Sobrecarga de informação na tomada de decisão: legitimação de escalas e sua relação com a necessidade de cognição do decisor
Resumo
O desafio que se vislumbra para o processo decisório é a percepção da quantidade de informação como uma variável a ser controlada. A tomada de decisão do gestor, por sua vez, se vincula a sua base cognitiva. O presente trabalho tem como objetivo a busca de evidências de validade psicométrica, através das técnicas critério e construto, de dois instrumentos psicométricos para a mensuração da sobrecarga de informação na tomada de decisão e eventuais relações com a necessidade de cognição do decisor. Para a análise, se pretende apreciar uma amostra formada por estudantes de pós-graduação. Para a legitimação dos instrumentos se utilizará a técnica estatística denominada análise fatorial por ela possuir a capacidade de determinar o grau de influência de uma dada variável na explicação de um fator. Para o tratamento dos dados, se utilizará de diversos métodos estatísticos. Este estudo busca encontrar evidências acerca do impacto que a variável cognição do gestor experimenta na presença de sobrecarga de informação. Suas principais contribuições seriam: (i) a verificação da existência de sobrecarga de informação na tomada de decisão e eventual relação com a necessidade de cognição do decisor; (ii) a mensuração da sobrecarga de informação e a necessidade de cognição do decisor em situações caracterizadas no âmbito organizacional; (iii) elaboração de um quadro conceitual por meio do qual seja possível a visualização de eventual relação entre o volume de informação e a necessidade de cognição do tomador de decisão.
Pallavras-chave: Parâmetros psicométricos; Análise do comportamento; Legitimação de escalas.
Link: https://revistas.ufpr.br/atoz/article/view/67257
Downloads
Referências
Publicado
Edição
Seção
Licença
- a PBCIB adota a Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional — CC BY 4.0;
- os autores mantêm os direitos autorais;
- a revista recebe o direito de primeira publicação;
- é permitido copiar, distribuir, adaptar e reutilizar os conteúdos;
- a atribuição dos autores e da publicação original é obrigatória;
- materiais de terceiros podem possuir licenças ou restrições próprias.
