Psicología y derecho penal: un análisis marxista de perspectivas tecnicistas y críticas sobre la actuación profesional
DOI:
https://doi.org/10.1590/0103-6564e246675Palabras clave:
psicología, derecho penal, marxismoResumen
Este trabajo analiza la actuación profesional de la psicología en derecho penal y destaca la importancia del marxismo para analizar críticamente la relación entre psicología y derecho. Para ello, se realizó una búsqueda bibliográfica en la base de datos SciELO con las palabras clave “psicología” y “derecho penal”. Tras la selección y categorización, se analizaron 12 trabajos sobre la actuación profesional de la psicología en el ámbito jurídico-penal. Los estudios se organizaron en dos ejes temáticos: vertientes tecnicistas, que separan la actuación de la psicología de los procesos sociales que determinan el derecho, y vertientes críticas, que incluyen producciones influenciadas por perspectivas foucaultianas y críticas marxistas. Este análisis muestra que la ausencia de comprensión de la totalidad social, presente en muchos trabajos, limita las problematizaciones. El marxismo contribuye a orientar la crítica del complejo jurídico-penal y a revelar los límites y las posibilidades de la psicología para contribuir a la emancipación humana.
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