Teatro Oficina: la tragycomédiorgya como reexistencia

Autores/as

  • Isadora Fração Lago Universidade Federal do Rio Grande do Sul image/svg+xml
  • Amadeu de Oliveira Weinmann Universidade Federal do Rio Grande do Sul image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.1590/0103-6564e230177

Palabras clave:

Teatro Oficina, tragycomédiorgya, carnavalización, antropofagia, re-existencia

Resumen

A partir de la tragycomédiorgya creada por el Teatro Oficina y presente en el montaje de Bacantes, este artículo pretende reflexionar sobre algunas influencias que participan en el estilo desarrollado por la compañía, así como sus posibles efectos subjetivizantes. Al conjugar tragedia, comedia y orgía, el Teatro Oficina construye una práctica subversiva que critica la representación dramática que impera en un determinado tipo de teatro, lo cual promueve un acto nuevo, interesado en la potencia del encuentro ritual y en la expresividad del coro dionisíaco. Devorando la tragedia griega Las bacantes en una apropiación antropofágica influenciada por el pensamiento oswaldiano, el grupo permite a su público experimentar el universo trágico a la brasilera, contaminado por el humor y la carnavalización. Al promover transgresiones en las formas artísticas estancadas, la obra del Teatro Oficina abre brechas para que el arte sea un instrumento de reexistencia, operando transformaciones estéticas articuladas a nuevas formas de vida.

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Biografía del autor/a

  • Isadora Fração Lago, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

    Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Santa Maria, RS, Brasil.

  • Amadeu de Oliveira Weinmann, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

    Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, Brasil.

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Publicado

2026-06-08

Número

Sección

Artículos

Cómo citar

Teatro Oficina: la tragycomédiorgya como reexistencia. (2026). Psicologia USP, 37, e230177. https://doi.org/10.1590/0103-6564e230177