Historia social de la psicología y el autismo: ¿qué nos dice esta relación?

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.1590/0103-6564e230080

Palabras clave:

historia de la psicología, psicología crítica, prácticas psicológicas, autismo

Resumen

Este estudio busca presentar apuntes bajo una perspectiva crítica de análisis y discusión de las prácticas psicológicas en el área del autismo al tener en cuenta la historia social de la Psicología. Para ello, trata dos temas generales: historia social de la psicología, con énfasis en la Psicología Histórico-Cultural y la Psicología de la Liberación, y el autismo como fenómeno que abarca un espectro de posibilidades de cuadros y de prácticas de intervención. Se describen las implicaciones prácticas, con la indicación de acciones que se alinean a las vertientes teóricas abordadas. Las principales problematizaciones derivadas de este estudio están relacionadas con la necesidad de considerar la pluralidad teórica de la Psicología en las prácticas dirigidas al autismo, el uso mercadológico del término “prácticas basadas en evidencia” y sus efectos para el campo de la psicología y para las familias. Se espera fundamentar teóricamente la mirada crítica sobre las prácticas naturalizadas y sobre desafíos en el área.

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Biografía del autor/a

  • Emellyne Lima de Medeiros Dias Lemos, Universidade Federal de Campina Grande

    Universidade Federal de Campina Grande, Cajazeiras, PB, Brasil.

  • Laísy de Lima Nunes, Universidade Federal da Paraíba

    Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, PB, Brasil.

Referencias

merican Psychiatric Association. (2013). Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders, (5th ed). Arlington: American Psychiatric Publishing.

Antunes, M. M. (2011). Psicologia e Educação no Brasil: Uma análise histórica. In R. G. Azzi, M. H. T. A. Gianfaldoni (Orgs.), Psicologia e Educação (pp. 9-32). São Paulo, SP: Casa do Psicólogo.

Antunes, M. M. (2012). A Psicologia no Brasil: Um Ensaio Sobre suas Contradições. Psicologia: Ciência e Profissão, 32(n.spe), 44-65.

Antunes. M. M. (2016). Sobre a obra de Manoel Bomfim: Um estudo sobre lições de pedagogia: teoria e prática da educação. Psicologia Escolar e Educacional, 2(20), 397-402. doi 10.1590/ 2175-3539/2015/020211193

Arocho, W. R. (2010). El concepto de calidad educativa: uma mirada crítica desde el enfoque históricocultural. Actualidades Investigativas em Educación, 10(1), 1-28.

Baron-Cohen, S. (2008). Autism and Asperger Syndrom. Oxford: Oxford University Press.

Bernier, R. A.; Dawson, G., & Nigg, J. T. (2021). O que a ciência nos diz sobre o Transtorno do Espectro Autista: fazendo escolhas certas para seu filho. Porto Alegre, RS: Artmed.

Bialer, M., & Voltolini, R. (2022). Autismo: história de um quadro e o quadro de uma história. Psicologia em Estudo, 27, e45865. doi: 10.4025/psicolestud.v27i0.45865

Bosa, C. L. (2006). Autismo: Intervenções psicoeducacionais. Revista Brasileira de Psiquiatria, 28(1), 47-53.

Costa, P. H. A., & Mendes, K. T. (2021). A miséria da Psicologia Brasileira: subordinação ao capital e colonização dependência. Pesquisas e Práticas Psicossociais, 16(2), 1-17.

Costa, P. H. A., & Mendes, K. T. (2022). Psicologia, 60 anos e a crítica da crítica. Psicologia: Ciência e Profissão, 42(n.spe), 1-12.

Conselho Federal de Psicologia. (2009). Sistematização do Seminário Nacional do Ano da Psicoterapia. Brasília, DF: Conselho Federal de Psicologia.

Freitas, L. A. B. (2022). Certificação profissional, Análise do Comportamento Aplicada e Transtorno do Espectro Autista: contribuições para um debate. Revista Brasileira de Terapia Comportamental e Cognitiva, 24, 1-29.

Guercio, J. M. (2018). The Importance of a Deeper Knowledge of the History and Theoretical Foundations of Behavior Analysis: 1863–1960. Behavior Analysis: Research and Practice, 18 (1), 4-15.

Guzzo, R. S., & Lacerda Jr., F. (2007). Fortalecimento em Tempo de Sofrimento: Reflexões Sobre o Trabalho do Psicólogo e a Realidade Brasileira. Revista Interamericana de Psicología/Interamerican Journal of Psychology, 41(2), 231-240.

Jacó Vilela, A. M. (2012). História da Psicologia no Brasil: uma narrativa por meio de seu ensino. Psicologia Ciência e Profissão, 32(n.spe), 28-43.

Lacerda Jr., F. (2013). Capitalismo dependente e a psicologia no Brasil: das alternativas à psicologia crítica. Teoría y crítica de la psicología, 3, 216-263.

Lacerda Jr., F. (2018). Historicizar para libertar: a proposta da psicologia da libertação. F. T. Portugal, C. Facchinetti, & A. C. Castro (Orgs.), História social da psicologia (pp. 55-81). Rio de Janeiro, RJ: Nau Editora.

