso comum e sua distribuição; no seguinte, a paisagem vizinha ao condomínio, identificando as características principais do tecido urbano e do ambiente natural não construído.
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