“Exílio contínuo”, de Djaimilia Pereira de Almeida: um estado permanente de si

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DOI:

https://doi.org/10.11606/1982-8837e260029

Schlagwörter:

Exílio, Literatura apropeia, Djaimilia Pereira de Almeida, Migração

Abstract

Este artigo parte da crônica “Exílio contínuo”, da escritora Djaimilia Pereira de Almeida, para tratar do exílio à luz da experiência afropeia e das marcas da colonialidade portuguesa. Para tanto, partimos da hipótese de que essa experiência ultrapassa a mera condição geográfica para assumir contornos existenciais e políticos. Assim, por meio da reflexão do tema articulada à identidade afropeia, seguida pela análise da crônica, buscamos compreender como o texto literário elabora metáforas de deslocamento, amputação e renascimento, tensionando os limites entre identidade, memória e pertencimento. A investigação articula aportes teóricos de Said (2003), Césaire (2020), Fanon (1968), Hall (2013), Nouss (2016), dentre outros teóricos. Como resultado, ao examinar os efeitos do colonialismo na constituição de subjetividades negras em Portugal, o estudo evidencia como a escrita de Djaimilia Pereira de Almeida opera como espaço de enunciação que forja uma poética da errância e da incompletude.

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Veröffentlicht

2026-09-22

Ausgabe

Rubrik

Themenheft: Afropolitanismus. Deutsche afro-diasporische Literatur und andere Literaturen afrikanischer Abstammung – kritische Dialoge.

Zitationsvorschlag

MAGALHÃES, Lucas; SARTESCHI, Rosangela. “Exílio contínuo”, de Djaimilia Pereira de Almeida: um estado permanente de si. Pandaemonium Germanicum, São Paulo, Brasil, v. 29, p. e260029, 2026. DOI: 10.11606/1982-8837e260029. Disponível em: https://revistas.usp.br/pg/article/view/261293. Acesso em: 22 sep. 2026.