Estrategias Electorales en Línea y Género: trayectorias y perspectivas de las candidatas de Rio Grande da Serra
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2176-8099.pcso.2024.223168Palabras clave:
Representación femenina, Campaña electoral, Redes sociales, Elecciones municipales, Elecciones y pandemiaResumen
El acontecimiento que motivó este estudio fue las campañas digitales llevadas a cabo por las candidatas a concejales en las elecciones de 2020 en el municipio de Rio Grande da Serra (SP). A partir de este escenario, la investigación se organizó en tres fases: 1) colecta de datos a través de las redes sociales de las 77 candidatas; 2) envío de un cuestionario, con diez respuestas; 3) entrevista con cuatro de las candidatas, lo que nos permitió profundizar sus impresiones sobre la campaña y su uso de las redes. Este artículo presenta las etapas 2 y 3 de la investigación, analizando cómo los datos recogidos en la primera etapa se relacionan con las trayectorias y experiencias de estas mujeres. Tanto en los cuestionarios como en las entrevistas, hubo una percepción de insatisfacción con el partido, en particular el apoyo al uso de las redes sociales y la cantidad de dinero recibida para la campaña. Al final del proceso electoral, teniendo en cuenta la elección de un ayuntamiento exclusivamente masculino, se puede afirmar que el medio virtual obtuvo malos resultados para la elección de mujeres. A partir de las entrevistas individuales, fue posible observar narraciones solitarias de la gestión de la campaña, con dificultades en la creación de piezas promocionales y en el uso de herramientas, así como un sentimiento de frustración con el contexto político del municipio, pero con una postura menos crítica hacia el partido.
Descargas
Referencias
ÁLVARES, Maria Luiza Miranda (2008). Mulheres brasileiras em tempo de competição eleitoral: seleção de candidaturas e degraus de acesso aos cargos parlamentares. Dados, v. 51, n. 4, p. 895–939. https://doi.org/10.1590/S0011-52582008000400004
ARAÚJO, Clara (2009). "Gênero e acesso ao Poder Legislativo no Brasil: as cotas entre as instituições e a cultura". Revista Brasileira de Ciência Política, n° 2, p. 23-59. https://periodicos.unb.br/index.php/rbcp/article/view/1604 (acesso em 24/03/2024).
ARAÚJO, C.. Potencialidades e limites da política de cotas no Brasil. Revista Estudos Feministas, v. 9, n. 1, p. 231–252, 2001.
BEAMAN, Lori et al (2019). Experiment in India Female Leadership Raises Aspirations and Educational Attainment for Girls: A Policy. Science, Washington, Dc, v. 335, p.582-586, 12 jan. 2012. Acesso em: 12 nov. https://doi.org/10.1126/science.1212382
BOHN, Simone Rodrigues. (2008). Mulher para presidente do Brasil? Gênero e política na perspectiva do eleitor brasileiro. Opinião Pública, v. 14, n. 2, p. 352–379. https://doi.org/10.1590/S0104-62762008000200004
BOURDIEU, P. 1998. La domination masculine. Paris: Seuil.
BRASIL (2009). Lei nº 12.034, de 29 de setembro de 2009. Diário Oficial da União, Brasília. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/lei/l12034.htm (acesso em 24/03/2024)
BRASIL (1997). Lei nº 9.504, de 30 de setembro de 1997. Diário Oficial da União, Brasília. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9504.htm (acesso em: 24/03/2024).
BRIANS, Craig Leonard (2005). Women for Women? American Politics Research, [S.L.], v. 33, n. 3, p. 357-375. SAGE Publications. https://doi.org/10.1177/1532673X04269415
CARNEIRO, Sueli. Mulheres em movimento. Estud. av., São Paulo, v. 17, n. 49, p. 117- 133, Dec. 2003.
CANDIDO, Marcia et al (2019). GENDER, FEMINIST ACTIVISM AND CONSERVATISM IN LATIN AMERICA: AN INTERVIEW WITH FLÁVIA BIROLI, FLAVIA FREIDENBERG AND VERÓNICA GAGO. Novos Rumos Sociológicos, Ufpel, v. 7, n. 11, p.65-84. https://doi.org/10.15210/norus.v7i11.17042
CAVENAGHI, Suzana; ALVES, José Eustáquio Diniz. Quem vota em quem: um retrato das intenções de voto nas eleições para presidente em setembro de 2010 (2012). . In: ALVES, José Eustáquio Diniz; PINTO, Celi Regina Jardim;
JORDÃO, Fátima (orgs.). Mulheres nas eleições 2010. São Paulo: ABCP/Secretaria de Políticas para as Mulheres. ISBN 978-85-66557-00-8. https://bibliotecadigital.tse.jus.br/xmlui/handle/bdtse/4030 (acesso em 24/03/2024).
