“La femme n’existe pas.” Et l’homme ?
DOI:
https://doi.org/10.1590/0103-6564e240147Palabras clave:
mujer, hombre, inexistencia, Lacan, sexuaciónResumen
Basé sur l’aphorisme lacanien « La femme n’existe pas », cet article interroge si L’homme existe. Pour ce faire, la construction lacanienne sur l’inexistence de La femme a été révisité à travers ses formules de la sexuation, suivie d’une exploration fondée sur les enseignements lacanienne des considérations qui nous permettent soutenir l’inexistence de L’homme. Ce fondement s’est complété par une discussion sur la manière dont la masculinité a été façonnée par des discours sur l’idéal viril qui cherchent à lui donner une certaine consistance mais qui, à l’époque contemporaine, échouent à définir ce que signifie être un homme en raison des bouleversements de l’ordre patriarcal. On conclut que la masculinité est plurielle, et que l’idée d’un ensemble fermé dans lequel tous sont semblables n’est qu’un reflet d’une monotonie soutenue par la référence phallique.
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