Psicologia e direito penal: análise marxista de perspectivas tecnicistas e críticas sobre a atuação profissional

Autores

DOI:

https://doi.org/10.1590/0103-6564e246675

Palavras-chave:

psicologia, direito penal, marxismo

Resumo

Este trabalho discute a atuação profissional da psicologia no campo do direito penal e aponta a importância do marxismo para a análise crítica sobre a relação entre psicologia e Direito. Para tanto, foi realizado um levantamento bibliográfico na base de dados SciELO com as palavras-chave “psicologia” e “direito penal”. Após triagem e categorização, foram analisados 12 trabalhos que discutiam a atuação profissional da psicologia no campo jurídico-penal. Os trabalhos foram organizados em dois eixos temáticos: vertentes tecnicistas, que apartam a atuação da psicologia dos processos sociais que determinam o direito; e propostas de crítica, que abarcam tanto produções influenciadas por perspectivas foucaultianas, quanto críticas marxistas. A análise destaca que a ausência da apreensão da totalidade social, marcante em grande parte das produções, limita muitas problematizações. O marxismo contribui para orientar a crítica ao complexo jurídico-penal e, assim, desvelar os limites e as possibilidades de a psicologia contribuir para a emancipação humana.

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Biografia do Autor

  • Barbara Sul Santana Fleury, Universidade Federal do Rio Grande do Norte

    Psicóloga graduada na Pontifícia Universidade Católica de Goiás. Mestra em Psicologia pela Universidade Federal de Goiás. Doutoranda em Psicologia na Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Professora substituta do curso de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde do Trairi (FACISA/UFRN).

  • Fernando Lacerda Jr., Universidade Federal de Goiás

    Graduação e doutorado em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Professor Associado da Universidade Federal de Goiás. 

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Publicado

28-07-2026

Edição

Seção

Dossiê Psicologia e Marxismo

Como Citar

Psicologia e direito penal: análise marxista de perspectivas tecnicistas e críticas sobre a atuação profissional. (2026). Psicologia USP, 37, e246675. https://doi.org/10.1590/0103-6564e246675