Legados de junio de 2013: La proliferación de colectivos más allá del ámbito de los movimientos sociales
DOI:
https://doi.org/10.1590/0103-6564e230103Palabras clave:
colectivos, movimientos sociales, junio de 2013Resumen
Este artículo aborda la expansión de organizaciones denominadas colectivos más allá del ámbito de los movimientos sociales, uno de los legados de Junio de 2013. Se realizó una investigación cualitativa mediante la sistematización de informaciones de 725 colectivos que tenían páginas en una red social y 21 entrevistas a colectivos de Teresina (Piauí, Brasil). Los resultados apuntan la existencia de cuatro tipos de colectivos (colectivos artísticos, universitarios, asociaciones de ayuda mutua y grupos empresariales) que defienden relaciones más inclusivas y horizontales, lo que muestra un otro tipo de impacto de Junio de 2013.
Descargas
Referencias
Alencar, G. (2020). Grupos protestantes e engajamento social: uma análise dos discursos e ações de coletivos evangélicos progressistas. Religião e Sociedade, 39(3), 173-196. https://doi.org/10.1590/0100-85872019v39n3cap08
Augusto, A., Rosa, P. O., & Resende, P. E. R. (2016). Capturas e resistências nas democracias liberais: uma mirada sobre a participação dos jovens nos novíssimos movimentos. Revista Estudos de Sociologia, 21(40), 21-37. Recuperado de https://periodicos.fclar.unesp.br/estudos/article/view/7581
Bordt, R. L. (1990). How alternative ideas become institutions: the case of feminist collectives. Nonprofit and Voluntary Sector Quarterly, 26(2), 132-155. https://doi.org/10.1177/0899764097262003
Bringel, B., & Pleyers, G. (2015). Junho de 2013… dois anos depois: polarização, impactos e reconfiguração do ativismo no Brasil. Nueva Sociedad, 259, 4-17. Recuperado de https://nuso.org/articulo/junho-de-2013-dois-anos-depois/
Comitê Gestor da Internet no Brasil. (2023). Pesquisa sobre o uso das tecnologias de informação e comunicação nos domicílios brasileiros – TIC Domicílios 2022. São Paulo, SP: Cetic.br; NIC.br. Recuperado de https://www.cgi.br/media/docs/publicacoes/2/20230825143720/tic_domicilios_2022_livro_eletronico.pdf
Desouza, S. (2012). The Strength of Collective Processes: An ‘Outcome Analysis’ of Women’s Collectives in India. Indian Journal of Gender Studies, 19(3), 373-392. https://doi.org/10.1177/097152151201900302
Diani, M., & Bison, I. (2010). Organizações, coalizões e movimentos. Revista Brasileira de Ciência Política, (3), 219-250. Recuperado de https://periodicos.unb.br/index.php/rbcp/article/view/1681
Facebook. (n.d.). {102 milhões de brasileiros compartilham seus momentos no Facebook todos os meses}. Meta. Recuperado em 31 de julho de 2016 de https://www.facebook.com/business/news/102-milhes-de-brasileiros-compartilham-seus-momentos-no-facebook-todos-os-meses
Giraldo Giraldo, Y. N., & Ruiz Silva, A. (2019). La solidaridad en la vida de los jóvenes de las comunas de Medellín. Folios, (49), 61-69. https://doi.org/10.17227/folios.49-9391
Gohn, M. G. (2008). Abordagens teóricas no estudo dos movimentos sociais na América Latina. Caderno CRH, 21(54), 439-455. https://doi.org/10.1590/S0103-4979-2008000300003
Gohn, M. G. (2017). Manifestações e protestos no Brasil. São Paulo, SP: Cortez.
Machado, J. A. S. (2007). Ativismo em rede e conexões identitárias: novas perspectivas para os movimentos sociais. Sociologias, (18), 248-285. https://doi.org/10.1590/S1517-45222007000200012
Machado, J. (2015). Das redes às ruas. In S. Zanirato (Org.), Políticas públicas: autores e demandas (pp. 11-23). São Paulo, SP: Annablumme.
Maia, G. L. (2013). A juventude e os coletivos: como se articulam novas formas de expressão política. Revista Eletrônica do Curso de Direito da UFSM, 8(1), 58-73. https://doi.org/10.5902/198136948630
Mora, C., & Rios, M. (2009). ¿De Política de Representación a Política de Coalición?: Posibilidades de Movilización Feminista em el Chile Post-Dictadura. Polis, 8(24), 133-145. https://doi.org/10.4067/S0718-65682009000300008
Perez, O. C. (2019). Relações entre coletivos com as Jornadas de Junho. Opinião Pública, 25(3), 258-256. https://doi.org/10.1590/1807-01912019253577
Perez, O. C. (2021). Sistematização crítica das interpretações acadêmicas brasileiras sobre as Jornadas de Junho de 2013. Izquierdas, (50), 1-16.
Perez, O. C., & Souza, B. M. (2020). Coletivos universitários e o discurso de afastamento da política parlamentar. Educação e Pesquisa, 46, e217820. https://doi.org/10.1590/S1678-4634202046217820
Sapriza, G. (2015). “Nos habíamos amado tanto”. Años revueltos. Mujeres, colectivos y la pelea por el espacio público. Revista Estudos Feministas, 23(3), 939-958. https://doi.org/10.1590/0104-026X2015v23n3p933
Simões Borelli, S. H., & Aboboreira, A. (2011). Teorias/metodologias: trajetos de investigação com coletivos juvenis em São Paulo/Brasil. Revista Latinoamericana de Ciencias Sociales, 9(1), 161-172. Recuperado de http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=77320072008
Tatagiba, L. (2014). 1984, 1992 e 2013: sobre ciclos de protestos e democracia no Brasil. Política & Sociedade, 13(28), 35-62. https://doi.org/10.5007/2175-7984.2014v13n28p35
Tatagiba, L., & Galvão, A. (2019). Os protestos no Brasil em tempos de crise (2011-2016). Opinião Pública, 25(1), 63-96. https://doi.org/10.1590/1807-0191201925163
Valk, A. M. (2002). Living a Feminist Lifestyle: The Intersection of Theory and Action in a Lesbian Feminist Collective. Feminist Studies, 28(2), 303-332. https://doi.org/10.2307/3178744
Vommaro, P. A. (2015). Juventudes y políticas en la Argentina y en América Latina: tendencias, conflictos y desafios. Argentina: Grupo Editor Universitário; Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2024 Psicologia USP

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Todo o conteúdo de Psicologia USP está licenciado sob uma Licença Creative Commons BY-NC, exceto onde identificado diferentemente.
A aprovação dos textos para publicação implica a cessão imediata e sem ônus dos direitos de publicação para a revista Psicologia USP, que terá a exclusividade de publicá-los primeiramente.
A revista incentiva autores a divulgarem os pdfs com a versão final de seus artigos em seus sites pessoais e institucionais, desde que estes sejam sem fins lucrativos e/ou comerciais, mencionando a publicação original em Psicologia USP.
