Self dialógico interseccional: un avance en el debate sobre los procesos de constitución del self

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.1590/0103-6564e239000

Palabras clave:

self dialógico, interseccionalidad, desarrollo humano, resistencia

Resumen

Este ensayo teórico presenta el self dialógico interseccional (SDI), un modelo que integra la teoría del self dialógico (TSD) y la epistemología interseccional para explicar cómo las opresiones de género, raza, clase y maternidad atraviesan la constitución del self en organizaciones con jerarquía rígida. La TSD aborda la multivocalidad interna, pero no analiza las fuerzas que legitiman o silencian voces; el enfoque interseccional subsana esta carencia al tratar estos marcadores como dimensiones coconstitutivas del poder. Una entrevista go-along con una madre policía militar inspiró el refinamiento conceptual; y no se presentan datos empíricos. El SDI pone de manifiesto tres dinámicas: (1) legitimación desigual de las voces centrales, (2) silenciamiento interseccional de las voces periféricas y (3) resignificación dialógica que sostiene resistencia y transformación. Este artículo expone los fundamentos teóricos, detalla el SDI y discute sus implicaciones teóricas y analíticas, aportando orientaciones para políticas inclusivas. Se concluye con las recomendaciones para estudios multicéntricos que pongan a prueba y perfeccionen el constructo.

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Biografía del autor/a

  • Maria Cláudia Santos Lopes de Oliveira, Universidade de Brasília

    Professora Titular do Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília aposentada e atual Pesquisadora Colaboradora Senior da mesma universidade. Possui graduação em Psicologia pela Universidade Federal Fluminense (1987), Mestrado em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1992) e Doutorado em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (2000). Entre 2015 e 2016, realizou projeto pós-doutoral na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e Universidade de Aalborg, Dinamarca. Concluiu, em 2009, Estágio Pós-doutoral em Psicologia, na Universidade Autônoma de Madri, Espanha, e antes, em Desenvolvimento Humano na Clark University, Worcester (MA), E.U.A (2005). É membro da Rede SPPREAD International (Social Pedagogy Practice, Research, and Development). Coordenadora de Plano de Trabalho financiado pelo programa Capes Print. Desenvolve projetos de pesquisa na área de Psicologia do Desenvolvimento humano no curso de vida, com ênfase no desenvolvimento social no contexto urbano, das escolas e instituições do sistema de garantia de direitos tal como unidades de atendimento socioeducativo. Membro do LABMIS - Laboratório de Psicologia Cultural e coordenadora do Núcleo de Estudos das Adolescências Contemporâneas (GAIA). Membro do GT Psicologia Dialógica (ANPEPP) e da Rede Social Pedagogy Practice, Research and Development (SPPREAD). Membro do comitê científico da Revista Human Arenas (Springer), Cadernos CEDES (Unicamp) e Revista Nome (UFG). Autora das coletâneas "Psychology as a Dialogical Science: self and culture mutual development" (Springer, 2020). Adolescência, direitos humanos e socioeducação (Appris, 2017). "Psicologia dos processos de desenvolvimento humano: cultura e educação" (Alínea, 2016) e "Diversidade e cultura da paz na escola: contribuições da perspectiva sociocultural" (Mediação, 2012). É co-autora de diversas obras, entre as quais: "A ciência do desenvolvimento humano: desafios para a psicologia e a educação" (2014), "Docência na Socioeducação" (2014), Justiça juvenil: teoria e prática" (2014) e "Curso de Prevenção do Uso de Drogas para Educadores de Escolas Públicas" (2012, 3ª edição). Foi coordenadora do Programa de Pós-graduação em Processos de Desenvolvimento Humano e Saúde (mestrado e doutorado), da Universidade de Brasília, em 2008, cargo ao qual retornou em 2010, até 2013. Foi presidente da Associação Brasileira de Psicologia do Desenvolvimento (ABPD), gestão 2010-2012, e antes, a vice-presidente da mesma Associação na gestão 2008-2010. Membro do Diretoria da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação (ANPEPP), gestão 2016-2018 e 2018-2020.

  • Rebeca Lopes da Silva Brito, Universidade de Brasília

    Universidade de Brasília, Brasília, DF, Brasil.

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Publicado

2026-07-21

Número

Sección

Artículos

Cómo citar

Self dialógico interseccional: un avance en el debate sobre los procesos de constitución del self. (2026). Psicologia USP, 37, e239000. https://doi.org/10.1590/0103-6564e239000