El quefazer de la Psicología Social Latinoamericana en el centro de las cuestiones ambientales
DOI:
https://doi.org/10.1590/0103-6564e241861Palabras clave:
psicología social latinoamericana, ontología del ser social, interseccionalidad, decolonialidad, cuestiones ambientalesResumen
Este artículo tiene como objetivo reconstruir el quefazer de la Psicología Social Latinoamericana (PSLA) a partir de las dimensiones estética, ontológica y ética de una praxis psicosocial de la liberación. En diálogo con la ontología del ser social de György Lukács y de la psicología de la liberación de Ignacio Martín-Baró, se sostiene que la PSLA constituye un proyecto ontológico articulado con el pensamiento crítico latinoamericano. Se defiende que la interseccionalidad cuando es incorporada por la PSLA opera como un dispositivo psicosocial de mediación entre la particularidad latinoamericana y la universalidad del género humano. El recorrido metodológico articula dos dimensiones analíticas: la reconstrucción del quefazer de la PSLA; y el análisis de la interseccionalidad como dispositivo psicosocial. Así, se recupera la dialéctica legalidad/sensibilidad en el núcleo ontológico del proyecto de liberación de la PSLA frente al complejo modernidad/colonialidad.
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