CHEHAB, Isabelle Maria Campos Vasconcelos (2019). O protagonismo das mulheres nos movimentos políticos para a redemocratização brasileira. Revista de Movimentos Sociais e Conflitos, Belém, v. 5, n. 2, p. 1-15. http://dx.doi.org/10.26668/IndexLawJournals/2525-9830/2019.v5i2.5866
CONNELL, Reawyn; PEARSE, Rebecca (2015). Gênero: uma perspectiva global. São Paulo, nVersos.
COLLINS, Patricia Hill (1990). Black Feminist Thought: Knowledge, Consciousness and the Politics of Empowerment. New York: Routledge.
Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.BR) (2022). Fronteiras da inclusão digital. https://cetic.br/media/docs/publicacoes/11/20220926165821/estudo_fronteiras_da_inclusao_digital_2022.pdf. (acesso em 15/03/2024).
CRENSHAW, Kimberle Williams (1989). “Demarginalizing the Intersection of Race and Sex: A Black Feminist Critique of Antidiscrimination Doctrine, Feminist Theory and Antiracist Politics.”. University of Chicago Law Forum 140: 139–167. https://chicagounbound.uchicago.edu/uclf/vol1989/iss1/8 (acesso em 24/03/2024).
DAHL, Robert Alan (1997). Poliarquia – Participação e Oposição. Trad. Celso Mauro Pacionik. São Paulo, Universidade de São Paulo.
GATTO, Maria Luiza Aberceb Carvalho; WYLIE, Kristin (2021). Informal institutions and gendered candidate selection in Brazilian parties. Party Politics. https://doi.org/10.1177/13540688211008842
HANCOCK, Ange-Marie (2016). Intersectionality: An Intellectual History. New York: Oxford University Press. https://doi.org/10.1093/acprof:oso/9780199370368.001.0001
HARDY-FANTA, Carol, MARIE SIERRA, Christine, Dianne Pinderhughes, LIEN, Pei-te (2016). Contested Transformation: Race, Gender, and Political Leadership in 21st Century America. New York: Cambridge University Press. https://doi.org/10.1017/CBO9781139031165
IBGE (2021). Internet já é acessível em 90,0% dos domicílios do país em 2021. https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/34954-internet-ja-e-acessivel-em-90-0-dos-domicilios-do-pais-em-2021. (acesso em: 15/03/2024).
IBGE (2021). Acesso à internet e posse de telefone móvel celular para uso pessoal: 2011. Rio de Janeiro: IBGE, 2013. 159 p. https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&id=263999. (acesso em 14/12/2020).
IBGE (2020). PNAD Contínua TIC 2018: internet chega a 79,1% dos domicílios do país. Internet chega a 79,1% dos domicílios do país. https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/27515-pnad-continua-tic-2018-internet-chega-a-79-1-dos-domicilios-do-pais. (acesso em: 14/12/2020).
JUNN, Jane (2017). The Trump majority: white womanhood and the making of female voters in the U.S. Politics, Groups, And Identities, [S.L.], v. 5, n. 2, p. 343-352. Informa UK Limited. https://doi.org/10.1080/21565503.2017.1304224
KROOK, Mona Lena (2013). Quota Laws for Women in Politics: Implications for Feminist Practice. Social Politics: International Studies in Gender, State & Society, 15(3), 345–368. https://doi.org/10.1093/sp/jxn014
LOVENDUSKI, Joni. Feminist reflections on representative democracy. The Political Quarterly, v. 90, p. 18-35, 2019.
MANSBRIDGE, Jane (1999). Should Blacks Represent Blacks and Women Represent Women? A Contingent “Yes.” The Journal of Politics, 61(3), 628–657. https://doi.org/10.2307/2647821
MANIN, Bernard (2013). A democracia do público reconsiderada. Trad. Otacílio Nunes, Novos Estudos, n. 97. p. 115 – 127. https://doi.org/10.1590/S0101-33002013000300008
MATLAND, Richard E. (2002). Estrategias para Ampliar La Participación Femenina en el Parlamento. El Proceso de Selección de Candidatos Legislativos y los Sistemas Electorales. In: MENDEZ-MONTALVO, Myriam; BALLINGTON, Julie. (orgs.), Mujeres en el Parlamento – Más allá de los números. Estocolmo, Suécia, IDEA. https://www.idea.int/sites/default/files/publications/mujeres-en-el-parlamento-mas-alla-de-los-numeros-2002.pdf (acesso em 24/03/2024).