Leandro, J. A., & Lopes, B. A. (2018). Cartas de mães e pais de autistas ao Jornal do Brasil na década de 1980. Interface, 22(64), 153-163.

Lei nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012. (2012, 27 de dezembro). Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista; e altera o § 3o do art. 98 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990. Presidência da República.

Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015. (2015, 6 de julho). Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência). Presidência da República.

Lei 13.861/2019, 18 de julho de 2019. (2019, 18 de julho). Altera a Lei nº 7.853, de 24 de outubro de 1989, para incluir as especificidades inerentes ao transtorno do espectro autista nos censos demográficos. Presidência da República.

Lei nº 13.977, de 8 de janeiro de 2020. (2020, 8 de janeiro). Altera a Lei nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012 (Lei Berenice Piana), e a Lei nº 9.265, de 12 de fevereiro de 1996, para instituir a Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea), e dá outras providências. Presidência da República.

Lemos, E. L. M. D. (2021). Transtorno do Espectro Autista: um estudo sobre concepções familiares e interações entre irmãos [Tese de doutorado – Universidade Federal da Paraíba].

Maenner, M. J., Warren, Z., Williams, A. R., Amoakohene, E., Bakian, A. V., Bilder, D. A. . . . & Shaw, K. A. (2023). Prevalence and Characteristics of Autism Spectrum Disorder Among Children Aged 8 Years – Autism and Developmental Disabilities Monitoring Network, 11 Sites, United States, 2020. MMWR Surveill Summ, 72, 1-14.

Martín-Baró, I. (1996). O papel do Psicólogo. Estudos de Psicologia, 2(1), 7-27.

McCormack, D., Dillon. A. C., Healy, O., Walsh, C., & Lydon, S. (2019). Primary Care Physicians’ Knowledge of Autism and Evidence-Based Interventions for Autism: A Systematic Review. Review Journal of Autism and Developmental Disorders, 7, 226-241.

Miranda, D. W., & Félix-Silva, A. V. (2022). As subjetividades periféricas e os impasses para a descolonização da clínica psicológica. Psicologia: Ciência e Profissão, 42 (n.spe), 1-12.

Nascimento, P. S., Zanon, R. B., Bosa, C. A., Nobre, J. P. S., Freitas Júnior, A. D., & Silva, S. S. C. (2015). Comportamentos de crianças do espectro do autismo com seus pares no contexto de educação musical. Revista Brasileira de Educação Especial, 21(1), 93-110.

Nunes, D. R. P., & Schmidt, C. (2019). Educação Especial e Autismo: Das Práticas Baseadas em Evidências à Escola. Cadernos de Pesquisa, 49(173), 84-104.

Orrú, S. E. (2008). Os estudos da análise do comportamento e a abordagem histórico-cultural no trabalho educacional com autistas. Revista Iberoamericana de Educación, 45(3), 1-12.

Ovejero, A. (1996). Psicologia social de la educación. In: J. L. Alvaro, A. Garrido, & J. R. Torregrosa (Orgs.), Psicologia Social Aplicada (pp. 317-349). Madrid: McGraw-Hill; Interamericana de España.

Paiva, I. L., & Yamamoto, O. (2008). Os Novos Quixotes da Psicologia e a Prática Social no “Terceiro Setor”. Psicologia Política, 8(16), 231-250.

Patto, M. H. S. (1984). Psicologia e ideologia: uma introdução crítica à psicologia escolar. São Paulo, SP: T. A. Queiroz.

Patto, M. H. S. (1990). A produção do fracasso escolar: histórias de submissão e rebeldia. São Paulo, SP: T. A. Queiroz.

Portugal, F. T., Facchinetti, C., & Castro, A. C. (2018). Por que fazer uma história social da psicologia? In F. T. Portugal, C. Facchinetti, A. C. Castro (Orgs), História social da psicologia (pp. 11-1). Rio de Janeiro, RJ: Nau Editora.

Rios, C., & Camargo Júnior, K. R. (2019). Especialismo, especificidade e identidade - as controvérsias em torno do autismo no SUS. Ciência & Saúde Coletiva, 24(3), 1111-1120.

Rios, C., Ortega, F., Zorzanelli, R., & Nascimento, L. F. (2015). Da invisibilidade à epidemia: a construção narrativa do autismo na mídia impressa brasileira. Interface, 19(53), 325-35.

Rosen, N. E., Lord, C., & Volkmar, F. R. (2021). The Diagnosis of Autism: From Kanner to DSMIII to DSM5 and Beyond. Journal of Autism and Developmental Disorders, 51, 4253-4270.

Vygotsky, L. S. (1999). Teoria e método em Psicologia. São Paulo, SP: Martins Fontes.

Vygotski, L. S. (1997). Obras escogidas: fundamentos de defectología. Madrid: Visor.

Vygotsky, L. S. (2007). Formação social da mente (7ª ed). São Paulo, SP: Martins Fontes. (Trabalho original publicado em 1984)

Yamamoto, O. H. (1987). A crise e as alternativas da Psicologia. São Paulo, SP: Edicon.

Publicado

2025-07-25

Número

Sección

Artículos Originales

Cómo citar

Historia social de la psicología y el autismo: ¿qué nos dice esta relación?. (2025). Psicologia USP, 36, e230080. https://doi.org/10.1590/0103-6564e230080