MIGUEL, Luis Felipe (2010). Social perspectives and symbolic domination: women's political presence, in Iris Marion Young and Pierre Bourdieu. Rev. Sociol. Polit., Curitiba , v. 18, n. 36, p. 25-49. https://doi.org/10.1590/S0104-44782010000200004
NEMER, David (2021). Tecnologia do Oprimido: desigualdade e o mundo digital nas favelas do Brasil, Editora Milfontes, Vitória, 298p.
PEIXOTO, Vitor de Moraes; MARQUES, Larissa Martins; RIBEIRO, Leandro Molhano (2022). Financiamento de campanhas e desempenho eleitoral das mulheres nas eleições brasileiras (1998-2020). Estudos Avançados, v. 36, n. 106, p. 93–116. https://doi.org/10.1590/s0103-4014.2022.36106.006
PHILLIPS, ANNE. De uma política de idéias a uma política de presença?. Rev. Estud. Fem., Florianópolis , v. 9, n. 1, p. 268-290, 2001.
PHILLIPS, Christian Dyogi (2017). “Expansion and Exclusion: Race, Gender and Immigration in American Politics.” Ph.D. dissertation, University of California, Berkeley. https://escholarship.org/uc/item/0n754699 (acesso em 24/03/2024)
RAMOS, Luciana de Oliveira; BARBIERI, Catarina Helena Cortada; HERSCOVICI, Aline; AFLALO, Hannah Maruci;
MARDEGAN, Ivan Osmo; MARIN, Juliana Fabbron Marin; YOUSSEF, Laís Menegon; CHAVES, Vanilda Souza. O uso do Facebook em campanhas eleitorais: um meio de contornar desigualdades socioeconômicas e falta de recursos tradicionais? In: RAMOS, Luciana de Oliveira; BARBIERI, Catarina Helena Cortada; HERSCOVICI, Aline; AFLALO, Hannah Maruci; MARDEGAN, Ivan Osmo; MARIN, Juliana Fabbron Marin; YOUSSEF, Laís Menegon; CHAVES, Vanilda Souza. Candidatas em jogo: um estudo sobre os impactos das regras eleitorais na inserção de mulheres na política. São Paulo: Fgv Direito Sp, 2020. p. 3-65.
SACCHET, Teresa (2012). “Partidos políticos e (sub)representação feminina: um estudo sobre recrutamento legislativo e financiamento de campanhas”. In: PAIVA, Denise (Org.). Mulheres, poder e política . Goiânia: Cânone. p. 159-186.
SMOOTH, Wendy (2006). “Intersectionality in Electoral Politics: A Mess Worth Making.”. Politics & Gender 2 (3): 400–414. https://doi.org/10.1017/S1743923X06261087
TSE (2019). Resolução nº 23.605, de 17 de dezembro de 2019.. Diário da Justiça Eletrônico do Tribunal Superior Eleitoral, Brasília. https://www.tse.jus.br/legislacao/compilada/res/2019/resolucao-no-23-605-de-17-de-dezembro-de-2019 (acesso em 25/03/2024).
VERGE, Tània; DE LA FUENTE, Maria (2014). Playing with different cards: Party politics, gender quotas and women’s empowerment. International Political Science Review, v. 35(1) p. 67-79. https://doi.org/10.1177/0192512113508295
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2024 Política de direitos compartilhados

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0.
Ao submeter seu trabalho à Plural, o autor concorda que: o envio de originais à revista implica autorização para publicação e divulgação, ficando acordado que não serão pagos direitos autorais de nenhuma espécie. Uma vez publicados os textos, a Plural se reserva todos os direitos autorais, inclusive os de tradução, permitindo sua posterior reprodução como transcrição e com devida citação de fonte. O conteúdo do periódico será disponibilizado com licença livre, Creative Commons - Atribuição NãoComercial- CompartilhaIgual –, o que quer dizer que os artigos podem ser adaptados, copiados e distribuídos, desde que o autor seja citado, que não se faça uso comercial da obra em questão e que sejam distribuídos sob a mesma licença (ver: http://www.creativecommons.org.br/).




